Mostrando postagens com marcador COMPOSTAGEM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador COMPOSTAGEM. Mostrar todas as postagens

Conheça a recicladora de resíduos orgânicos residencial disponível no Brasil!


Dentro de um período de 4 a 12 horas, até 90% do seu lixo orgânico produzido em casa pode virar rico adubo com a Terraform Kitchen. Livre de odores, por conta do filtro de carvão ativado, é fácil de transportar, manusear e limpar. Disponível em dois tamanhos, com capacidade máxima de 2 kg ou de 5 kg, cabe em qualquer espaço da cozinha.

Hoje mais da metade do que é descartado no Brasil é lixo orgânico e os impactos causados por esse material influenciam diretamente no nosso futuro, como a geração do gás metano que é 24 vezes mais poluente que o gás carbônico, o chorume tóxico que pode infiltrar no solo e contaminar os lençóis freáticos e nascentes de rios e, também, a atração de animais transmissores de doenças.

A ideia de transformar o lixo doméstico em algo reutilizável, como o adubo, foi inspirada nas composteiras orgânicas tradicionais, um método de decomposição feito com bactérias aeróbicas, geralmente usado por quem mora em áreas com acesso à natureza ou grandes jardins. “A diferença é que enquanto a compostagem tradicional demora dias e até meses para gerar o adubo, com a Terraform Kitchen aceleramos o processo para obter o resultado em algumas horas, uma vez que a decomposição da comida é feita a partir de um processo de controle de temperatura, umidade e aeração do composto. Perfeito para quem quer fazer o descarte correto de seus resíduos de forma rápida e prática, sem sair de casa, ou melhor, da cozinha”, explica a gerente.


O resultado do processo é um adubo rico em nutrientes, indicado para fertilizar vasos, jardins e hortas, sempre misturado à terra, em proporções de 1 para 4. Caso o conteúdo não seja utilizado, ainda pode ser armazenado em potes vedados, com duração de até três anos, se bem conservados e mantidos longe da umidade. Outra opção é doar aos familiares, amigos e vizinhos. “O fato curioso é que cada adubo conta uma história diferente, variando em cor e aspecto, pois a composição dos alimentos despejados na redutora influencia no material final, sem perder qualidade, claro”, conta.

Dicas de Compostagem

O que você faz quando os restos de verduras, cascas de frutas, leite e legumes não são mais aproveitados na sua casa? Joga no lixo? Quem quer ser mais sustentável a partir de 2014 não precisa mais fazer isso. Pode usar a prática da compostagem e transformar os restos de alimentos em adubo para a sua horta ou jardim.


A compostagem é um processo biológico e aeróbio em que micro-organismos como bactérias e fungos e macro-organismos como minhocas, tatus-bola e centopeias são fundamentais para o sucesso. Pode parecer difícil, mas não é! O Blog da Iveco ensina cinco passos para você ter uma composteira em casa.

1. Avalie onde será instalada a compostagem caseira. Não a deixe muito longe da cozinha, pois você pode cair na tentação de jogar os resíduos no lixo comum. E adote um lixo de pia apenas para os resíduos orgânicos. Observe a quantidade de resíduos que você gera na sua casa. Por exemplo, se o seu lixo é de 1,5 litro e leva três dias para estar completo, sua média de geração para um ciclo de 45 dias (tempo médio para os resíduos compostarem) será de 22,5 litros (divida 1,5 por 3 e depois multiplique o resultado por 45). Assim, você vai precisar de locais que comportem 22,5 litros para montar sua compostagem de forma correta.

2. Separe os materiais necessários. Use luvas grossas todas as vezes que for mexer na pilha de composto para evitar o contato com algum inseto, aranha, formiga etc. Separe ainda um balde ou caixa plástica com folhas secas, aparas de grama ou folhas de papel picados. E sempre mexa no composto com um garfo de jardinagem. Isso evitará os maus cheiros e moscas.

3. É preciso que você tenha um local para colocar o material orgânico. Pode ser um pote, uma lata ou um balde, mas hoje já existem no mercado caixas de três andares que são feitas especialmente para esse processo. O importante é que ela comporte a quantidade de lixo que você gera.

Comece colocando os resíduos orgânicos no recipiente de cima, que deve ter o fundo com pequenos furinhos. É aqui, aliás, que estarão as minhocas. Espere cerca de um mês para que a caixa fique cheia e depois coloque-a no meio do sistema, subindo a caixa que estava no meio para receber os próximos resíduos orgânicos. A última caixa, por sua vez, será responsável por receber o chorume da compostagem, um líquido eliminado pelo material orgânico em decomposição e que é um ótimo fertilizante.

4. Prepare a composteira. Comece com a primeira camada, que deve ser o fundo da composteira, garantindo boa drenagem e aeração à pilha que vai se formar. Quanto mais ar tiver na pilha, mais rápido os restos orgânicos são transformados em adubo. Em seguida, alimente a pilha diariamente com os restos orgânicos produzidos pela casa. Siga a seguinte proporção: para cada parte de lixo orgânico úmido (cascas de legumes e frutas, cascas de ovo, borra de café, saquinhos de chá) cubra o lixo com o dobro de material orgânico seco (folhas secas, aparas de jardim e poda de grama secas).

Quanto mais picados estiverem os materiais colocados na composteira, mais rápido será o processo de decomposição. Depois, eleja um dia da semana para revirar o composto e fazer a avaliação do processo. Depois de 30 dias inicie uma nova pilha da mesma maneira, deixando a primeira decompor. Revire a compostagem a cada 15 dias até que ela fique com aspecto de terra fresca, o que leva de 45 a 90 dias.

5. O que pode e o que não pode ser colocado na pilha? Restos de frutas e verduras, cascas de ovo, saquinhos de chá, coador, borra de café, folhas frescas e secas do jardim, guardanapos e papel toalha são ótimas opções para fazer adubo. Mas não use restos de alimentos temperados, carnes e gorduras, chocolates, balas e chicletes, pilhas, plásticos, vidros e metais, fezes de animais domésticos, plantas doentes e papel higiênico. Cascas de frutas cítricas também não são boas escolhas por serem muito bactericidas, matando as bactérias boas, o que retarda o processo. Cebola e alho também devem ser evitados, visto que o processo de fermentação desses alimentos podem causar mal cheiro.

Fonte: Revista Exame

Agricultura orgânica: vantagens e desvantagens


A agricultura é extremamente importante para o mundo inteiro e em nosso país, ela está muito presente. Nós exportamos diversos tipos de alimentos para centenas de países, além de promovermos alimentos variados para todos os estados brasileiros.

Para aumentar a produtividade e gerar vegetais e legumes bonitos, a agricultura moderna faz uso de muitos agrotóxicos e fertilizantes. Tais produtos não somente prejudicam e podem danificar o solo, como não são nada saudáveis para os seres vivos e promovem centenas de prejuízos para o meio ambiente, promovendo o aquecimento global.


Uma alternativa para fugir desse tipo de agricultura e para ajudar no efeito estufa, é a agricultura orgânica. Além de ter o intuito de ajudar o meio ambiente, a agricultura orgânica também promove uma alimentação mais saudável, focando em alimentos orgânicos e sem uso de qualquer fertilizante. A seguir, descubra mais sobre esse tipo de agricultura.


Entenda o que é Agricultura Orgânica

A agricultura orgânica também pode ser chamada de agricultura biológica e nada mais do que uma agricultura alternativa que tem o intuito de oferecer a população produtos e alimentos mais saudáveis, onde a qualidade do alimento é priorizado e não há o uso de agrotóxicos ou fertilizantes, permitindo assim também que não haja danos ao meio ambiente e aos seres vivos.

A agricultura orgânica é colocada em prática por meio de determinadas técnicas que excluem o uso de agrotóxicos e fertilizantes de todas as etapas do processo de produção, mas ainda assim gera alimentos saudáveis e bonitos para a mesa do consumidor. Cada vez mais a população está ficando ciente dos riscos do uso de fertilizantes e agrotóxicos na agricultura e estão em busca de alternativas para que consigam se alimentar melhor e também não contribuir para o aquecimento global.

Características da Agricultura Orgânica

A agricultura, para ser considerada orgânica, deve levar em conta diversas características importantes. Por exemplo, nesse tipo de agricultura, os produtos que são plantados e cultivados são diversificados para promover não somente o equilíbrio ambiental, mas também do solo. As técnicas utilizadas nesse tipo de agricultura também devem ser de baixo impacto ambiental, tendo foco na sustentabilidade e promovendo a conservação de recursos naturais.

Dessa forma, a agricultura orgânica tem como principal característica minimizar o impacto das plantações sobre o meio ambiente, eliminar totalmente o uso de agrotóxicos, garantir o equilíbrio ambiental e fazer uso de recursos naturais. O foco não é a produção em massa de produtos, mas sim garantir que os produtos sejam de qualidade, saudáveis e que sua produção não tenha causado efeitos para o aquecimento global.

Vantagens da Agricultura Orgânica

Até aqui você já deve ter percebido muitas das vantagens da agricultura orgânica, mas ainda assim, não podemos deixar de mencionar tudo. Com esse tipo de agricultura, é possível preservar os recursos naturais, promover a sustentabilidade e o baixo impacto ambiental, tornar o solo mais saudável e com muitos nutrientes, assim como produzir alimentos saudáveis e com uma excelente qualidade.

Essa agricultura também faz uso de adubos naturais, geralmente sendo compostagem a técnica mais utilizada, além de minhocultura. Para completar, a agricultura orgânica também possui como vantagem o uso de energias renováveis.

Desvantagens da Agricultura Orgânica

A agricultura orgânica é extremamente indicada, no entanto, ela pode dar um certo trabalho e é aqui que entram suas desvantagens. Se trata de uma agricultura mais demorada e, portanto, a população não teria acesso aos alimentos de forma rápida. Para que seja possível coloca-la em prática, são necessários produtos que, infelizmente, são mais caros do que os produtos convencionais.

Por último, a agricultura orgânica também pode causar impacto ambiental (apesar de ser baixo) ao usar pesticidas e agrotóxicos de origem orgânica.

Principais diferenças entre a Agricultura Orgânica e a usada

Infelizmente, a agricultura orgânica não é muito disseminada pelo mundo, apesar de ser muito mais saudável e prejudicar menos o ambiente. Isso acontece, pois, a agricultura usada no mundo inteiro atualmente, ou seja, a agricultura convencional, foca na produção em massa e faz uso de fertilizantes e agrotóxicos para acelerar o processo de cultivo e assim disponibilizar os produtos mais rapidamente, assim como sempre em grandes quantidades.

A agricultura atual não se preocupa com a qualidade dos produtos, mas sim em produzir uma grande quantidade rapidamente para vender. Dessa forma, fazem uso de produtos que prejudicam não somente o meio ambiente, mas a vida em geral. Se por um lado a agricultura convencional pode poluir rios, águas e até mesmo os seres vivos, a agricultura orgânica promove a sustentabilidade ecológica e se utiliza de adubos naturais que não afetam a saúde.

O ideal seria que a agricultura orgânica fosse aplicada no mundo inteiro, mas devido aos seus altos custos, isso ainda pode demorar para acontecer.

Como é a Agricultura Orgânica no Brasil

A agricultura orgânica no Brasil surgiu ainda na década de 70 quando ocorreu a conhecida Revolução Verde, um movimento que era contra o projeto de modernização da agricultura tradicional. Os movimentos realizados na época tinham como intuito realizar mudanças no trabalho agrícola e no impacto das plantações sobre o meio ambiente e sobre a saúde.

Foi a partir disso também que surgiu a agricultura familiar, sendo a alternativa que muitos produtores e trabalhadores rurais encontraram para promover uma agricultura melhor. Na agricultura familiar eles usam técnicas manuais de cultivo que são compatíveis com o local onde vivem e por isso está ligada a agricultura orgânica.

Dessa forma, a agricultura orgânica no Brasil se desenvolveu principalmente através da agricultura familiar, sendo que é responsável atualmente por mais de 90% da economia de centenas de municípios de nosso país. Além disso, mais de 40% da renda da população econômica do país vem desse tipo de agricultura. Ainda que as porcentagens sejam positivas, muito ainda precisa ser feito.

Ainda existem muitas fazendas que apostam na agricultura convencional e os danos ao meio ambiente estão cada vez maiores, visto também que muitos fertilizantes e agrotóxicos que antes eram proibidos, agora podem ser usados livremente. Com a conscientização da população será possível disseminar ainda mais a ideia da agricultura orgânica e promover uma vida mais saudável.

Compostagem: você sabe para o que serve?


Pra quem está buscando uma alternativa mais sustentável pra descartar o lixo orgânico que é produzido em casa, a compostagem é uma ótima saída pra isso. A compostagem nada mais é que o processo de reciclagem do lixo orgânico, em que é promovida pelas minhocas, ou outros seres invertebrados, e microorganismos, como o fungo, e transforma os restos em um adubo natural de ótima qualidade e que não prejudica o meio ambiente, por não ter nenhum composto químico. E essa técnica vem ganhando cada vez mais adeptos pelo mundo, por estarmos em um momento que é preciso repensar o nosso consumo.

De acordo com um relatório produzido pela ONU Meio Ambiente, o Atlas de Resíduos da América Latina, todos os dias, mais de 145 mil toneladas de resíduos orgânicos são jogadas em aterros e lixões, na América Latina e no Caribe. E exatamente por isso é mais do que necessário pensarmos no uso consciente dos recursos naturais e no meio ambiente. E é aí que entra a compostagem nessa história.

Por mais que a prática não seja nova, ela vem ganhando popularidade por estarmos numa tendência do consumo consciente. O método já é utilizado há muito tempo por agricultores para obter seus próprios adubos naturais, e consequentemente, economizando dinheiro. E o interesse nesse método antigo é uma resposta da pressão em que cada vez mais as pessoas estão preocupadas com a sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Mas muitas dessas pessoas ainda não sabem por onde começar a fazer sua própria compostagem. Por isso separamos algumas dicas para você começar a colocar a mão na massa.

O que é uma composteira?

Antes de começar, precisamos saber onde todo esse processo vai acontecer: na composteira. Ela nada mais é do que um depósito próprio para o processamento do material orgânico. E pode ter diversos tamanhos e formas, vai depender da quantidade de matéria orgânica que vai ser produzida e do seu espaço disponível. Mas não se preocupe, ela é prática, higiênica, uso fácil, não produz cheiro, e nem atrai insetos ou animais indesejados.


Você pode comprar uma composteira ou fazer uma em casa. Existem diversas maneiras de se fazer uma composteira doméstica, mas na mais convencional, você vai precisar:
  • 3 caixas de plásticas escuras que possam ser empilhadas, sendo uma delas com tampa
  • 1 torneira
  • 1 furadeira
  • Minhocas californianas
  • Terra ou húmus de minhoca
  • Serragem

Passo a passo

A primeira caixa, que vai ficar por baixo, vai servir para estocar o biofertilizante (chorume) gerado durante o processo; a segunda e a terceira vão conter a terra/húmus, as minhocas, o lixo orgânico e a serragem.

1. Fure as duas caixas que vão ficar por cima. Faça diversos furos, porque as minhocas vão passar por eles para ir de uma caixa pra outra.

2. Coloque 2 dedos de terra nas caixas que você furou e depois empilhe as três, lembrando que a última é aquela que não está furada.

3. Despeje o material orgânico e cubra com a serragem para evitar o mau cheiro e as moscas. Se a caixa de cima estiver cheia, troque de lugar com a segunda e repita o processo.

4. Quando o processo chega ao fim, as minhocas utilizam os furos para ficarem na caixa de cima, e isso significa que o adubo já está pronto para uso.

5. O biofertilizante (chorume) gerado durante o processo pode ser utilizado como adubo ou pesticida nas plantas. Adicione dez litros de água para cada litro do chorume, para pulverizar.

E na hora de escolher o que vai ou não na compostagem, fique atento porque alguns resíduos e materiais podem comprometer o processo e prejudicar o desenvolvimento do adubo.


Agora é só colocar mão na massa e espalhar a ideia!