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Banco do Brasil lança soluções visando o uso de energia renovável


Financiamento para geração de energia solar e consórcio para aquisição de bens sustentáveis estão disponíveis

O Banco do Brasil lançou nesta segunda-feira (10/05) uma linha de crédito específica para aquisição de sistemas de geração de energia solar em residências e novos grupos de consórcio que estimulam a chamada Economia Verde.

Além desses lançamentos, o BB tem um portfólio completo de soluções que podem atender as necessidades em energia renovável e eficiência energética de todos os segmentos de clientes: pessoa física, pequenas e grandes empresas, produtores rurais e administração pública.

Crédito Energia Renovável

Elaborada para atender à crescente demanda por produtos de energia sustentável e responder à necessidade energética exigida pelo país, a linha BB Crédito Energia Renovável beneficia clientes pessoas físicas, que podem financiar até 100% do valor de sistemas fotovoltaicos, incluindo a instalação.

A linha de crédito tem as seguintes características:
– financiamento de até 100% do valor dos bens mais a instalação;
– parcelamento em até 60 meses;
– até 180 dias para pagamento da primeira parcela;
– juros a partir de 0,75% ao mês;
– valor contratado de R$ 5.000,00 a R$ 100.000,00.

A contratação é 100% digital e pode ser feita pelo App BB. A aquisição dos materiais e a montagem do projeto devem ocorrer em fornecedores que tenham convênio firmado com o BB. Já são cerca de mil parceiros cadastrados.

Consórcio Grupo Verde

O BB lança ainda novos grupos de consórcio cujos bens de referência estimulam a eficiência no uso de recursos naturais e baixa emissão de carbono, considerando os aspectos Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) na estratégia dos negócios.

A comercialização desses novos grupos terá como consequência uma ação direta no meio ambiente, promovida pela BB Consórcios em parceria com a Fundação Banco do Brasil, no sentido de apoiar financeiramente instituições que realizam projetos na área de Meio Ambiente e que receberão apoio para a recuperação de áreas degradadas por meio do plantio de mudas de árvores. A cada cota de consórcio comercializada no Grupo Verde, serão plantadas dez árvores. Como a expectativa de consumo desses grupos é de 10 mil cotas vendidas até o final do ano, estima-se o potencial de plantio de até 100 mil árvores em 2021.

O novo produto da BB Consórcios está disponível na modalidade Trator/Caminhão e conta com a taxa de administração promocional no período em que estiver com status em formação e os bens de referência possuem índice de atualização pelo IPCA, com reajuste anual.

Vale lembrar que, assim como nos demais grupos e, seguindo a legislação vigente, a utilização da carta de crédito não fica condicionada à compra exclusiva do bem de referência escolhido. O cliente pode optar pela aquisição de qualquer bem móvel e sua contribuição para o meio ambiente já se dá na aquisição da cota e não na utilização da carta de crédito.

Programa Agro Energia

Para os produtores rurais o BB já conta com o Programa Agro Energia, destinado à implantação de usinas geradoras de energias alternativas e renováveis nas atividades solar, biomassa e eólica, permitindo assim aos clientes reduzirem os custos de produção por meio da utilização de energia limpa e renovável. O programa já contratou R$ 1,34 bilhão em operações.

50% de desconto na compra de painéis solares para instalações residenciais na Bahia, Brasil

Com o projeto Solar Bonus, a Coelba oferece um desconto de 50% na aquisição de sistemas fotovoltaicos de clientes residenciais interessados ​​em gerar parte de sua própria energia.

Instalações residenciais na Colômbia. - Imagem: Celsia

A Coelba, distribuidora da subsidiária Iberdrola no Brasil, Neoenergia, oferece um desconto na compra de painéis solares para clientes interessados ​​em gerar parte de sua própria energia. A empresa lança nesta segunda-feira o projeto Solar Bonus, que concede um desconto de 50% na aquisição de sistemas fotovoltaicos. A iniciativa possibilitada pelo Programa de Eficiência Energética (PEE), regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), atenderá 700 clientes residenciais na Bahia até 2020.

O registro para acessar o desconto será feito exclusivamente através do site www.neoenergiasolar.com/coelba e estará disponível em lotes. O primeiro lote será aberto na segunda-feira, com 150 sistemas disponíveis para os clientes da Coelba e as datas dos outros lotes serão disponibilizadas posteriormente pelo distribuidor.

Para se registrar é necessário estar em conformidade com a concessionária e ter um consumo mínimo mensal médio de 350 kWh nos últimos 12 meses. Todas as inscrições passarão por uma análise de registro e uma avaliação técnica.

Os municípios abrangidos pelo projeto são Camaçari, Candeias, Dias D'Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Praia do Forte, Salvador, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões. Filho e Vera Cruz.

Recentemente, a Neoenergia estreou na Bolsa de Valores de São Paulo com a maior colocação do setor energético brasileiro desde 2000: a empresa se tornou a principal empresa privada de energia elétrica, com presença na atividade de rede listada na B3 em São Paulo. A Iberdrola, que possui mais de 50% de seu capital acionário, espera investimentos de 6.000 milhões de euros no país para o período 2018-2022.

Banco Central do Brasil quer comprar energia solar por meio de leasing

O maior banco do Brasil lançou três propostas diferentes para selecionar instalações solares para comprar energia através de um contrato de arrendamento. O banco quer comprar cerca de 4 GWh por ano para o consumo de eletricidade no Distrito Federal e outros 2 GWh para os estados de Goiás e Pará, respectivamente.

Joel no exterior, flickr

O maior banco do Brasil e da América Latina, o Banco do Brasil SA (BB), decidiu lançar três leilões diferentes para comprar energia de usinas solares alugadas.

O banco disse que pretende comprar eletricidade para 96 ​​de suas agências no Distrito Federal, que abriga a capital do país, Brasília, na região Centro-Oeste e nos estados de Goiás e Pará.

Com essa medida, o BB estima uma economia de R$ 20 milhões (US$ 4,9 milhões) em contas de energia elétrica. No Distrito Federal, espera contratar cerca de 4 GWh por ano, enquanto nas outras duas unidades federais pretende comprar 2 GWh por ano, respectivamente.

Toda a energia produzida pelas instalações solares será injetada na rede elétrica, informou o Banco do Brasil em seu comunicado, e depois será deduzida das contas de energia do banco, de acordo com as regras de medição líquida aplicáveis ​​no Brasil. a todos os geradores de energia solar com capacidade de até 5 MW.

As chamadas públicas serão feitas em plataformas eletrônicas no dia 10 de setembro, às 8h30, para o Distrito Federal, e às 12h30, para o Pará. Para Goiás, a teleconferência será no dia 11 de setembro, às 9h30.

O arrendamento solar tornou-se uma opção concreta no mercado brasileiro em 2015, quando a agência reguladora do país, a ANEEL, introduziu novas disposições que o tornaram possível. Suas regras permitem que empresas e entidades públicas sem telhados ou superfícies disponíveis implantem um sistema fotovoltaico para arrendar uma fração de uma usina solar de propriedade de terceiros e consumir parte da energia gerada.

O BB informou ainda que foram realizados seus dois primeiros leilões do mesmo tipo para suas 200 agências no estado de Minas Gerais, que é a unidade federativa do Brasil com os maiores preços de energia, juntamente com São Paulo e Rio de Janeiro. em julho de 2018 e 2019, respectivamente. "A primeira fábrica, localizada em Porteirinha, estará pronta até o final deste ano, enquanto a segunda está sob contrato", afirmou o banco. "Juntos, os dois contratos totalizam R $ 88,3 bilhões e gerarão economia de 58% nas tarifas de energia".

BID abre chamada no Brasil para soluções em eficiência energética baseadas na tecnologia blockchain

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está em busca de startups que tenham soluções em blockchain para eficiência energética. A chamada faz parte do programa ‘Mostra Sua Energia’ e as inscrições vão até o dia 30 de abril.


Segundo informações do BID, podem se candidatar negócios estabelecidos no Brasil ou no exterior com patentes ou soluções baseadas em blockchain, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, machine learning, entre outras tecnologias.

As soluções devem contribuir com a iluminação pública, eficiência energética de prédios públicos e com a geração de energia solar.

Afirma a página da chamada:

“As empresas que cumprirem os critérios mínimos vão fazer parte de uma seleta lista, a qual será disponibilizada ao público, a fim de fomentar sua contratação.”

Os negócios, que devem demonstrar capacidade de entrega escalável e viabilidade técnica para implementação, serão disponibilizados para mais de 200 municípios com até 500 mil habitantes em uma parceria entre o BID e o Banco do Brasil.

A lista das organizações selecionadas será encaminhada aos municípios para avaliação e contratação dos projetos, conforme normas de financiamento já estabelecidas entre as prefeituras, BID e Banco do Brasil. O objetivo do BID com a iniciativa é fomentar o uso de tecnologias nos pequenos municípios brasileiros.

Há diversas iniciativas que unem a blockchain e a indústria de energia, em diferentes partes do mundo.

Como informado pelo Cointelegraph, na Alemanha, o Ministério para Assuntos Econômicos e Energia lidera a estratégia em DLT do país, enquanto no Japão, a Kyocera firmou uma parceria para testar usinas de energia virtual baseadas em blockchain.

Conseguir financiamento para energia solar residencial no Brasil


No mundo todo pessoas de diversas condições financeiras e ciclos sociais se preocupam com o meio ambiente, por isso, é tão importante as fontes de energias renováveis, pois, somente assim é possível deixar um planeta em boas condições para as gerações futuras.

A energia solar está se tornando um sonho de consumo de muitas pessoas que querem ao mesmo tempo cuidar do meio ambiente e diminuir a sua conta de energia elétrica.

Um sistema para gerar energia solar residencial custa entre R$ 15 mil e R$ 25 mil, já inclusos todos os custos de instalação.

Porém o preço pode chegar a R$ 60 mil no caso de uma casa grande como uma mansão, afirmou Rodolfo Botelho Meyer, presidente do site Portal Solar, que é parceiro do Banco Votorantim, dono da BV Financeira, nessa área.

É possível economizar na conta de luz até 95% com a produção de energia solar residencial, o que faz que o investimento no sistema retorne para o dono da casa dentro de três a seis anos, dependendo da incidência solar e da tarifa de energia de cada estado.

Atualmente no Brasil é possível encontrar 33 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Os consumidores representam 76,9% do total dos sistemas de energia solar, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica.

Bancos brasileiros que financiam energia solar:

  • Unicred
Financia equipamentos importados e nacionais e disponibiliza desconto para a compra dos equipamentos e instalação com empresas parceiras.

O crédito está disponível para consumidores, produtores rurais e empresas, desde que sejam cooperados da Unicred.

  • Santander
O banco anunciou em agosto o financiamento de equipamentos de energia solar, com juros a partir de 0,99% ao mês. No total, serão disponibilizados R$ 400 milhões em crédito.

O financiamento do Santander para energia solar está disponível para pessoas físicas, empresas e produtores rurais.

  • BV - Banco Votorantim
O Banco Votorantim está oferecendo financiamentos de energia solar para pessoas físicas. Os empréstimos são realizados através do Portal Solar.

As taxas de juros cobradas variam de 1,48% a 1,78% ao mês, e os prazos para pagar são de 12 a 60 meses.

  • Bradesco
Esse banco trabalha com financiamento para sistemas de energia solar residencial há um ano.

O financiamento é para pessoa física e jurídica, mas apenas para aqueles que têm conta no Bradesco. Os juros ficam entre 1,8% e 1,86% ao mês. O prazo para pagamento é de até 60 meses.

  • BNDES
O banco BNES aprovou em junho deste ano uma mudança no Programa Fundo Clima para permitir o financiamento para pessoas físicas para a instalação de energia solar em casa.

Entretanto, apenas 45 dias depois do lançamento do crédito, os recursos do programa acabaram.

  • Banco do Nordeste
O banco do Nordeste acabou de entrar nesse segmento, ou seja, o de financiamento para colocar energia solar em casa. As taxas de juros e as condições de carência são iguais aos do banco da Amazônia, ou seja, os juros variam de 1,14% ao ano + IPCA até 3,27% ao ano + IPCA.

A carência será de seis meses para o pagamento da primeira parcela. O prazo para o pagamento total é de oito anos.

  • Banco do Brasil
O Banco do Brasil é dos bancos mais conhecidos do nosso país começou a oferecer financiamento para a compra do sistema de energia solar residencial em julho deste ano.

O consórcio para a compra e instalação de placas solares em residências não tem juros, mas há uma taxa de administração, que dá 15% no período do consórcio. Para um consórcio de 72 meses, a taxa é de 0,21% ao mês.

Nesse consórcio é possível dar um lance para receber o crédito depois de pagar 30% a 40% do valor do financiamento. Existe também a possibilidade de o cliente ser sorteado antecipadamente.

  • Banco da Amazônia
Esse banco iniciou o seu financiamento para o sistema de energia solar residencial em setembro deste ano.

A instituição está oferecendo financiamento para energia solar para pessoas físicas instalarem energia solar em residências localizadas na região Norte, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) Energia Verde.

O banco também tem alternativas para o setor rural e para empresas. O financiamento tem o limite de R$ 170 mil.

Portanto, mesmo tendo muitos bancos oferecendo financiamento para as pessoas interessadas em usar energia solar em sua casa, é muito difícil, pois, os bancos têm muitas burocracias, mas não custa nada tentar um financiamento, pois, a energia solar é renovável e não prejudica a natureza.

Fonte: Portal Energia

Programa de financiamento fomenta energia solar para pequenos negócios

Energia solar é renovável e ajuda empresas a reduzir custos. Investimento ainda é alto

O Sebrae, o Banco do Brasil e a WEG lançam, na próxima quinta (26), o programa de Financiamento de Energia Solar para pequenos negócios. A parceria visa estimular a geração de energia fotovoltaica no âmbito da geração distribuída, o PLUZ.

Serão ofertadas consultorias especializadas, acesso à tecnologia de ponta e ao crédito por meio do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Para acessar o Programa, a empresa e o produtor rural deverão acessar o Banco do Brasil, realizar o cadastro e fazer uma pré-análise de crédito.

Após aprovação, o Banco do Brasil encaminhará para o Sebrae/MT realizar o atendimento, que consiste em uma consultoria de avaliação técnica e financeira (opcional) do empreendimento e, posteriormente, elaboração dos projetos elétrico e de viabilidade econômico/financeiro (opcional) do sistema fotovoltaico pretendido.

A WEG então encaminha um orçamento para análise de crédito e efetivação do contrato de financiamento junto ao Banco do Brasil. Na sequência, a WEG agenda com o empreendimento o início da instalação do sistema fotovoltaico.

A parceria tem como intuito tornar as empresas e produtores rurais mato-grossenses mais competitivos, visto que o investimento tem 100% de retorno garantido com a economia na conta de luz e a energia solar é uma fonte renovável e sustentável.

O programa também busca estimular o desenvolvimento do mercado local, com a geração de emprego e renda, além de contribuir com o aumento do número de micro e mini usinas fotovoltaicas. Por se tratar de um investimento de médio e grande porte, as empresas e produtores rurais necessitam de apoio de linhas de crédito com condições especiais para que seja possível a execução e a viabilidade do projeto.

Para o Banco do Brasil, a expectativa é que haja um incremento considerável na liberação de recursos durante a vigência do programa. Existem linhas para financiamento, inclusive o FCO, que atualmente possuem as taxas de juros mais atrativas do mercado, com carência e prazo de pagamento que se adequam a necessidade de todos os projetos.

Tomando como exemplo, uma pequena empresa do setor comercial, que consome em média 2.000 kWh por mês, seria necessário um investimento na ordem de R$ 86,8 mil com pay-back de 5 anos para o retorno do investimento e 95% de economia na conta de luz.

A WEG fará o fornecimento dos equipamentos e gerenciamento da instalação. “A conta de luz tem um impacto significativo nos custos de uma empresa e a economia gerada através dessa mudança de matriz energética pode impulsionar os negócios”, diz João Paulo Gualberto da Silva, diretor de Novas Energias da WEG.

Para o Sebrae, a intenção é dar oportunidade para que as empresas e produtores rurais sejam cada vez mais sustentáveis e mais competitivos, propiciando o acesso à tecnologia de ponta com condições mais favoráveis de mercado.

Fonte: RD News

Escolas públicas economizam energia e ajudam a preservar a natureza com placas solares no RS

Empresa investigada pelo Ministério Público em Rio Grande por contaminação do solo durante uma obra criou um projeto de compensação ambiental. Ideia da prefeitura é implantar o sistema nas outras 72 escolas do município.

Duas escolas de Rio Grande foram beneficiadas com placas solares (Foto: Reprodução/RBS TV)

Duas escolas de Rio Grande, no Sul do estado, estão economizando energia e ajudando a preservar a natureza com o uso de placas solares. A partir desses dois exemplos, a prefeitura pretende implantar o sistema nas outras 72 escolas do município. O Rio Grande do Sul é o terceiro estado do país onde mais se usa energia solar.

A Escola de Educação Infantil Débora Sayão e a de Ensino Fundamental Eliézer Rios passaram a utilizar o sistema porque uma empresa investigada pelo Ministério Público por contaminação do solo durante uma obra, criou um projeto de compensação ambiental. O investimento foi de cerca de R$ 90 mil.

Por meio de um medidor, é possível ter uma ideia da economia nas escolas. Em apenas cinco dias de uso, por exemplo, os quilowatts gerados poderiam cobrir 165 banhos de chuveiro e manter nove geladeiras.

Com as placas, o município passa de consumidor para produtor de energia.

“Ele produz um excedente, e esse excedente vai para a concessionária, fica registrado isso em um medidor, em um relógio, e fica disponível para créditos energéticos para serem abatidos em outros períodos. À noite, por exemplo, quando não tem o sol ou em períodos de maior pico”, diz Alex Chagas, diretor da Inove Energias Renováveis.

Uma proposta de financiamento já foi entregue ao Banco do Brasil pela Prefeitura de Rio Grande para a instalação de uma usina municipal de energia solar. A produção estimada é de 90 mil quilowatts hora por mês. Com um investimento de quase R$ 5 milhões, a ideia é gerar uma economia de R$ 600 mil por ano nas escolas.

“Redução do consumo de energia, redução da conta de energia elétrica. É a experiência pedagógica com as crianças e mostrar que sustentabilidade pode, sim, se fazer com práticas bem simples, bem específicas, demonstrando para elas como que a energia do sol é tão vital para a vida como um todo, mas também para manter as nossas escolas, nossos prédios em funcionamento”, comenta o secretário de Educação André Lemes.

Alunos de escolas com placas solares em Rio Grande fazem maquete (Foto: Reprodução/RBS TV)

Em uma das escolas beneficiadas, as placas foram instaladas um pouco antes do início do ano letivo. E o assunto começou a ser tratado dentro de sala de aula, com vídeos e explicações dos professores. Até uma maquete foi construída pelos alunos para mostrar, na prática, a importância da energia solar.

“Então, além do que a gente passa, a gente consegue ver que eles têm também uma visão crítica do que eles estão aprendendo. E quando a gente vê que eles conseguem construir mais do que a gente realmente está tentando passar, a gente vê que está no caminho certo”, vibra a diretora Josiane Satt.

“Acho que seria bom se a gente pudesse usar, todo mundo, a energia solar, porque não ia poluir o mundo”, diz o aluno Felipe Correa, de 10 anos. Da mesma idade, Sabrina de Ávila também tem uma opinião sobre o tema: “A natureza agradece e a gente usa! E como essa energia solar não vai acabar tão rápido, e o carvão e o petróleo podem acabar a qualquer instante, é melhor!

No Vale do Rio Pardo, também foram instaladas placas solares na Escola Estadual Augusto Hannemann, no interior da cidade de Vera Cruz. Neste caso, o projeto faz parte do promraga do governo estadual Escola Melhor, Sociedade melhor.

Somente no ano passado, a instituição, que tem 192 alunos, gastou quase R$ 10 mil em energia elétrica. Com as placas, a escola espera reduzir 90% no valor da conta.

“O estado vai investir esse valor na contratação de um profissional para atuar dentro da sala de informática. Os professores vão ter um profissional que vai ajudar eles nas aulas, e nós também esperamos abrir cursos para pessoas da comunidade”, salienta a diretora Rosane Marli Petry.

Fonte: G1

BB lança programa para energia limpa

Apoiando a produção de energia limpa e renovável em atividades do agronegócio, o Banco do Brasil lançou o Programa Agro Energia.


O Programa possibilita a redução do custo de produção, autossuficiência na geração de energia, transferência de tecnologia ao campo, manutenção de renda e ampliação dos negócios com o setor agropecuário, com a implantação de usinas de energia solar, biomassa e eólica.

De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), existem atualmente no Brasil mais de 4 milhões de consumidores de energia elétrica no meio rural.

Esses consumidores rurais utilizam a energia elétrica de diversas maneiras, desde a básica iluminação de suas casas até o uso em sistemas de bombeamento de água, eletrificação de cercas, sistemas de irrigação e suporte de equipamentos como resfriadores, ordenhas, trituradores elétricos.

Pelo elevado consumo de energia, os segmentos de avicultura, suinocultura ou que possuem estrutura de armazenagem apresentam maior propensão ao financiamento.

Devido à distância e a dificuldade do acesso à rede elétrica pública, muitos desses proprietários utilizam seus próprios sistemas de energia (geradores à diesel, por exemplo).

Marco Túlio Moraes da Costa, diretor de agronegócio do Banco do Brasil, afirmou: “A possibilidade do produtor gerar energia solar fez com que o Banco do Brasil lançasse esse crédito. Todos, do pequeno ao grande produtor e até cooperativas podem ter acesso a essas linhas de crédito, que são condizentes com o porte de cada um deles. Com taxas e prazos compatíveis com a sua necessidade.”

Fonte: Imprensa Banco do Brasil.