Mostrando postagens com marcador BITCOIN. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BITCOIN. Mostrar todas as postagens

Legislador de Nova York quer avaliar uso de energias renováveis para mineração cripto

Os dois projetos de lei introduzidos pelo senador Kevin Parker, nesta última semana, visam tanto a medição da emissão de carbono na mineração cripto quanto o estudo sobre o uso de fontes renováveis no setor (Imagem: Unsplash/Luca Bravo)

Um legislador de Nova York propôs um novo projeto de lei que objetiva estudar o uso de energias renováveis em mineradoras cripto no estado.

No dia 7 de maio, o senador do estado Kevin Parker introduziu o projeto de lei S6584. O projeto convoca a autoridade em energia do estado de Nova York “a conduzir um estudo sobre a alimentação de locais para mineração de criptomoedas por meio de energias renováveis”.

O projeto de lei ressalta que “centros de mineração de criptomoedas são uma indústria em expansão no estado de Nova York”, tendência essa que se provou controversa, devido às necessidades energéticas de blockchains proof-of-work (PoW), como bitcoin, e às percepções públicas quanto à emissão de carbono da rede.

Na semana passada, Parker introduziu um projeto de lei paralelo que pede a moratória de locais de mineração cripto no estado até que seus impactos ambientais possam ser medidos.

Atualmente, esse projeto de lei está aguardando a análise do Comitê de Conservação Ambiental, enquanto o projeto de lei S6584 está com o Comitê de Energia e Telecomunicações.

Há anos, o polo de mineração da rede Bitcoin para a maior parte da rede tem sido a China, mas isso está mudando.

A evolução do ecossistema global de mineração acontece ao mesmo tempo em que investidores adquirem rapidamente a quantidade limite de equipamentos de mineração disponíveis no mercado.

Ao mesmo tempo, fabricantes de hardware estão sendo impactados pela escassez global de chip gerada pelos efeitos econômicos da pandemia de coronavírus.

Artigo acadêmico gera controvérsia sobre quão difícil é medir a “pegada de carbono” do bitcoin


Um artigo polêmico e deveras incompleto gerou polêmica na comunidade cripto, já que é uma matéria árdua e quase impossível mensurar o impacto exato da mineração de criptomoedas (Imagem: Unsplash/executium)

Este mês, um artigo de um jornal acadêmico revisado por especialistas chegou à conclusão de que, sem intervenções políticas, as emissões de dióxido de carbono (CO₂) pela mineração de bitcoin (BTC) podem prejudicar bastante os objetivos da China em combater as mudanças climáticas.

O artigo, escrito por pesquisadores de diversas universidades chinesas e publicada na Nature Communications, instantaneamente inspirou manchetes parecidas em inúmeros sites de notícias, incluindo BBC, CNN, The Guardian, Economist, CNBC e outros.

Os autores afirmaram que em 2024, o consumo anual de energia pela mineração de bitcoin na China poderá atingir um pico de 269,59 de terawatts por hora (tWh) e gerar 130,5 milhões de toneladas métricas de emissões de dióxido de carbono.

Isso iria exceder o total anual de emissões de gás de efeito estufa da República Tcheca e do Catar, podendo ser uma ameaça à ambição de longo prazo da China em se tornar neutra em carbono.

Porém, os pesquisadores não responderam a duas questões fundamentais, segundo os críticos do documento: onde exatamente estão as máquinas de mineração e qual é a matriz energética?

“Eu esperava que grande parte dos dados tivesse relação a nível provincial, cobrindo a matriz energética dos mineradores chineses”, tuitou Nic Carter, sócio do Castle Island Ventures e cofundador da Coin Metrics.

“Mas não tem isso. Em vez disso, afirmam terem considerado isso, mas não mostraram no trabalho(!). Apenas afirmaram que quantificaram isso.”

No artigo, os pesquisadores afirmaram terem levado em consideração as emissões de carbono tanto da mineração de bitcoin via hidrelétricas e combustíveis fósseis na China.

“Conforme sugerido pelas verdadeiras estatísticas regionais dos mineradores de bitcoin, acreditamos que 40% das máquinas de mineração estão localizadas na área de combustível de carvão”, escreveram eles, sem explicar a origem dessas “estatísticas regionais”.

Após The Block ter entrado em contato com os autores para esclarecer essa questão, Shouyang Wang, professor titular da Academia de Matemática e Ciência de Sistemas da Academia Chinesa de Ciências, respondeu:

Obtivemos as estatísticas pela localização de transmissão de cada pool de mineração da BTC.com.

Com base na localização de cada pool de mineração e a região associada, conseguimos criar a hipótese de que aproximadamente 40% das máquinas de mineração se encontram em locais de combustível de carvão.

Em outra mensagem, Wang explicou o que os autores queriam dizer com “localização de transmissão de cada pool:

As estatísticas regionais de pools no BTC.com sugere uma divisão de aproximadamente 60% a 40% entre regiões com hidrelétricas e com combustível de carvão na China.

A proporção representa o poder computacional indicado em Shenzhen (localização de servidores próximos de regiões com muitas hidrelétricas) vs. Pequim (localização de servidores próximos de regiões com muito combustível de carvão).

A partir da declaração de Wang, parece que os pesquisadores basearam essa suposição em outra: que a localização de pools de mineração corresponde diretamente à localização de máquinas de mineração individuais.

Mas isso seria um equívoco de como as máquinas e os pools de mineração de bitcoin funcionam na prática.


Grande parte dos dados está desatualizada e incompleta; a participação da China na capacidade de mineração total da rede Bitcoin caiu significativamente nos últimos doze meses (Imagem: Facebook/Greenidge Generation LLC)

Pools de mineração de bitcoin agregam poder de hashing de qualquer máquina individual que querem conectar seu serviço para minerar blocos de forma coletiva.

Apesar de a F2Pool estar em Pequim, isso não significa que todas as máquinas conectadas ao pool também estão localizadas lá. Na verdade, eles podem estar em qualquer lugar da China ou do mundo.

Wang também confirmou que não obtiveram estatísticas internas de grandes pools de mineração sobre a geolocalização exata de cada um de seus clientes de mineração.

Em vez disso, eles usaram dados da Universidade de Cambridge, “que mostraram que 40% da taxa de hashes são impulsionadas por regiões com combustível de carvão, como Xinjiang e Mongólia Interior em abril de 2020”, segundo Wang.

Porém, os dados da Universidade de Cambridge estão desatualizados há um ano e a composição da rede de mineração está sempre mudando. Por exemplo, a participação da China na capacidade de mineração total da rede Bitcoin caiu significativamente nos últimos doze meses.

É impossível medir?

Hipóteses à parte, o debate sobre a metodologia do artigo levanta uma questão que está sendo difícil de ignorar conforme o bitcoin e outras criptomoedas se popularizam: como a matriz energética da rede Bitcoin pode ser medida com precisão?

A realidade é que a natureza descentralizada do bitcoin e de sua mineração torna extremamente difícil quantificar quanto da energia que a rede utiliza vem de energias renováveis ou não — fora as estimativas referentes às emissões de carbono.

O Cambridge Center for Alternative Finance (CCAF) realizou uma das mais novas tentativas de responder à pergunta com seu Índice de Consumo de Energia Elétrica do Bitcoin (CBECI).

O CBECI estima o consumo total de energia com um limite teórico inferior e superior entre 35 e 391 tWh anualmente.

O limite inferior supõe que todas as máquinas de mineração usando hardwares com baixo consumo de energia disponíveis todo o tempo enquanto o limite superior supõe que todas as máquinas estão usando os hardware menos eficientes o tempo todo.

O pesquisadores por trás do CBECI dão uma estimativa com “a melhor suposição” — com base na hipótese de que máquinas usam “uma cesta de hardwares rentáveis em vez de um único modelo” — de que a rede consome 113,88 tWh anualmente; quase o mesmo consumo dos Países Baixos.

O CBECI também fornece um panorama geográfico da taxa de hashes do Bitcoin com base em dados fornecidos por três pools de mineração de bitcoin: BTC.com, ViaBTC e Poolin.

O mapa de mineração do artigo, de abril de 2020, mostra que mineradores em Xinjiang e Mongólia Interior — duas regiões chinesas que utilizam combustíveis fósseis — totalizaram quase 40% da taxa global de hashes.

Enquanto isso, províncias hidrelétricas, como Sichuan e Yunnan, totalizaram quase 25% há um ano, segundo o CBECI.

Mas esses números não foram atualizados desde abril de 2020 e os dados foram fornecidos por apenas três pools que, juntos, totalizam apenas 35% da taxa de hashes total.

Além disso, o mapa de mineração do CBECI apenas capta o panorama geográfico da taxa de hashes entre setembro de 2019 e abril de 2020, período de seca na China.

Segundo o “disclaimer” do CBECI: “em alguns países e, principalmente, na China, operações de mineração tendem a migrar entre localizações de acordo com variações sazonais na produção de energias renováveis. Esses padrões de migração só podem ser observados ao selecionar um período mais longo para a análise”.

Durante a temporada de seca, um número significativo de mineradores nas províncias de Sichuan e Yunnan, no sudoeste da China, migram para o norte, em Xinjiang ou Mongólia Interior, onde a matriz energética tende a ser baseada em carvão.

Após o retorno da temporada de chuvas, que vai de maio a setembro, alguns podem voltar para o sul, onde existe bem mais energia hidrelétrica na matriz.

Uma contabilização mais precisa exigiria uma cooperação ao longo do ano de uma quantidade suficiente de pools de mineração de bitcoin que componham uma parte maior da taxa de hashes.

Seriam necessários não apenas a geolocalização de protocolos de internet (IPs) de cada máquina de mineração — seja em Sichuan, Yunnan, Xinjiang ou Mongólia Interior —, como também o modelo exato de cada máquina.

Isso porque as máquinas de mineração de bitcoin evoluíram significativamente nos últimos anos e diversos modelos antigos ainda estão sendo utilizados.

Por exemplo, para computar a mesma quantidade de taxas de hash, o modelo S9, de cinco anos atrás, da série Antminer, consome quatro vezes a quantidade de energia elétrica utilizada por S19 Pro, o modelo mais eficiente do mercado atualmente.

É quase impossível saber qual é a composição exata das máquinas sendo utilizadas, principalmente durante um ciclo de alta, quando inúmeros modelos ultrapassados ainda podem ser usados para obter rentabilidade.

Outra abordagem técnica — apesar de ser algo bem mais difícil — seria convencer autoridades energéticas em diferentes países a identificar quantas fazendas de mineração de bitcoin existem localmente e quanta energia consomem.

Empresas cripto apresentam plano para mineração à base de energias limpas

Será que Terra Pool irá incentivar a criação de outros meios sustentáveis para a mineração cripto? (Imagem: Twitter/Argo Blockchain)

Na semana passada, duas empresas de mineração cripto de capital aberto anunciaram planos para criação do primeiro pool de mineração cripto alimentado somente por fontes de energia limpa.

Um pool de mineração é um grupo de mineradores que combinam seus recursos computacionais para transmitir um bloco de transações ao blockchain, garantindo a segurança de uma rede.

A parceria entre a Argo Blockchain, empresa de mineração de criptomoedas sediada no Reino Unido, e a DMG Blockchain, com sede no Canadá, resultará no lançamento do Terra Pool.

A taxa de hash do Terra Pool virá, inicialmente, das fontes de mineração da Argo e da DMG. Em um comunicado, a Argo afirmou que a capacidade de mineração das duas empresas é “advinda principalmente de fontes hidrelétricas”.

Taxa de hashes de uma rede cripto é a velocidade em que mineradores conseguem realizar cálculos por segundo.

“O Terra Pool representa a primeira oportunidade para a criação de ‘bitcoins sustentáveis’. A iniciativa tem como objetivo acelerar a mudança de fontes convencionais para energias limpas e reduzir o impacto da mineração de bitcoin no meio ambiente. O pool de mineração fornecerá uma plataforma para mineradores produzirem bitcoin e outras criptomoedas de uma maneira sustentável”, a empresa afirmou no comunicado.

“Abordar as mudanças climáticas é uma prioridade para a Argo, e firmar parceria com a DMG para criar o primeiro pool ‘sustentável’ para mineração de bitcoin é um passo importante para proteger nosso planeta agora e para as gerações futuras”, afirmou Peter Wall, CEO da Argo Blockchain.

A parceria foi firmada após um mês da compra de 320 acres de terra pela Argo, no oeste do estado americano do Texas, para abrir uma mineradora com capacidade de 200 MW, e quase três meses após a empresa procurar aumentar sua capacidade de mineração em 75%.

Projeto piloto da ABB e Evolvere aproxima ainda mais a tecnologia blockchain residencial

Ao trabalhar com o Evolvere, os investidores da ABB estão permitindo um gerenciamento mais eficiente das trocas de energia em ambientes de redes inteligentes usando a tecnologia blockchain e contratos inteligentes.

Imagem: ABB

Com o movimento emergente de prosumers, o crescimento da digitalização e a demanda por energia renovável, os modelos tradicionais de energia centralizada buscam novas e revolucionárias trocas de energia.

Em resposta, o líder em tecnologia pioneira, a ABB tem colaborado com a renomada empresa italiana Evolvere, usando a tecnologia blockchain anteriormente desenvolvida com seu parceiro Prosume, oferecendo maior transparência e segurança para transações entre pares.

Utilizando a capacidade da ABB de oferecer soluções digitais através do ABB Ability ™ e de seu portfólio de investidores, incluindo inversores solares UNO-DM-PLUS e inversores REACT 2 com armazenamento, o projeto piloto abriu um mar de possibilidades para Os mercados de energia exploram novos modelos focados em ambientes de redes inteligentes.

Giampiero Frisio, diretor da linha de negócios ABB Smart Power, explicou: “Reconhecemos que a maneira como as pessoas consomem e usam sua energia está mudando. Os consumidores, que usam seus próprios sistemas fotovoltaicos, estão analisando como podem não apenas produzir e usar a energia que criam, mas também compartilham qualquer excesso de energia entre vizinhos, comunidades e toda a rede. ”

“Como líder pioneiro em tecnologia, com uma variedade de soluções ativadas digitalmente, do sol à fonte de consumo, temos orgulho de trabalhar com empresas com ideologias afins, como a Evolvere, para testar o potencial da tecnologia blockchain em sistemas solares, que nós dará uma plataforma poderosa para futuras soluções de troca de energia ”, acrescentou Frisio.

Blockchain, um registro público, é usado para armazenar, verificar e manter transações entre pares. Ele também tem um enorme potencial para entrar no setor de energia, oferecendo uma alternativa viável de transação aos modelos tradicionais.

Permite descentralizar a maneira como as transações são executadas e gerenciadas adotando uma abordagem ponto a ponto segura e confiável, que reduz a complexidade e os custos para os clientes (empresas de serviços públicos, agregadores e a comunidade de energia em geral) . Também oferece alta eficiência para consumidores e fornecedores, permitindo execução rápida e pagamentos automáticos para manutenção e outros serviços.

Este último piloto entre a ABB e a Evolvere apóia ainda mais as alegações de que a blockchain pode ser usada nos mercados de energia e em serviços públicos e agregadores, para permitir novos modelos de negócios.

De fato, ele demonstra como os investidores prontos para blockchain com recursos digitais integrados podem ajudar a reduzir os custos do projeto CAPEX e OPEX.

Franco Giampetruzzi, CEO da Evolvere, disse: “Estamos comprometidos em disseminar as vantagens da geração de energia distribuída por meio da tecnologia de rede inteligente, para permitir que os proprietários percebam o quão perto estamos de compartilhar energia com outros consumidores. A ABB é um parceiro confiável e de alta qualidade que suporta nossas inovações no espaço blockchain. ”

Após o piloto, a ABB levará a investigação um passo adiante e investigará como ela pode garantir que todos os seus investidores da mesma classe estejam prontos para o blockchain.

A ABB Frisio concluiu: “O projeto Evolvere nos permitiu desenvolver soluções viáveis ​​e comprovadas para o mercado, antecipando estruturas dinâmicas e regulatórias que poderiam ser introduzidas para a tecnologia blockchain. Estamos empolgados por estar nessa viagem enquanto escrevemos o futuro da energia. ”

Para descobrir como a ABB pode ajudá-lo a obter ainda mais com suas instalações, visite www.abb.com/solarinverters e encontre seu representante de vendas local.

Setor de energia obtém o primeiro blockchain de código aberto e feito sob medida

Uma blockchain de energia de grau de empresa pública impulsionou a promessa de acelerar um futuro de eletricidade distribuída com baixo teor de carbono. Pela primeira vez, as empresas do setor energético estão hospedando nós validadores em uma rede descentralizada, à medida que buscam se adaptar a um sistema energético mais digitalizado e descentralizado.

O desenvolvedor suíço diz que seu sistema poderia ser outro ponto de inflexão na transição energética. Imagem: xresch / Pixabay

Depois de anos de campanha publicitária, blockchain deu um grande passo no sentido de cumprir uma das promessas do setor de energia. Na semana passada, a Energy Web Foundation (EWF) da Suíça lançou o que descreveu como a primeira blockchain pública, de código aberto e de nível corporativo, voltada para o setor de energia - a Energy Web Chain (EW Chain).

Blockchain tem sido apontado como o método ideal para aplicações no setor de energia, incluindo geração e distribuição peer-to-peer, comércio de certificados energéticos renováveis e operação dos programas de energia de resposta à demanda mais eficazes, mas tem sido assolado por problemas, falta de transparência sobre como as partes interessadas conduzem as operações, algo que a EWF afirma ter agora abordado.

Várias afiliadas da EWF, incluindo concessionárias e operadores de rede na Bélgica, França, Sudeste da Ásia e América Central, além de pelo menos uma empresa global de energia e desenvolvedores de blockchain da Fortune 500 OLI Systems, FlexiDAO, Wirepas e Virtudes Digitais, receberão nós de validadores multinacionais para rede pública baseada no ethereum.

Transparência

É essa rede de validadores corporativos que faz com que a cadeia EW esteja bem posicionada para ganhar favor entre os reguladores. Nos blockchains mais famosos, como o Bitcoin, a rede de validadores alcança o consenso por meio de uma abordagem conhecida como prova de trabalho. Isso significa que qualquer computador pode, em teoria, tornar-se um validador - geralmente anônimo - ou bloco mineiro. Há problemas com a prova de trabalho - é uma maneira intensiva de energia para executar um blockchain, seus tempos de bloco mais lentos apresentam desafios de escalabilidade e o anonimato dos nós validadores é visto como um obstáculo à aceitação no setor de energia. 

No projeto de rede de prova de autoridade pública (PoA) da EW Chain, todos os nós validadores que mantêm cópias do banco de dados blockchain e concordam em adicionar novos blocos de transações à cadeia são hospedados por entidades conhecidas. A EWF acredita que essa distinção fornece transparência e supervisão para os reguladores se sentirem mais confortáveis ​​com a tecnologia blockchain sendo usada para aplicações no setor de energia.

"Este é um momento decisivo para a aceleração de um sistema de eletricidade de baixo carbono e centralizado no cliente", disse Jesse Morris, diretor comercial da EWF. “Espero que olhemos para o lançamento da EW Chain como outro ponto de inflexão na evolução da eletricidade, assim como vemos agora o vento e a queda na curva de custos, a implantação de medidores inteligentes e outras infraestruturas digitais e o surto de veículos elétricos investimento e propriedade”.

Algoritmo PoA 

Embora a rede de nós validadores pareça pequena para um blockchain, o EWF afirma que até dez nós mais oferecem uma boa quantidade de descentralização por causa da abordagem do PoA ao consenso. Nomeadamente, o nó dado escolhido para validar o próximo bloco a ser adicionado à cadeia é selecionado essencialmente aleatoriamente por algoritmo. Por outro lado, blockchains com uma abordagem de prova de trabalho para o consenso são essencialmente uma corrida armamentista de poder computacional - um grupo suficientemente grande de mineradores de bloco pode teoricamente dominar.

O algoritmo PoA garante que o EW Chain seja altamente escalável e eficiente em termos de energia, o que equivale a baixos custos de transação para os participantes do mercado de energia. A cadeia em si é pública, o que significa que qualquer empresa, indivíduo ou dispositivo conectado à Internet pode transacionar pela rede sem permissão, aumentando a interoperabilidade da rede e reduzindo o custo de desenvolvimento da solução.

Pelo menos 17 aplicativos descentralizados (dApps) já estão ativos nas redes de teste do EWF e devem fazer a transição para a rede ao vivo nas próximas semanas. O primeiro lote de dApps se concentra na criação de valor para os clientes e negócios expandindo os mercados de comércio de energia renovável, aumentando a eficácia e a profundidade dos programas de resposta à demanda, reduzindo os custos de transação e simplificando a cobrança de EV.

"Nunca antes tivemos uma rede pública globalmente descentralizada e de código aberto, apoiada por algumas das maiores entidades corporativas do mundo, e muito menos no setor de energia", disse Morris. “Outros projetos de blockchain de energia baseados em tokens estão focados no fornecimento de aplicações descentralizadas singulares. Em contrapartida, o Energy Web é um projeto de infra-estrutura de blockchain focado no suporte a todos os desenvolvedores de blockchain que buscam acelerar a transição global de combustíveis fósseis para eficiência e energias renováveis​​”.

Cumprindo uma promessa

Quando estabelecido em 2017, o EWF foi sustentado com US $ 2,5 milhões de dez empresas de energia em nove nações: Centrica, Elia, Engie, Royal Dutch Shell, Sempra Energy, SP Group, Statoil ASA, Stedin, TWL (Technical Works Ludwigshafen AG) e Tóquio. Electric Power Co. Em março, a plataforma anunciou que o número de afiliados subiu para 100, com a empresa alemã EnBW, a petrolífera francesa Total e a State Grid EV Service Co, da concessionária estatal chinesa State Grid Corporation of China. os recém-chegados. Enquanto isso, concessionárias e operadores de rede lançaram demonstrações, pilotos e até mesmo implantação pré-comercial em redes de teste de energia da Web.

“Iniciamos a Energy Web Foundation em 2017 com uma promessa: uma versão de produção da Energy Web Chain até o segundo trimestre de 2019. Temos orgulho de anunciar que mantivemos nossa promessa. A Energy Web Chain está agora em execução no modo de produção ”, disse Hervé Touati, co-fundador e diretor executivo da EWF. “Nossa próxima meta, a ser alcançada [no] mais recente até o quarto trimestre de 2019, é descentralizar totalmente a cadeia. Nesse ponto, não será mais a cadeia 'nossa'; será a blockchain do setor de energia - a primeira blockchain pública em que os blocos são validados pelas empresas do setor de energia ”.

Relatório diz que quase 75% da energia utilizada na mineração de Bitcoin vem de fontes renováveis


Um novo estudo sobre mineração de Bitcoin, conduzido pelo Fidelity Center for Applied Technology e distribuído pelo site CoinShares na segunda-feira, 17 de junho, mostra que quase 75% da energia elétrica utilizada para este fim vem de fontes limpas.

"Calculamos uma estimativa conservadora da penetração de fontes renováveis de energia na mineração de Bitcoin em 74,1%, fazendo com que essa atividade seja mais limpa do que praticamente todas as outras grandes atividades industriais do planeta."

Segundo o relatório, a análise geográfica das principais empresas deixa claro que "grande parte da mineração de Bitcoin é realizada em regiões onde existe ampla oferta de energia renovável disponível."

O relatório também mostra que os custos com a mineração, especialmente com energia, assim como outros índices importantes como taxa de depreciação de equipamentos, caíram consideravelmente em 2019, fazendo com que a atividade seja atualmente bastante lucrativa.

"Com os custos atuais, o minerador médio é bastante lucrativo. Tanto aqueles com equipamentos antigos quanto os mineradores com alto custo hoje são capazes de ter um retorno de investimento (ROI) positivo."

A indústria bilionária de mineração, parte essencial do funcionamento do Bitcoin, deve arrecadar US$ 6,2 bilhões em 2019, sendo 94% deste valor em novas moedas e 6% (ou cerca de US$ 372 milhões) em taxas de transação.

Bitcoin gera mais emissão de carbono do que alguns países do mundo, alerta estudo


A emissão de carbono gerada pelo Bitcoin (BTC) são comparáveis à de toda Kansas City, ou mesmo a pequenos países, de acordo com um estudo publicado pelo jornal Joule em 12 de junho.

Christian Stoll, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, disse que uma grande quantidade de energia consumida gerada através da mineração revela uma grande pegada de carbono. Além disso, o poder de computação necessário para resolver um puzzle de Bitcoin tem mais que quadruplicado no último ano, e este é um problema que se agrava cada vez mais, diz o estudo. Ele completa:

“A magnitude dessas emissões de carbono, combinada com o risco de conluio e preocupações sobre o controle do sistema monetário, pode justificar uma intervenção regulatória para proteger os indivíduos de si mesmos e de outras pessoas de suas ações.”

Os pesquisadores usaram dados dos formulários de IPO e endereços IP para chegar a suas conclusões. Com emissões anuais de CO2 estimadas entre 22 e 22,9 megatons, o Bitcoin estaria colocado entre a Jordânia e o Sri Lanka em termos internacionais. O estudo sugere que esse nível poderia duplicar se todas as demais criptomoedas entrassem na conta.

Stoll, pesquisador da Universidade de Munique e do MIT, alertou:

“Nós não questionamos os ganhos de eficiência que a tecnologia blockchain poderia, em certos casos, oferecer. No entanto, o debate atual é focado em benefícios antecipados, então devemos ter mais atenção com os custos.”

Em novembro, outro estudo revisou o período entre janeiro de 2016 e junho de 2018 e descobriu que levou quatro vezes mais energia para extrair US$ 1 de BTC do que US$ 1 de cobre - e o dobro do que custa para $ 1 em ouro ou platina.

Um relatório de PwC de março alertava que as energias renováveis poderiam não serem suficientes para resolver o problema de sustentabilidade do Bitcoin. No mesmo mês, um condado do estado americano de Montana discutiu planos que, no entanto, exigiriam que os mineiradores cripto usassem energia renovável.

EDP e Accenture vão explorar energia solar com blockchain no Brasil


A EDP Brasil assinou um Memorando de Entendimento (MoU) com a Accenture para a criação do Smart Energy Lab, uma espécie de hub de inovação que visa promover a integração da tecnologia blockchain e a exploração comercial da energia solar.

“Liderar a transição energética é um vetor fundamental da estratégia da EDP. O Smart Energy Lab, em parceria com a Accenture, nos permitirá acelerar o desenvolvimento das soluções que estão promovendo a transformação do setor”, afirmou no texto Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

Segundo o portal Computer World a parceria tem por objetivo criar tecnologias inovadoras nas áreas de geração solar distribuída, soluções para gestão de energia, mobilidade elétrica, soluções financeiras e armazenamento de energia. 

A parceria, lançada oficialmente no último dia 22 de maio, destaca que testes baseados em blockchain serão feitos no Recife, no Porto Digital, pela EDP, e em São Paulo pela Accenture. Todo desenvolvimento em conjunto pode ser adotado e oferecido aos consumidores brasileiros no futuro próximo.

“O consumidor está cada vez mais consciente da importância de usar energia de forma limpa e eficiente, e temos um potencial enorme de desenvolver tecnologias inovadoras para suprir essa demanda”, afirma Adriano Giudice, executivo líder do setor de Utilidades Públicas na Accenture América Latina.

Honda e GM pesquisam interoperabilidade entre smart grid e carro elétrico com blockchain


As gigantes automotivas Honda e General Motors (GM) estão conduzindo uma pesquisa conjunta sobre a interoperabilidade de veículos elétricos e smart grids (redes elétricas inteligentes) usando tecnologia blockchain, como publicou a rede de notícias japonesa Nikkei em 20 de maio.

Como parte do projeto, a Honda e GM vão investigar como carros elétricos podem ser usados para estabilizar o suprimento de energia em redes inteligentes. Especificamente, a empresa pretende desenvolver métodos de envio de dados entre carros elétricos e smart grids, o que poderia permitir a proprietários de veículos elétricos ganhar taxas de armazenamento de energia em baterias de carros e trocá-las com a rede.

As partes vão trabalhar no consórcio de tecnologia internacional Mobility Open Blockchain Initiative (MOBI), que busca tornar os serviços de mobilidade mais eficientes. A plataforma foi lançada no começo de maio e é idealizada por mais de 30 participantes, incluindo Bosch, Hyperledger, IBM e IOTA.

Como noticiado pelo Cointelegraph, a GM registrou uma patente de blockchain para uma solução para gerir dados de veículos autônomos. O sistema busca oferecer distribuição de dados "segura" e "robusta" e trocas interoperáveis entre diversos veículos automatizados e outras entidades, como governo, autoridades regionais e serviços públicos.

A gigante automotiva americana também tornou-se parceira da startup blockchain Spring Labs para aprimorar a segurança de dados.

Entre as gigantes de automóveis que estão adotando a tecnologia blockchain, a Mercedes-Benz desenvolveu uma plataforma blockchain platform que permite armazenamento de documentação e contratos em uma complexa cadeia de suprimentos.

ABB lança piloto blockchain para o setor de energia solar


A empresa internacional de engenharia elétrica ABB lançou um piloto blockchain para explorar como a tecnologia pode promover o papel da energia solar no comércio peer-to-peer (P2P), informou a PV Tech nesta última quinta-feira, 16 de maio.

Para implementar o projeto, a ABB colaborou com o agregador de energia italiano Evolvere para implantar uma blockchain desenvolvida em conjunto com a plataforma baseada Prosume. O piloto permitirá transações de energia P2P transparentes e seguras, bem como uma pesquisa sobre o papel da blockchain no mercado de redes inteligentes.

A ABB informou à PV Tech que o objetivo do projeto é fazer inversores blockchain prontos para que os participantes do mercado de energia possam reduzir os custos de capital e despesas operacionais. Giampiero Frisio, diretor de negócios de energia inteligente da ABB, disse que “o projeto Evolvere nos permitiu desenvolver soluções viáveis e comprovadas para o mercado, antecipando novas dinâmicas e estruturas regulatórias chegando à tecnologia blockchain.”

O Grupo ABB está envolvido em vários projetos “inteligentes” e de energia renovável, incluindo gás inteligente e carros elétricos. A ABB tem operações na Europa, América do Norte e do Sul, Ásia, África e Austrália. Em 2018, a empresa teve uma receita operacional de mais de US$ 28,5 bilhões.

A blockchain vem ganhando força no setor de energia em todo o mundo. No início deste mês, a empresa norte-americana de blockchain Data Gumbo Corp. arrecadou US$ 6 milhões de grandes empresas de energia, incluindo a subsidiária Saudi Aramco, empresa nacional de petróleo e gás natural da Arábia Saudita. Os investidores esperam que a plataforma blockchain-as-a-service da Data Gumbo melhore a cadeia de fornecimento de gás e petróleo, eliminando disputas e permitindo pagamentos automatizados.

Em abril, a maior fornecedora de energia da Áustria, a Wien Energie, desenvolveu uma geladeira movida à blockchain em parceria com a gigante de tecnologia Bosch. O principal objetivo por trás do projeto é aumentar o interesse do consumidor no consumo sustentável de energia. Uma solução blockchain, neste caso, permite escolher a fonte da energia, seja um painel solar ou uma central de energia eólica.

Departamento de Energia dos EUA avança com pesquisa de segurança blockchain para usina de energia


Um projeto blockchain patrocinado pelo governo dos Estados Unidos com o objetivo de reforçar a segurança das usinas de energia entrou em sua segunda fase, os participantes confirmaram em um comunicado de imprensa em 10 de abril.

O projeto, principalmente uma parceria entre o Laboratório Nacional de Tecnologia de Energia (NETL) do Departamento de Energia dos EUA (DOE) e a empresa de segurança Taekion, do Colorado, visa reduzir a capacidade dos cibercriminosos de comprometer aspectos da cadeia de fornecimento de energia.

O esforço, que vale US$ 1 milhão, utiliza blockchain para reforçar a segurança e impedir ataques remotos, como aqueles que afligiram a rede da Ucrânia em 2016.

A Taekion está atualmente pesquisando como a tecnologia poderia aparecer em soluções adequadas, que seriam implantadas nas próprias usinas.

“Informações precisas sobre o estado das operações da usina são fundamentais para a segurança da rede elétrica”, explica o comunicado de imprensa. Continua:

“Por exemplo, um método de ataque cibernético envolve o comprometimento de um sistema para que ele pareça operacional quando foi realmente desativado pelos hackers, deixando milhões sem energia […] Os aplicativos que estão sendo desenvolvidos no projeto gerenciado pelo NETL têm o potencial de impedir ataques, impedindo que hackers alterem as informações operacionais da usina.”

Como o Cointelegraph relatou, o papel potencial do blockchain no setor de energia é atualmente o foco de múltiplos esquemas em todo o mundo.

Isso inclui a implantação em novas áreas, como balanceamento de oferta e demanda, além de redução de custos e contratos.

Na semana passada, a Gazprom, gigante nacional de energia da Rússia, anunciou que usaria blockchain em seus contratos de fornecimento de gás.

Em janeiro, o DOE liberou US$ 4,8 milhões em financiamento para pesquisa tecnológica inovadora, com blockchain como um dos alvos.

Condado de Montana exige mineradoras de bitcoin para usar fontes de energia renováveis ​​para criptos de mineração


O condado de Missoula, localizado no estado de Montana, decidiu adotar novos regulamentos de mineração para criptocorrências. De acordo com o jornal local Missoulian, mineiros de moedas virtuais terão de usar energias renováveis ​​para alimentar suas plataformas de mineração.

Energia Renovável para Criptos Mineiros

As atividades de criptomoeda são muito caras e consomem muita energia. A energia necessária para alimentar dispositivos ASIC e outras plataformas de mineração é muito alta, o que causou alguns problemas às comunidades próximas às fazendas de mineração.

Esta é uma das razões pelas quais o Conselho de Comissários de Missoula County decidiu impor novas regras para as operações locais de mineração de criptografia. A principal razão por trás desse regulamento é “proteger” a saúde pública, a segurança, a “moral” e também o bem-estar dos moradores de Missoula.

A lei enfoca os efeitos que a mineração com criptomoedas tem sobre o aquecimento global e também sobre o lixo eletrônico. Vale a pena mencionar que as mineradoras do município também terão que estabelecer suas operações em distritos industriais após terem sido aprovadas para operar.

Vale ressaltar que as empresas que operam com moedas virtuais terão que fornecer certificação de que os resíduos eletrônicos gerados terão que ser manuseados por uma empresa licenciada pelo Departamento de Qualidade Ambiental. Essas empresas e empresas que querem minerar moedas virtuais também precisarão usar energia renovável.

As atividades de mineração que não estão em conformidade agora e que estão operando poderão continuar em operação, mas não serão autorizadas a expandir suas fábricas, a menos que se tornem compatíveis com as novas regulamentações. As novas regras entraram em vigor em abril 4 e durarão até abril 3.

Uma das empresas que atualmente opera no condado é conhecida como Hyperblock. A empresa usa um terço da eletricidade de todas as casas do condado. Ao mesmo tempo, a empresa pretende triplicar seu uso de energia no futuro próximo.

O comissário do condado Dave Strohmaier comentou sobre isso:

“POR MAIS QUE EU POSSA DIZER QUE A CRIPTOMOEDA ESTÁ USANDO EXPONENCIALMENTE MAIS ENERGIA; É UMA QUANTIDADE GROTESCA DE ENERGIA E TEMOS QUE TOMAR MEDIDAS PARA LIDAR COM ISSO. […] TEMOS QUE UTILIZAR NOVAS ENERGIAS RENOVÁVEIS ​​SE QUISERMOS TRATAR DA MUDANÇA CLIMÁTICA. ”

De acordo com o gerente da Hyperblock, Dan Stivers, eles sempre usaram energia renovável ao invés de comprar energia baseada no carvão. Além disso, Stivers explica que eles trabalham com um reciclador licenciado para lidar com o lixo eletrônico.

Como mencionado anteriormente, as operações de mineração consomem grandes quantidades de energia. As mineradoras tentam permanecer lucrativas usando as fontes mais baratas de eletricidade, que às vezes vêm do carvão e não de energias renováveis. Às vezes, as empresas de mineração de criptografia também têm usado eletricidade que antes era usada por cidades, cidades ou mesmo parques industriais, e isso está criando conflitos com as autoridades locais.

Condado de Montana adota regulação exigindo que mineradores de criptos usem energia renovável

O condado norte-americano de Missoula, no estado de Montana, adotou uma regulação para a mineração de criptomoedas, informou a mídia local Missoulian em 5 de abril.


De acordo com a reportagem, o Conselho de Comissários do Condado de Missoula votou por unanimidade pela imposição de novas regras para as operações locais de mineração com criptomoeda. Como o Cointelegraph informou no mês passado, quando o regulamento foi proposto pela primeira vez, a minuta das regras afirmava que eles tinham como objetivo “proteger a saúde pública, a segurança, a moral e o bem-estar geral dos residentes do condado”.

O foco da nova lei é aparentemente sobre os possíveis efeitos da mineração de criptomoeda no aquecimento global e no lixo eletrônico. Além disso, a partir de agora, os mineradores de cripto no município poderão estabelecer suas operações apenas em distritos industriais leves e industriais pesados ​​e somente depois de terem sido revisados ​​e aprovados como um uso condicional.

As mineradoras também precisarão fornecer certificação de que todos os resíduos eletrônicos gerados serão manuseados por uma empresa de reciclagem licenciada pelo Departamento de Qualidade Ambiental. Outra nova regra estabelecida no município exige que as mineradoras usem exclusivamente energia renovável.

Por fim, as operações de mineração pré-existentes que não forem compatíveis terão permissão para continuar, mas não serão autorizadas para expansão se não estiverem em conformidade com as novas regulações. O projeto especificava que as regras entrariam em vigor em 4 de abril de 2019 e até 3 de abril de 2020.

O Missoulian observa que os funcionários do condado afirmam que a mineradora Hyperblock atualmente usa tanta eletricidade quanto um terço de todas as casas do condado e planeja triplicar seu uso de energia.

A Hyperblock supostamente compra energia hidroelétrica para alimentar seus esforços, mas os comissários alegaram que deslocam outros potenciais compradores de energia renovável. O comissário do condado Dave Strohmaier supostamente comentou:

“O máximo que posso dizer pe que a criptomoeda está usando exponencialmente mais energia; é uma quantidade grotesca de energia e precisamos tomar medidas para lidar com isso. [...] Temos que utilizar novas energias renováveis ​​se vamos abordar a mudança climática.”

O gerente da Hyperblock Dan Stivers defende a empresa afirmando que sempre usou somente energia renovável e que poderia ter usado eletricidade obtida pela queima do carvão, já que era mais barato. Stivers também afirma que a Hyperblock usa um reciclador licenciado para lidar com seu lixo eletrônico, acrescentando:

“De alguma forma, nada disso é suficiente. É um modelo de negócios viável e, se não tivéssemos nos mudado como inquilinos âncora, não haveria nenhuma fábrica de Bonner como a vemos hoje”.

De acordo com o Missoulian, um advogado da empresa sugeriu que pode entrar com uma ação judicial sobre o regulamento no futuro.

Como a Cointelegraph informou hoje, o secretário de Serviços Financeiros e do Tesouro de Hong Kong afirmou que as operações de cripto são reguladas pela lei de comércio local.

Importante provedora de energia dos EUA, Ameren de olho na promessa blockchain para o setor de energia limpa

Importante empresa norte-americana de energia, a Ameren e a empresa canadense de engenharia e soluções de software, Opus One Solutions, explorarão o uso potencial da tecnologia blockchain. Os participantes anunciaram a notícia em um comunicado de imprensa em 28 de março.


A Ameren, que atualmente atende cerca de 2,4 milhões de consumidores de eletricidade e 900 mil de gás, examinará a blockchain como uma das opções em sua iniciativa de energia limpa. Em maio de 2018, a Ameren foi listada entre as 20 principais empresas de gás e energia elétrica dos EUA, com base no valor de mercado.

Está previsto que a blockchain entre no chamado Mercado de Energia Transativa (TEM), uma microrrede construída usando a tecnologia Opus One para melhorar os índices de oferta e demanda.

“Identificar o valor que os recursos de energia distribuída local (DER) podem fornecer ao nosso sistema de distribuição e aos clientes que atende, ajuda a informar como e onde os clientes devem investir em energia limpa e renovável”, disse Ron Pate, vice-presidente sênior de operações e serviços técnicos da subsidiária Ameren Illinois, comentou no comunicado de imprensa. Ele continuou:

“Os mercados de energia transativa garantirão que os recursos de energia distribuída sejam adequadamente compensados ​​pelos serviços que eles fornecem.”

Os planos ainda não indicam explicitamente como a Ameren planeja alavancar a blockchain, mas veem fornecedores de energia em todo o mundo se voltando para a tecnologia para reformular suas operações.

Como o Cointelegraph informou no início deste mês, a Marubeni do Japão fez uma parceria com uma empresa de blockchain, a LO3, em sua própria tentativa de aumentar a automação e a eficiência de sua oferta de energia renovável.

Antes disso, a Fujitsu confirmou os resultados positivos de um teste envolvendo blockchain e outro fornecedor japonês de energia, a Eneres.

Em fevereiro, outro esquema utilizou a plataforma de Internet das Coisas da Iota para desenvolver uma prova de conceito para uma rede de energia inteligente autônoma nos Países Baixos.

BID abre chamada no Brasil para soluções em eficiência energética baseadas na tecnologia blockchain

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está em busca de startups que tenham soluções em blockchain para eficiência energética. A chamada faz parte do programa ‘Mostra Sua Energia’ e as inscrições vão até o dia 30 de abril.


Segundo informações do BID, podem se candidatar negócios estabelecidos no Brasil ou no exterior com patentes ou soluções baseadas em blockchain, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, machine learning, entre outras tecnologias.

As soluções devem contribuir com a iluminação pública, eficiência energética de prédios públicos e com a geração de energia solar.

Afirma a página da chamada:

“As empresas que cumprirem os critérios mínimos vão fazer parte de uma seleta lista, a qual será disponibilizada ao público, a fim de fomentar sua contratação.”

Os negócios, que devem demonstrar capacidade de entrega escalável e viabilidade técnica para implementação, serão disponibilizados para mais de 200 municípios com até 500 mil habitantes em uma parceria entre o BID e o Banco do Brasil.

A lista das organizações selecionadas será encaminhada aos municípios para avaliação e contratação dos projetos, conforme normas de financiamento já estabelecidas entre as prefeituras, BID e Banco do Brasil. O objetivo do BID com a iniciativa é fomentar o uso de tecnologias nos pequenos municípios brasileiros.

Há diversas iniciativas que unem a blockchain e a indústria de energia, em diferentes partes do mundo.

Como informado pelo Cointelegraph, na Alemanha, o Ministério para Assuntos Econômicos e Energia lidera a estratégia em DLT do país, enquanto no Japão, a Kyocera firmou uma parceria para testar usinas de energia virtual baseadas em blockchain.

Energia renovável não é suficiente para resolver o problema de sustentabilidade do Bitcoin

A energia renovável não resolverá o problema de sustentabilidade do Bitcoin (BTC), de acordo com um especialista em blockchain Big Four, empresa de auditoria PwC, Alex de Vries. De Vries apresentou seu argumento em um estudo publicado no periódico sobre energia sustentável Cell, em 14 de março.


A pesquisa cita estimativas do site de Vries, segundo o qual o Bitcoin consumia de 40 terawatts-hora (TWh) a 62,3 TWh ao longo de 2018. Segundo o documento, isso equivale ao consumo de energia de países como a Hungria (40,3 TWH) e Suíça (62,1 TWh).

De Vries cita uma pesquisa publicada em 2014 que estima que o consumo de energia de todo o setor financeiro pode chegar a 650 TWh de energia por ano. Ainda assim, De Vries aponta que isso inclui data centers, agências bancárias e caixas eletrônicos. A estimativa de consumo de energia do Bitcoin considera apenas a mineração e não os caixas eletrônicos de Bitcoin e terceiros confiáveis, como bolsas, provedores de carteira e provedores de serviços de pagamento.

De acordo com os dados citados, os datacenters mundiais consumiram cerca de 194 TWh em 2014, e devem aumentar em cerca de 3% (para 200 TWh) até 2020. As instalações de mineração Bitcoin supostamente usam pelo menos 20% (40 TWh) desta capacidade.

De Vries também observa que a pegada de carbono de uma transação com Bitcoin supera a de uma transação bancária tradicional sem caixa. Ele afirma que, em tal contexto, o Bitcoin consome 491,4 kWh para 765,4 kWh por transação, enquanto uma transação não-caixa tradicional tem uma pegada de carbono de 0,4 kWh. Isso coloca a pegada anual de carbono do Bitcoin entre 19,0 e 29,6 milhões de toneladas métricas de CO2. 

A pesquisa conclui que os grandes custos de energia e externalidades do Bitcoin, como a rápida substituição do hardware de mineração, significam que a energia renovável é insuficiente para lidar com o problema de energia do Bitcoin. 

Em vez disso, de Vries sugere que há alternativas para energia do Bitcoin do Trabalho (PoW mecanismo) como prova da Estaca (PoS) pode impedir que “tanto o consumo de energia extrema, bem como o incentivo ao desenvolvimento especializado (propósito singular) [ASIC] hardware."

Em dezembro de 2018, cofundador da Ethereum (ETH) Vitalik Buterin afirmou que futuros blockchain com sharding baseados em PoS serão “milhares de vezes mais eficientes”.

Em maio de 2018, Alex de Vries publicou um artigo chamado “Problema Crescente de Energia do Bitcoin”, no qual ele afirmava que a rede da Bitcoin usaria meio por cento da energia mundial até o final daquele ano.

Maior empresa de energia do Reino Unido adquire participação na empresa blockchain Electron

Principal empresa de energia do Reino Unido OVO, investiu na empresa blockchain Electron através de sua recém-lançada divisão de tecnologia, a Kaluza.


A Kaluza - uma empresa de tecnologia de rede inteligente que fornece produtos de software e hardware para o setor de energia - anunciou um investimento na Electron, uma empresa de tecnologia de energia com sede em Londres que usa a tecnologia blockchain. O movimento visa facilitar a implantação de plataformas de comercialização de energia distribuída pela Electron.

A Electron supostamente usará os recursos do investimento para desenvolver suas plataformas e sistemas de energia, ou seu mercado de flexibilidade distribuída. “O desenvolvimento do registro de ativos compartilhados da Electron será crucial para apoiar o crescimento da Kaluza e cumprir sua missão de conectar com segurança todos os dispositivos a uma rede inteligente de zero carbono”, explica o post.

O novo investimento da OVO é supostamente o primeiro desde que a Mitsubishi adquiriu uma participação de 20% na empresa. A OVO é declaradamente o sétimo maior fornecedor de energia no Reino Unido.

A Blockchain tem visto várias aplicações no setor de energia globalmente. No início de março, a empresa tailandesa de refinação de petróleo Bangchak Corporation Public Co. Limited (BCP) começou a testar uma plataforma de comércio de energia baseada em blockchain e uma micro-grade comercial. A plataforma apoiará as necessidades básicas de eletricidade de uma estação de combustível média do BCP, além de gerar, distribuir e armazenar energia para locatários de shopping centers vizinhos.

Mês passado, Fornecedor de energia solar do Japão Kyocera fez parceria com a LO3 Energy para testar usinas de energia virtual baseadas em blockchain (VPP) para melhorar a distribuição de energia. O teste permitirá às empresas avaliar a viabilidade de VPP's que promovem o uso de baixo carbono sem combustíveis ou emissões de carbono com base em rede de consenso distribuída peer-to-peer.

De acordo com recente pesquisa da Infoholic Research LLP, o blockchain global no mercado de energia deve crescer 60% até 2024. O mercado foi avaliado em US$ 210,4 milhões em 2018, e espera-se que chegue a US$ 3,4 bilhões até 2024. A Infoholic Research prevê o crescimento em uma taxa de crescimento anual composta de 59,4% de 2018 a 2024.

Setor de energia renovável da região do Golfo deve alavancar a blockchain, dizem especialistas

A blockchain pode tornar a infraestrutura de novos mercados de energia renovável no Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) mais segura, resiliente e econômica, disseram especialistas da empresa de consultoria Booz Allen Hamilton, com sede nos EUA.


O CCG - uma união regional política e econômica que inclui todos os estados árabes do Golfo Pérsico, exceto o Iraque - pretende instalar 80 gigawatts (GW) de capacidade de energia renovável em seus seis países membros até 2030, configurada para responder por mais da metade. da capacidade convencional existente da união.

À luz de uma meta global de gerar 50% da energia mundial a partir de fontes renováveis ​​até 2050, a Booz Allen Hamilton - que registrou quase US$ 5 bilhões em receita nos primeiros três trimestres do ano fiscal de 2019 - isolou a blockchain como a tecnologia mais eficaz para atender desafios técnicos, de governança e institucionais consideráveis ​​pela frente.

O Dr. Adham Sleiman - vice-presidente da Booz Allen Hamilton para Oriente Médio e Norte da África - argumentou que o setor de energia renovável é particularmente adequado para a tecnologia, já que seu sistema é transacional (eletricidade e tarifas) que atualmente conta com uma autoridade central (operadores de serviços públicos), observa o Al Bawaba.

Com a crescente popularidade dos recursos energéticos distribuídos (DER), essa estrutura já está tendendo a uma maior descentralização intrínseca, de acordo com Sleiman. Ele disse:

"Os DER estão mudando o cenário; estamos caminhando para uma rede mais descentralizada, onde as concessionárias não controlam mais o sistema. As concessionárias agora precisam ir além da entrega de energia. As aplicações blockchain podem ajudar a viabilizar o comércio de energia P2P, rastrear energia renovável e articular contratos inteligentes.”

De acordo com o Al Bawaba, o vice-presidente continuou defendendo o potencial dos conceitos de energia transacional que são bem adequados para bloquear a inovação, que ele identificou como “uma grande mudança disruptiva que o setor de energia pode enfrentar nos próximos 10 anos”.

Rafael Mateo, associado sênior do escritório de Dubai da consultoria, observou que tanto a Autoridade de Água e Eletricidade de Dubai (Dewa) quanto a Autoridade de Transporte e Estradas de Dubai (RTA) já estão testando soluções de blockchain e contratos inteligentes.

Para o setor de energia como um todo, Mateo propôs que a implementação de ferramentas de rastreamento - como a emissão de certificados de energia renovável para rastrear fluxos de energia - é um importante precursor para a automação e a descentralização.

Conforme reportado em janeiro, a principal empresa espanhola de energia elétrica, a Iberdrola, começou a usar a blockchain para monitorar e rastrear as fontes de energia sustentável com uma plataforma blockchain de código aberto da Energy Web Foundation (EWF). Em novembro, a EWF havia incorporado duas unidades da gigante de tecnologia alemã Siemens para promover a descentralização do setor de energia.

Na Ásia, a KEPCO, a maior fornecedora de energia da Coreia do Sul, está pronta para usar a blockchain para desenvolver um microgrid ecologicamente correta, e a empresa de serviços públicos de Cingapura SP Group lançou um mercado de blockchain para negociar energia solar no ano passado.

Fornecedora de energia solar do Japão firma parceria com empresa blockchain para melhorar rede de distribuição


A Kyocera, fornecedora de energia solar do Japão, formou uma parceria com a LO3 Energy para testar usinas de energia virtual baseadas em blockchain (VPP na sigla em inglês) com o objetivo de melhorar a distribuição de energia, de acordo com um comunicado publicado nesta segunda-feira, 25 de fevereiro.

Programado para 28 de fevereiro de 2019, o teste permitirá que as empresas avaliem a viabilidade de VPPs que promovem uma sociedade de baixo carbono sem combustíveis fósseis ou emissões de carbono com base na rede de consenso distribuída peer-to-peer (P2P).

Dentro do projeto conjunto, a Kyocera - que tem 81,79 bilhões de ienes (US$ 736 milhões) em receita líquida - criará pequenos VPPs usando seus módulos e baterias solares fotovoltaicos (PV), enquanto a LO3 Energy, será responsável pelo gerenciamento do fluxo de energia com base em sua tecnologia de registro distribuído.

A tecnologia blockchain da LO3 é usada para verificar e registrar transações, distribuindo energia com seus próprios painéis solares por meio de uma microrrede em vez de usar grandes redes de energia.

A Kyocera, por sua vez, tem se especializado em sistemas de geração de energia solar e baterias de armazenamento para os projetos de teste de VPP do governo do Japão, desenvolvendo novos conhecimentos em recursos de energia distribuída controlados remotamente.

Lawrence Orsini, CEO da LO3 Energy, disse que a necessidade de reduzir as emissões de carbono exerce um profundo impacto sobre os fornecedores de energia em todo o mundo, enquanto a blockchain pode permitir transações de microenergia que são necessárias para enfrentar este desafio.

Ele alegou que a combinação da experiência em energia da Kyocera com o conhecimento blockchain da LO3 Energy tem potencial para construir uma nova geração de usinas virtuais que podem acelerar a transição do Japão para uma sociedade de baixo carbono.

Em maio de 2018, a gigante global de tecnologia IBM firmou uma parceria com a empresa de blockchain Veridium Labs para tokenizar créditos de carbono que permitirão às empresas rastrear sua pegada de carbono com a blockchain.

Em novembro do ano passado, a revista científica Nature Sustainability informou que os processos de mineração de criptomoedas consomem mais energia do que a mineração mineral. De acordo com o estudo, as minerações de cobre, ouro e platina exigem menos energia para gerar um dólar dos Estados Unidos do que as principais criptomoedas, como Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e Litecoin (LTC).

Empresa espanhola de energia vai usar blockchain para rastreamento de energia renovável

A importante empresa de energia da Espanha Iberdrola começou a usar blockchain para rastrear energia renovável, informou a agência de notícias independente Europa.


O primeiro teste foi realizado em cooperação com o Kutxabank, um banco local sediado na Comunidade Autônoma Basca, que possui uma parte substancial do patrimônio da Iberdrola, e com sua subsidiária Cajasur.

Durante o piloto, a Iberdrola monitorou a energia renovável fornecida por dois parques eólicos e uma central elétrica aos escritórios dos bancos localizados no País Basco e na cidade de Córdoba, no sul do país.

A empresa usou a Energy Web Foundation - uma plataforma blockchain de código aberto projetada para atender às necessidades regulatórias, operacionais e de mercado do setor de energia - em seu projeto piloto. Eles descobriram que a blockchain permitia à empresa estabelecer uma hierarquia dos produtores e automatizar o processo de distribuição de energia.

De acordo com a Europa Press, o teste foi um sucesso, e a Iberdrola acredita que a blockchain contribuirá para o processo de emissão da garantia de origem - um certificado que informa o cliente sobre a fonte da energia consumida. Além disso, soluções descentralizadas podem ajudar a indústria a aumentar a transparência e reduzir os custos operacionais eliminando intermediários, observa o artigo.

Em dezembro a ACCIONA Energia, outra operadora espanhola de energia renovável que supostamente produz energia livre de emissões para mais de 6 milhões de residências, anunciou que implantará blockchain para rastrear a geração de eletricidade.

A blockchain é usada ativamente no setor de energia em todo o mundo. Por exemplo, a gigante de tecnologia alemã Siemens também se associou à Energy Web Foundation para promover o uso de tecnologias descentralizadas no setor. Além disso, o Departamento de Energia dos Estados Unidos concedeu recentemente US $ 4,8 milhões para pesquisas universitárias em tecnologias que incluem blockchain.