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Proposta do governo Brasileiro vai incentivar energia solar


Governo Brasileiro incentiva a escolher energia solar

Uma proposta do Governo Brasileiro pode levar 3,5 milhões a escolher energia solar, mas a proposta ainda está parada na Câmara, onde aguarda votação no plenário!

O projeto lei 5829/2019 está parada no Congresso Nacional, tendo como objetivo incentivar o uso de energia solar no Brasil, que pode ir até 3,5 milhões a escolher energia solar. O que significará um aumento de 680% no uso da tecnologia solar no país até 2031!

Estes números são baseados num estudo sobre a expansão de energia no Brasil que foi concluído em julho pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia.

Se a proposta for aprovada, 4,1 milhões de brasileiros irão ter energia solar na sua casa até 2031, sendo que atualmente apenas há 525 mil utilizadores da energia solar no país (dados da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica).

O PROJETO TEM AINDA CAPACIDADE PARA PROPORCIONAR ATÉ 2031, UMA POTÊNCIA INSTALADA DE 35,6 GW, PERANTE OS ATUAIS 6,2 GW!

Os investimentos serão superiores a 120 biliões de reais!
Estudo que incentiva a escolher energia solar




O estudo realizado pela EPE faz parte do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2031), onde são traçados vários cenários sobre o uso de fontes de energia alternativas, como a energia solar para o período de 2022 a 2031.

O principal cenário é mesmo o da aprovação do projeto, em que se prevê a manutenção de incentivos e a criação de regras de transição para os consumidores que gerem a sua própria energia solar!

A proposta está parada no plenário da Câmara, tendo já sido incluída nas votações do plenário 15 vezes desde março, mas nunca chegou a ser votada!

Desenvolve SP lança linha de crédito Economia Verde (LEV) – Saneamento e Resíduos


Iniciativa para projetos de tratamento de água e resíduos sólidos oferece prazo de até 120 meses e carência de até 24 meses

O Desenvolve SP, banco do Governo do Estado de São Paulo, lançou a Linha Economia Verde (LEV) – Saneamento e Resíduos, voltada ao financiamento de projetos de preservação da água e tratamento de resíduos sólidos de micro, pequenas e médias empresas. A iniciativa integra a série de medidas da instituição financeira para estimular a retomada da economia de forma sustentável para as empresas, o meio ambiente e a sociedade.

“É urgente compreender que as empresas precisam ir além dos resultados financeiros e se tornarem responsáveis também pela sustentabilidade ambiental e social. O Desenvolve SP, como banco do empreendedor, tem a missão de estimular esse novo modelo econômico mais sustentável, direcionando recursos neste sentido”, afirma Nelson de Souza, presidente da instituição.

Os recursos da linha LEV – Saneamento e Resíduos provêm da parceria inédita entre o Desenvolve SP, a International Finance Corporation – IFC e o Santander Brasil, por meio da qual o banco estadual captou US$ 100 milhões (cerca de R$ 530 milhões) para financiamento de projetos sustentáveis de empresas paulistas. Deste total, 25% (cerca de R$ 130 milhões) serão fornecidos pela nova linha; e 75% serão disponibilizados para obras do programa de despoluição Novo Rio Pinheiros.

Micro, pequenas e médias empresas podem solicitar crédito para financiamento de projetos de preservação da água e gestão resíduos com condições favoráveis e prazos prolongados:

Linha Taxa Prazo Carência
  • LEV – Saneamento e Resíduos
  • A partir de 0,53% ao mês + SELIC
  • Até 120 meses
  • Até 24 meses

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

A LEV – Saneamento e Resíduos atende ao item 6 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS, da ONU, que propõe assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos; ao objetivo 11, que visa reduzir o impacto ambiental por meio da gestão de resíduos municipais; e ao item 12, que trata da redução substancial de geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reuso.

O Desenvolve SP já investiu R$ 1,5 bilhão em projetos alinhados aos ODS da ONU. Em 2020, foram mais de R$ 111 milhões investidos no financiamento de projetos sustentáveis por meio da linha de crédito Economia Verde, um aumento de 208% em relação a 2019, quando a modalidade registrou em torno de R$ 36 milhões em aportes.

Tendência

O interesse e o potencial de negócios sustentáveis são crescentes no Brasil. Somente na esfera da gestão de resíduos, o país já conta com 227 startups que realizam logística reversa – coleta, reuso, reciclagem, tratamento e/ou disposição final dos resíduos – e economia circular – redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais, segundo o 3º Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental, divulgado em 2021 pela Pipe.Social.

A empresa paulistana Recinert Ambientale, que gere resíduos da construção civil antes descartados em aterros, fragmentando-os para serem reaplicados na construção civil, obteve financiamento do Desenvolve SP para expandir seu negócio. “É com muito orgulho que fomos precursores do uso desses materiais. Nossa iniciativa estimulou inclusive a presença de novos concorrentes, o que é bom, pois é assim que se desenvolve a sociedade e a economia, beneficiando a população”, afirma Egídio Buso, sócio-fundador da empresa.

Com o avanço da agenda #ESG – de boas práticas ambientais, sociais e de governança – e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), estas empresas começaram a atrair a atenção de investidores. Ainda assim, o país recicla menos de 4% do lixo que produz, perdendo R$ 8 bilhões por ano como consequência, segundo o Ministério do Meio Ambiente.

Banco do Brasil lança soluções visando o uso de energia renovável


Financiamento para geração de energia solar e consórcio para aquisição de bens sustentáveis estão disponíveis

O Banco do Brasil lançou nesta segunda-feira (10/05) uma linha de crédito específica para aquisição de sistemas de geração de energia solar em residências e novos grupos de consórcio que estimulam a chamada Economia Verde.

Além desses lançamentos, o BB tem um portfólio completo de soluções que podem atender as necessidades em energia renovável e eficiência energética de todos os segmentos de clientes: pessoa física, pequenas e grandes empresas, produtores rurais e administração pública.

Crédito Energia Renovável

Elaborada para atender à crescente demanda por produtos de energia sustentável e responder à necessidade energética exigida pelo país, a linha BB Crédito Energia Renovável beneficia clientes pessoas físicas, que podem financiar até 100% do valor de sistemas fotovoltaicos, incluindo a instalação.

A linha de crédito tem as seguintes características:
– financiamento de até 100% do valor dos bens mais a instalação;
– parcelamento em até 60 meses;
– até 180 dias para pagamento da primeira parcela;
– juros a partir de 0,75% ao mês;
– valor contratado de R$ 5.000,00 a R$ 100.000,00.

A contratação é 100% digital e pode ser feita pelo App BB. A aquisição dos materiais e a montagem do projeto devem ocorrer em fornecedores que tenham convênio firmado com o BB. Já são cerca de mil parceiros cadastrados.

Consórcio Grupo Verde

O BB lança ainda novos grupos de consórcio cujos bens de referência estimulam a eficiência no uso de recursos naturais e baixa emissão de carbono, considerando os aspectos Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) na estratégia dos negócios.

A comercialização desses novos grupos terá como consequência uma ação direta no meio ambiente, promovida pela BB Consórcios em parceria com a Fundação Banco do Brasil, no sentido de apoiar financeiramente instituições que realizam projetos na área de Meio Ambiente e que receberão apoio para a recuperação de áreas degradadas por meio do plantio de mudas de árvores. A cada cota de consórcio comercializada no Grupo Verde, serão plantadas dez árvores. Como a expectativa de consumo desses grupos é de 10 mil cotas vendidas até o final do ano, estima-se o potencial de plantio de até 100 mil árvores em 2021.

O novo produto da BB Consórcios está disponível na modalidade Trator/Caminhão e conta com a taxa de administração promocional no período em que estiver com status em formação e os bens de referência possuem índice de atualização pelo IPCA, com reajuste anual.

Vale lembrar que, assim como nos demais grupos e, seguindo a legislação vigente, a utilização da carta de crédito não fica condicionada à compra exclusiva do bem de referência escolhido. O cliente pode optar pela aquisição de qualquer bem móvel e sua contribuição para o meio ambiente já se dá na aquisição da cota e não na utilização da carta de crédito.

Programa Agro Energia

Para os produtores rurais o BB já conta com o Programa Agro Energia, destinado à implantação de usinas geradoras de energias alternativas e renováveis nas atividades solar, biomassa e eólica, permitindo assim aos clientes reduzirem os custos de produção por meio da utilização de energia limpa e renovável. O programa já contratou R$ 1,34 bilhão em operações.

Legislador de Nova York quer avaliar uso de energias renováveis para mineração cripto

Os dois projetos de lei introduzidos pelo senador Kevin Parker, nesta última semana, visam tanto a medição da emissão de carbono na mineração cripto quanto o estudo sobre o uso de fontes renováveis no setor (Imagem: Unsplash/Luca Bravo)

Um legislador de Nova York propôs um novo projeto de lei que objetiva estudar o uso de energias renováveis em mineradoras cripto no estado.

No dia 7 de maio, o senador do estado Kevin Parker introduziu o projeto de lei S6584. O projeto convoca a autoridade em energia do estado de Nova York “a conduzir um estudo sobre a alimentação de locais para mineração de criptomoedas por meio de energias renováveis”.

O projeto de lei ressalta que “centros de mineração de criptomoedas são uma indústria em expansão no estado de Nova York”, tendência essa que se provou controversa, devido às necessidades energéticas de blockchains proof-of-work (PoW), como bitcoin, e às percepções públicas quanto à emissão de carbono da rede.

Na semana passada, Parker introduziu um projeto de lei paralelo que pede a moratória de locais de mineração cripto no estado até que seus impactos ambientais possam ser medidos.

Atualmente, esse projeto de lei está aguardando a análise do Comitê de Conservação Ambiental, enquanto o projeto de lei S6584 está com o Comitê de Energia e Telecomunicações.

Há anos, o polo de mineração da rede Bitcoin para a maior parte da rede tem sido a China, mas isso está mudando.

A evolução do ecossistema global de mineração acontece ao mesmo tempo em que investidores adquirem rapidamente a quantidade limite de equipamentos de mineração disponíveis no mercado.

Ao mesmo tempo, fabricantes de hardware estão sendo impactados pela escassez global de chip gerada pelos efeitos econômicos da pandemia de coronavírus.

2W Energia assina contrato de financiamento de US$ 45 milhões com Darby International Capital

Segundo a 2W Energia, a maior parte do montante (US$ 35 milhões) servirá para investir no Complexo Eólico Anemus (Imagem: Divulgação/ Site)

A 2W Energia informou nesta segunda-feira (12) que celebrou um contrato de financiamento de US$ 45 milhões com a Darby International Capital.

O montante está dividido em três sub-créditos. Os dois primeiros, que totalizam US$ 35 milhões, servirão para investir no Complexo Eólico Anemus, localizado no Rio Grande do Norte. O parque conta com 33 aerogeradores e capacidade instalada de 138,6 megawatts.

O terceiro sub-crédito, no valor de US$ 10 milhões, será destinado para o crescimento da companhia por meio de investimentos para fortalecer as vendas e a plataforma digital, bem como para fomentar a expansão da base de clientes por meio da conversão de consumidores de energia cativa em consumidores do mercado livre de energia.

Com apoio do BID, BNDES lança documento para emitir mais bônus verdes, sociais e sustentáveis


Recursos captados vão para projetos novos ou já existentes

• Lançamento do Sustainability Bond Framework (SBF) é passo relevante do Banco para desenvolver mercado de crédito sustentável

• Estrutura teve parecer favorável de verificadora global especializada

O Banco Nacional de Desenvolvimento

Econômico e Social (BNDES) deu mais um passo relevante para o desenvolvimento do mercado de crédito sustentável, com o lançamento do seu Sustainability Bond Framework (SBF). Esse documento facilita a emissão, pelo Banco, de títulos verdes, sociais e sustentáveis, no Brasil e no exterior.

Com parecer favorável (Second Party Opinion – SPO) da Sustainalytics, empresa verificadora especializada em projetos sustentáveis, a estrutura reforça a importância atribuída ao tema Ambiental, Social e de Governança (ASG) pelo BNDES e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que participou do processo por meio de uma cooperação técnica.

A iniciativa amplia as possibilidades de captação previstas no Green Bond Framework lançado em 2017, que permitiu ao BNDES ser o primeiro banco brasileiro a realizar uma emissão deste tipo de título, no mercado de capitais internacional, e a primeira instituição financeira a emitir letras financeiras verdes em 2020, no mercado local. Após as emissões inovadoras do BNDES, outras entidades do mercado já começaram a emitir títulos similares.

O SBF foi desenvolvido a partir de uma cooperação técnica firmada com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O documento foi construído a partir de uma consultoria técnica prestada pela empresa especializada Sitawi, sob as melhores práticas de mercado.

Os recursos a serem captados em futuras operações com base no SBF serão utilizados para financiar e refinanciar projetos novos ou já existentes na carteira do BNDES. Os modelos de projetos elegíveis para a destinação dos recursos abrangem seis categorias verdes e três sociais.

Dentre as categorias verdes incluem-se: energia renovável; eficiência energética; gestão sustentável da água, água residual e saneamento; prevenção e controle de poluição; transporte limpo; e gestão ambientalmente sustentável de recursos naturais vivos e uso da terra. As categorias sociais incluem, por sua vez, saúde; educação; e apoio a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e microcrédito.

Serão priorizados os investimentos em saúde e educação em municípios com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo da média nacional e, para MPMEs, além do critério do IDH, serão priorizadas empresas lideradas por mulheres ou minorias de gênero.

Sobre o BID – Criado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e o Caribe. Também realiza projetos de pesquisas de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região.

Renova sai do prejuízo e lucra R$ 245,3 milhões no 4º trimestre

No acumulado do ano, a Renova conseguiu reverter o prejuízo bilionário de 2019 e teve lucro de R$ 22,4 milhões (Imagem: Youtube da Renova Energia)

A Renova Energia (RNEW3;RNEW4;RNEW11) terminou o quarto trimestre do ano passado com lucro líquido de R$ 245,3 milhões, saindo do prejuízo de R$ 235,7 milhões em igual período de 2019.

Segundo o relatório divulgado nesta terça-feira (30) pela companhia, que está em recuperação judicial, a performance se deve principalmente ao resultado positivo de equivalência patrimonial e ao resultado financeiro positivo decorrente da reversão das despesas financeiras provisionadas conforme norma contábil entre o deferimento do pedido e a aprovação do plano de recuperação judicial.

No acumulado do ano, a companhia conseguiu reverter o prejuízo bilionário de 2019 e teve lucro de R$ 22,4 milhões.

A receita operacional líquida quase dobrou no trimestre – em um ano, o valor foi de R$ 11,1 milhões para R$ 21,8 milhões. Ainda assim, houve queda de 28,2% na receita acumulada em 2020, com o montante totalizando R$ 70,4 milhões (de R$ 98,1 milhões em 2019).

O Ebitda, que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, não saiu do negativo no quarto trimestre. No entanto, os -R$ 11 milhões do período representam uma melhora significativa em relação aos - R$ 93,6 milhões reportados nos últimos três meses de 2019. Em 2020, o indicador fechou com saldo positivo de R$ 46,2 milhões ante montante negativo de R$ 510,1 milhões em 2019.

Sob base ajustada, o Ebitda acumulado em todo o ano foi de R$ 49,8 milhões.

Financiamentos de painéis solares aumentam na pandemia


A busca por financiamentos para implantação de painéis solares cresceu durante a pandemia, segundo confirmam bancos públicos e privados brasileiros.

No caso das instituições de fomento públicas, o BNDES aprovou R$ 1,48 bilhão voltados à pagamentos de sistemas de geração solar no ano passado e prevê aumentar esse volume este ano. Já a Caixa teve crescimento de 35% nos créditos para energias sustentáveis.

Os bancos privados também confirmam a grande procura, impulsionada por empréstimos feitos por pessoas físicas.

O Santander, por exemplo, registrou salto de 25% na sua linha de crédito no primeiro bimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2020. O Bradesco registrou crescimento de 46% em empréstimos para instalação de painéis solares em 2020. Já o banco BV divulgou que o volume financiado em 2020 triplicou em relação a 2019.

A possibilidade de economizar até 95% na conta de luz gerando sua própria energia, em meio às constantes altas da energia elétrica, é um dos principais motivos da expansão do segmento fotovoltaico em pleno cenário de crise, seja para residências ou pequenos e grandes negócios.

Além da vantagem econômica, esses sistemas também são sustentáveis e usam energia renovável, garantindo segurança contra apagões elétricos.

Fontes: Jornais DCI e Extra

Omega faz sua maior captação de recursos em debêntures verdes

“Fomos pioneiros na emissão de debêntures verdes no Brasil em 2017 e continuamos engajados em fomentar o mercado de finanças sustentáveis brasileiro”, afirma a Diretora Financeira e de Relações com Investidores da Omega Energia (Imagem: YouTube/Omega Energia)

A Omega Geração (OMGE3) concluiu sua 3° emissão de debêntures, no valor de R$ 1,05 bilhão. Pioneira no mercado de títulos verdes no Brasil, a companhia reforça, por meio da sua maior emissão de dívida no mercado de capitais, seu comprometimento com o mercado de finanças sustentáveis brasileiro.

Para caracterizar uma debênture como um título verde, uma consultoria independente e especializada analisou a adequação das práticas, políticas e processos corporativos da Omega aos critérios ESG (Ambiental, Social e Governança, em português).

Em entrevista ao Money Times, a Diretora Financeira e de Relações com Investidores da Omega Energia, Andrea Sztajn, comentou que o ESG sempre esteve no DNA da Omega.

“O blue wave encabeçado por Joe Biden, novo presidente dos EUA, vai fortalecer só fortalecer a onda verde de investimentos. A tendência é vermos cada vez mais preocupação, não só dos investidores, mas de toda a sociedade com a sustentabilidade. A guinda verde já era um movimento sem volta. E toda essa onda deve baratear ainda mais a tecnologia do setor elétrico renovável”, disse a executiva.

Votando à emissão de debentures, a operação conta também com a atribuição de rating nacional de longo prazo (AA) pela Fitch Ratings.

O dinheiro captado será utilizado no pré-pagamento de dívidas de projetos em andamento, em particular as do Complexo Chuí, composto pelos complexos Santa Vitória do Palmar e Hermenegildo.

As debêntures têm prazo total de oito anos e juros semestrais equivalentes ao CDI + 1,99% ao ano.

“Fomos pioneiros na emissão de debêntures verdes no Brasil em 2017 e continuamos engajados em fomentar o mercado de finanças sustentáveis brasileiro, trabalhando pra que todas as nossas emissões sejam caracterizadas como green bonds (títulos de renda fixa que unem sustentabilidade com retorno financeiro)”, reforça Sztajn.

Em 2021, a Omega continua investindo na temática ESG, divulgando novas práticas e controles sobre a sua performance sustentável.

Energia solar ganhará novo impulso no campo com mais recursos do Plano Safra


A ampliação dos recursos da linha de financiamento Inovagro, anunciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) durante o lançamento do Plano Safra para o período de 2020 e 2021, irá impulsionar o uso da energia solar fotovoltaica pelos produtores rurais no Brasil. Ao todo, serão destinados cerca de R$ 2 bilhões para projetos de inovação no campo, um aumento de 33,3% em relação ao período anterior.

A avaliação é do CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia. Segundo o executivo, a linha de financiamento pode ser acessada por produtores de todos os portes para a compra e instalação de sistemas fotovoltaicos, em todas as regiões do Brasil. “A oportunidade da energia solar no agronegócio é enorme e o interesse dos produtores rurais pela solução aumenta cada vez mais. Por isso, a ABSOLAR recomendou ao MAPA ampliar o acesso a crédito para sistemas fotovoltaicos no campo. O novo Plano Safra, lançado esta semana, deu um passo importante nesta direção, destinando mais recursos aos produtores rurais para facilitar o acesso à tecnologia. É mais uma importante conquista para o setor e a ABSOLAR aplaude o MAPA pela iniciativa”, comemora Sauaia.

Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, lembra que o uso da energia solar traz vários ganhos de competitividade aos produtores rurais. “A tecnologia fotovoltaica reduz os custos com eletricidade, aumenta a segurança elétrica, protege o consumidor contra os aumentos das tarifas de eletricidade, aumenta a oferta de energia elétrica na propriedade rural, torna a produção no campo mais limpa e sustentável e agrega valor à marca do produtor rural”, comenta.

Sauaia ressalta, ainda, que a sinergia entre o agro e a solar fotovoltaica é imensa, com diversas aplicações na produção rural. “A tecnologia é extremamente versátil e pode ser utilizada, por exemplo, no bombeamento e na irrigação de água, na refrigeração de carnes, leite e outros produtos, na regulação de temperatura para a produção de aves e frangos, na iluminação, em cercas elétricas, em sistemas de telecomunicação, no monitoramento da propriedade rural, entre muitas outras funcionalidades”, explica.

Segundo a ABSOLAR, os investimentos em energia solar nas propriedades rurais já passam de R$ 1,7 bilhão no País. Os produtores rurais representam atualmente por 11,7% da potência instalada na geração distribuída a partir do sol no Brasil. Absolar

Reformulação nas linhas de crédito para energia solar


Novo modelo de financiamento de equipamentos fotovoltaicos torna a economia na conta de luz maior do que a parcela bancária paga pelo consumidor

Para facilitar ainda mais o acesso dos consumidores brasileiros à energia solar e ampliar os investimentos privados nesta área no País, foram reestruturadas as condições de financiamento oferecidas pelo Portal Solar, em parceria com o banco BV.

Agora o parcelamento pode ser em até 72 vezes e permite que o consumidor instale a geração de energia solar em residências, comércios e indústrias sem a necessidade de desembolso próprio. As mudanças inéditas no crédito também ampliam o prazo de carência para o pagamento da primeira parcela de 60 para 90 dias, justamente para dar tempo do consumidor obter as primeiras economias na conta de luz antes de receber o carnê do financiamento, já que o tempo médio para adquirir um sistema fotovoltaico, despachar, instalar e homologar na distribuidora de energia é de três meses.

Pelos cálculos do Portal Solar, o alongamento do prazo possibilita que a economia na conta de luz será maior do que a parcela do financiamento em cerca de 70% das operações de crédito no contratado.

“Na prática, as pessoas poderão comprar energia solar sem tirar dinheiro do bolso e já se beneficiar com a economia na conta de luz num valor maior do que vão pagar de prestação. É como se você conseguisse um desconto de imediato na sua conta de luz e, depois de seis anos, o sistema de energia solar se pagou com a própria economia na conta de luz”, comenta Rodolfo Meyer, CEO do Portal Solar.

A base de cálculo do Portal Solar para as novas regras de financiamento considerou os preços praticados no mercado, a radiação solar das capitais e as tarifas das distribuidoras de energia que atendem em baixa tensão.

O maior benefício é visto em sistemas de energia solar para contas a partir de R$ 500 por mês, onde, em alguns casos, como no Pará, Rio de Janeiro e Minas Gerais, por exemplo, a economia chega a ser de 10% imediatamente. “Assim, um sistema fotovoltaico que pode economizar para o dono até R$ 650 ao mês possui uma prestação de R$ 590 mensais”, explica Meyer.

Para pequenos comércios, o benefício é ainda maior, chegando a 25% de diferença. No caso de um estabelecimento como uma padaria, a energia solar que poderá gerar economia de até R$ 2.500 ao mês, a prestação seria em torno de R$ 1.850 mensais.

“O crédito para instalação de placa solar está em franca expansão em sintonia com o crescimento do próprio mercado. Além de ser um investimento ao patrimônio, o financiamento para o sistema de geração de energia limpa tem parcela fixa durante todo o contrato, ou seja, enquanto a conta de luz aumenta todo ano. Dessa forma, a economia do cliente aumenta progressivamente. Se hoje há uma economia de R$100 na conta de luz, daqui a dois anos, poderá chegar a R$ 115. E, quando acabar a prestação, vai economizar R$ 800 ao mês”, destaca Daniel Monteiro, superintendente de Produtos Varejo do banco BV.

Aumenta procura em banco para financiar projetos de energia solar

Enquanto não se resolve o imbróglio sobre a vinda de uma energia confiável para o Estado, através do Linhão de Tucuruí, alguns consumidores buscam alternativas para fugir das altas taxas na cobrança de energia praticadas no Estado. Uma destas alternativas é a execução de projetos de energia isolar, ou fotovoltaicas.

Gerente do Basa (Banco da Amazônia S.A), em Roraima, André Pereira
(Foto: Diane Sampaio/FolhaBV)

Segundo o gerente do Basa (Banco da Amazônia S.A), em Roraima, André Pereira, o número de pessoas que procuram a agência em busca de crédito para financiar projetos de energia solar tem aumentado nos últimos meses. O limite para este tipo de contrato para energia solar varia de 10 a 100 mil reais.

“Abrimos o crédito em outubro do ano passado e desde e então aparecem em média duas ou três pessoas por dia em busca de crédito para instalar energia solar em suas casas. Isso dá uma média de 60 pessoas por mês, o que é uma boa média para o Estado”, disse.

Porém, ele citou um problema que vem dificultando o fechamento de contratos do banco com os clientes.

“O Banco está embarrando na contrapartida do contratante que é de 20% do valor global do projeto. O Basa financia 80% do valor e o cliente, pessoa física, tem que dar entrada de 20% do valor do projeto, e isso tem impactado na hora de fechar contrato, o que não se concretizou em nenhum contrato assinado até o momento”, disse.

Por outro lado, o gerente informou que as taxas de juros, o prazo estendido e a carência para pagamento da primeira parcela têm chamado são atrativos para os clientes.

“As taxas de juros são baixas, em relação ao mercado financeiro, e são diferenciados para pessoas físicas e jurídicas. Para pessoa física está em 4,62% ao ano para projetos até R$ 50 mil e de 4,91% para projetos entre 50 e 100 mil reais”, disse. “O período de contrato vai até oito anos e com seis meses de carência para começar a pagar”, disse.

Já para pessoa jurídica – empresas -, o valor das taxas de juros, que sempre são projetos de valores altos, a taxa passa a ser de 5,91% ao ano”, afirmou.

Quanto ao passo a passo para a pessoa física ter acesso ao crédito, André Pereira falou que a documentação necessária é a mesma para abrir uma conta na agência, que são os documentos pessoais de CPF, Registro Geral (Identidade), comprovante de renda e de residência, se for casado, tem que levar os documentos pessoais do cônjuge e a certidão de casamento.

“Com a documentação abrimos a conta e estimamos o limite de crédito para o cliente de acordo com sua faixa de renda, patrimonial e cadastral”, disse. “Na prática, hoje, os orçamentos estão na faixa de 30 a 60 mil reais”, afirmou.

Ele explicou que, no geral, as pessoas já trazem um pré-projeto com estimativa do valor de financiamento. Outras procuram o banco e depois de estimada a linha de crédito, vão buscar empresas de projetos para estimar valores.

“Os projetos e orçamentos vão variar de acordo com a quantidade de equipamentos eletroeletrônicos que tem na casa para poder definir a quantidade de placas necessárias, de fios e acessórios para executar o projeto”, disse. “Porém o ideal, para não se perder tempo, é que as pessoas já venham nos procurar com uma estimativa de valor que vai precisar para o projeto”, afirmou. “Depois de aprovado no banco e instalado o projeto, precisa ainda da aprovação da Roraima Energia, o que pode levar até seis meses para poder começar a funcionar”, complementou.

Quanto aos valores que estão direcionados para financiamento de energias alternativas – não só para energia solar, mas também para energia eólica, biomassa, biocombustível e hidroelétrica, está em torno de RR 500 milhões somente neste ano através do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte).

“Isso não quer dizer que só tenhamos este valor à disposição, o Basa trabalha com financiamento em várias frentes de energia alternativas, prova disso é que fizemos recentemente um contrato de um bilhão de reais com uma empresa para exploração de gás para transformar em energia para abastecer o Estado de Roraima”, disse. “Dependendo do projeto apresentado podemos superar os 500 milhões previstos e já começamos o ano com um investimento de um bilhão de reais”, afirmou.

FÓRUM – O gerente André Pereira disse que o Basa faz parte de um Fórum Estadual permanente que debate energias alternativas em Roraima. Além do Basa, participam outras instituições financeiras, órgãos ambientais, empresas ligadas ao tema, Governo do Estado e Prefeituras.

“O Fórum foi constituído no ano passado e acontece de maneira permanente; e já tivemos vários encontros de técnicos da área e de autoridades para dirimir as dúvidas e alinhar divulgação dos projetos de energias alternativas de forma a estimular pessoas físicas e jurídicas a ter acesso a energias limpas”, disse.

Ele citou que há o planejamento para criar atendimento diferenciado para os pretensos usuários. “Estamos conversando e vendo alternativas de oferecer o produto em outros órgãos e entidades, como no programa Desenvolve Roraima, que já tiverem um banco de dados de clientes, e com isso facilitar o acesso às pessoas”, concluiu. (R.R)

Especialista fala em vantagens e desvantagens da energia solar

À Folha, o engenheiro civil, Rodrigo Edson Castro Avila, professor na faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Estácio, falou sobre as vantagens e desvantagens de se ter um sistema de energia alternativa fotovoltaica ou de placas solares, como é mais conhecida.

Ele definiu que placas solares como um sistema para captação de raios do sol e posterior geração de energia que tem como principais vantagens produzir energia limpa, abundante e renovável. Ele destacou que as desvantagens são os valores para execução dos projetos, ainda considerado altos atualmente.

“Com o constante aumento da energia no Brasil, e em Roraima, e a quantidade inesgotável dessa fonte, acaba sendo uma excelente alternativa para nós, boa-vistenses”, disse. “Já as desvantagens atuais são o custo ainda alto e a burocracia para instalação do sistema. Outra desvantagem é a descontinuidade do sistema, pois a energia gerada tem que ser automaticamente consumida, já que as baterias atuais são caras e guardam pouca energia. Portanto, o sistema tem que ser utilizado junto com outras fontes”, disse.

Quanto ao custo médio de investimento para executar um projeto, Rodrigo Ávila fez um comparativo médio.

“O custo depende da quantidade de equipamentos (eletrodomésticos) que deseja que o sistema comporte. No entanto o custo é diluído com a redução na conta de energia, dando retorno em alguns anos para o usuário”, disse. “Mas posso citar, como exemplo, uma família que tem uma conta média de R$ 500,00 /mês; o custo do sistema, segundo levantamento em lojas locais, é de aproximadamente R$ 32 mil, ou seja, em cinco anos o sistema é pago”, afirmou.

Sobre que procedimentos a pessoa deve ter para iniciar e concluir um projeto de energia solar, o engenheiro informou que depende do sistema a ser implantado. Mas explicou como acontece a geração de energia.

“Durante o dia a energia que é gerada em excesso é “comprada” pela concessionária, no caso de Roraima, a Roraima Energia. Esse crédito é usado para diminuir no valor da energia adquirida à noite ou quando estiver nublado”, disse. “Já para elaborar o projeto e instalar o sistema, oriento que procure um profissional devidamente habilitado. O projeto deve ser apresentado junto à concessionária de energia e quando aprovado autoriza a implantação dos equipamentos”, afirmou.

“O sistema de placas solares é simples de se instalar e pode ser implantado em qualquer unidade, seja residencial, comercial ou institucional. Além de que pode ser implantado em prédios já construídos sem necessidades de grandes intervenções”, concluiu. (R.R)

Fonte: Folha BV

Sicredi financiou mais de 45% das instalações para geração de energia solar no RS em 2019

Das 13,2 mil novas unidades geradoras de energia fotovoltaica no Estado, 6 mil contaram com liberação de crédito da instituição financeira cooperativa.

Foto: Divulgação/Agrolink

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram instaladas no Rio Grande do Sul 13,2 mil novas unidades de geração fotovoltaica em 2019, um aumento de 164% em relação ao ano anterior. Desse total, 6 mil contaram com as linhas de crédito oferecidas pelo Sicredi, o que representa mais de 45% das instalações para geração desse tipo de energia.

“O Sicredi está atento às necessidades dos associados e à atual demanda por soluções mais sustentáveis, como a produção de energia limpa e renovável, o que resultou em um crescimento de 220% no número de operações dessa linha de crédito no último ano em relação a 2018”, destaca o vice-presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste, Márcio Port. Em valores financiados pelo Sicredi no RS, 2019 registrou volume de R$ 427 milhões, um aumento de 145% em relação a 2018, quando os financiamentos para aquisição de equipamentos para geração de energia solar atingiram R$ 174 milhões.

Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) indicam que a energia solar produzida no País representa 1,4% do total da matriz elétrica nacional. No ranking brasileiro de potência instalada, o RS ocupa a segunda posição, atrás apenas de Minas Gerais. Além do financiamento de energia fotovoltaica, o Sicredi oferece outras linhas de crédito que também contribuem com o desenvolvimento e a sustentabilidade como, por exemplo, o Pronaf ECO e a linha ABC (Agricultura de Baixo Carbono).

Fonte: Clic Camaquã

Presidente do BNDES diz que não faltam recursos para saneamento

© José Cruz/Agência Brasil

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse hoje (6), que não faltam recursos para investimentos em saneamento no país. O que é preciso é melhorar a gestão do dinheiro, defendeu, no encontro BNDES com ‘S’ de Social e de Saneamento.

Ele disse que tanto o BNDES, como o Brasil, cometeram erros na agenda de saneamento e, diante disso, atualmente o país tem 100 milhões de pessoas vivendo sem saneamento básico. “Tem dinheiro para investir em saneamento. O que falta é uma priorização nossa como país, uma organização nossa como sociedade, e uma vontade política de assim fazê-lo. A gente está prestes a resolver isso. Se Deus quiser, com a aprovação do Marco do Saneamento, a gente abre uma nova fase de tratamento de água, de proteção de água e de proteção ambiental para o povo brasileiro”, disse.

Para Montezano, o banco tem uma posição fundamental, vontade e capacidade de ajudar nesse processo. “A gente quer ser o principal articulador nacional na agenda do saneamento. Com o S de social, ele [social] é o nosso carro-chefe, porque como a gente pode pensar em educação para quem não tem saneamento, em saúde para quem não tem saneamento, desenvolvimento econômico e proteção ambiental, sem saneamento. Para isso é necessário modelagem financeira e conversar com investidores, políticos. Se tem uma instituição bem posicionada em pensar o Brasil, essa instituição é o BNDES”, disse.

O presidente do BNDES disse que o banco está aberto a sugestões na área de saneamento. “Por favor nos tragam sugestões, ideias e opiniões. A ideia é gerar debates com diferentes visões, porque o debate aberto e apolítico agrega valores para todos nós para um Brasil mais justo e mais igual”.

Marco

O relator do projeto de lei que define um marco para a área de saneamento, deputado federal Geninho Zuliani (DEM-SP), disse que está otimista com o início das discussões em plenário na próxima segunda-feira (9).

“O papel do relator não é imprimir a sua vontade ao texto”, disse, acrescentando que o relator deve conviver com todo ambiente, do governo a empresários, que têm divisão de opinião, cada um pensando de alguma forma.

De acordo com o deputado, seu papel é ouvir, ser convencido e tentar convencer.

Edição: Fernando Fraga
Por Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

Chile lança o primeiro empréstimo ao consumidor verde

Promovido pelo Ministério da Energia, Ministério das Finanças e Meio Ambiente, juntamente com o Banco Estado, destina-se a financiar projetos de eficiência energética e energias renováveis ​​para o lar. A taxa de juros é de 0,52%.


O ministro da Energia do Chile, Juan Carlos Jobet, juntamente com seus colegas do Tesouro, Felipe Larraín, e o Meio Ambiente, Carolina Schmidt, e o presidente do Banco Estado, Arturo Tagle, aprovaram nesta terça-feira o primeiro crédito de consumo verde do país.

A iniciativa, voltada para clientes e não clientes do Banco Estado, será utilizada para financiar projetos de eficiência energética e energias renováveis ​​para o lar, como isolamento térmico, energia solar, ar condicionado e ventilação eficiente.

O Crédito ao Consumidor Verde oferece uma taxa preferencial especial de 0,52% ao mês (a taxa dependerá da quantidade, prazo e avaliação de crédito, também está sujeito a variações de acordo com as condições comerciais em vigor no momento da concessão do crédito), financiamento a 100% do valor do projeto, até 90 dias para o pagamento da primeira parcela e até dois meses no ano, não consecutivos, do não pagamento destes.

Quem deseja acessar este produto deve ser sujeito a crédito e seu projeto deve ser certificado pela Agência de Sustentabilidade Energética.

Segundo o ministro da Energia, “[…] com a instalação de painéis solares, as famílias poderiam economizar até US $ 300 mil por ano (cerca de 411 dólares), o que significa entre 80 e 90% da conta mensal de energia elétrica. "

Esse produto se soma a outras iniciativas que o Banco Estado desenvolveu na mesma linha, como o Crédito Imobiliário Ecovivienda, que busca incentivar a construção e aquisição de residências eficientes em energia, e o Crédito Verde para PMEs, que fornece financiamento para investimentos em projetos; Financiamento de capital de giro para sua implementação.

Há alguns meses, o Banco Interamericano de Desenvolvimento anunciou ter apoiado o Governo do Chile na preparação da documentação e certificação necessárias para a emissão de um título soberano verde.

O primeiro título verde de 200 milhões de dólares é emitido no Panamá

O primeiro título verde no Panamá foi emitido pela Corporação Interamericana de Financiamento de Infraestrutura (CIFI), que contratou o MMG Bank como uma posição de estruturação e colocação para esta emissão, no valor de US$ 200 milhões.

O Panamá já tem seu primeiro vínculo verde. - Foto: Christian Córdova / flickr

A Corporação Interamericana de Financiamento de Infraestrutura (CIFI) emitiu o primeiro título verde no Panamá. Para isso, a Corporação contratou o MMG Bank como posição de estruturação e colocação para esta emissão, no valor de US$ 200 milhões.

“Embora esses títulos visem financiar projetos de desenvolvimento sustentável, a Corporação quis canalizá-los para projetos que incluem investimentos em instalações de gerenciamento de resíduos, tratamento de águas residuais, efluentes, reciclagem e desvio de resíduos, cogeração, energia energia eólica, solar, geotérmica e hidrelétrica com capacidade de 25 MW ou menos, favorecendo a mitigação de riscos ambientais e sociais ”, afirma o CIFI em comunicado à imprensa.

Além disso, afirma que o CIFI tem mais de 18 anos de experiência e mais de US$ 1,5 bilhão em investimentos na região e 45% de seu portfólio é composto de energia renovável.

A Bolsa de Valores do Panamá (BVP) é uma das principais bolsas auto-reguladas da América Latina, com uma infraestrutura internacional diversificada. Além disso, tornou-se a primeira bolsa de valores da América Latina a ingressar no Climate Bonds Partner Program (CBI) e a segunda na América Central a aderir à iniciativa Sustainable Stock Exchanges (SSE).

O CIFI (Corporação Interamericana de Financiamento de Infraestrutura) é a instituição financeira não bancária com mais experiência em financiamento de infraestrutura e energia na América Latina e no Caribe. Criada em 2001, a empresa participou de mais de 180 projetos no valor de mais de 1,5 bilhões de dólares.

Actis obtém fundos para projetos solares no Chile

A companhia britânica disse que os fundos também financiarão a usina solar Pelican de 100 MW, que foi inaugurada em janeiro, e está localizada em uma área de 186 hectares em La Higuera, na região chilena de Coquimbo.

A usina solar El Pelicano está localizada em La Higuera, na região chilena de Coquimbo.
Imagem: Ministério da Energia do Chile

O investidor de mercado emergente do Reino Unido, Actis LLP, anunciou que levantou aproximadamente US$ 1,23 bilhão para o seu Actis Long Life Infrastructure Fund.

A base de investidores do ALLIF é composta por investidores institucionais da América do Norte, Europa, América Latina, Oriente Médio e Ásia, informou a empresa em comunicado.

A empresa indicou a usina solar El Pelícano, de 100 MW, como um dos projetos cujo financiamento será priorizado por meio dos novos fundos.

A fábrica entrou em operação em janeiro e está localizada em uma área de 186 hectares em La Higuera, na região chilena de Coquimbo. A instalação está vendendo energia para o metrô de Santiago do Chile sob um PPA de longo prazo, estimado em cerca de 300 GWh por ano.

IFC empresta US$ 35 milhões à Davivienda Costa Rica para promover projetos verdes

A International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, assinou um empréstimo de US$ 35 milhões para apoiar e incentivar a emissão de um título verde pelo Davivienda Costa Rica, o terceiro maior banco privado da Costa Rica.


Parte da planta fotovoltaica instalada na floresta tropical de Veragua, Costa Rica.
Foto: Luz do sol

A International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, assinou um empréstimo de US $ 35 milhões para financiar uma série de projetos ecológicos na Costa Rica, incluindo edifícios sustentáveis, eficiência energética e geração de energia renovável em Pequena escala, de acordo com as regras para empréstimos ecológicos descritas nos Princípios do Green Bond, publicados pela International Capital Markets Association em 2017.

O governo da Costa Rica estabeleceu a meta de converter carbono neutro até 2021. Segundo Luc Grillet, gerente sênior da América Central e do Caribe da IFC, “nosso empréstimo à Davivienda visa diretamente o objetivo estratégico de aumentar a capacidade de um desenvolvimento ambientalmente sustentável e inteligente e ajude o governo a alcançar seus objetivos. ”

A IFC está fornecendo financiamento de longo prazo além do que está atualmente disponível nos mercados financeiros locais e espera eventualmente desempenhar o papel de investidor-âncora e mobilizar recursos na emissão de títulos verdes em termos comerciais por investidores institucionais e privados. .

O empréstimo financiará uma série de projetos ecológicos que incluem construções sustentáveis, eficiência energética e geração de energia renovável. Federico Chaves, diretor financeiro da Davivienda Costa Rica, disse: “:“ Na Davivienda Costa Rica, queremos ser líderes em financiamento verde para o setor privado. Continuaremos trabalhando e inovando para sermos líderes entre os bancos privados em financiamento verde na Costa Rica. ”

O Davivienda Costa Rica pertence à Corporación Davivienda (Costa Rica), pertencente ao Grupo del Istmo, uma subsidiária 100% do Banco Davivienda, o terceiro maior banco da Colômbia. O Banco Davivienda é de propriedade do Grupo Bolivar. Em 1973, a IFC fez seu primeiro investimento no Grupo Bolivar, a controladora da Davivienda e um dos principais grupos financeiros da Colômbia. Desde então, a IFC forneceu linhas de crédito e investimentos de capital ao banco. Em 2007, a IFC forneceu financiamento para apoiar a compra do Granbanco (anteriormente Bancafé) na Colômbia pelo Banco Davivienda.

Engie garante financiamento para 60 MW de energia solar no Senegal

Um empréstimo de € 38 milhões será fornecido pela Proparco, a Corporação Financeira Internacional e o Banco Europeu de Investimento. Uma usina fotovoltaica em Tauba venderá energia por € 0,0380 / kWh e uma segunda instalação em Kahone, que venderá eletricidade por € 0,0398.

A Seenegal está fazendo uma licitação para adicionar 200 MW de nova capacidade de geração no período de 2016 até o próximo ano. Imagem: Christian COSTEAUX / Flickr

Um trio de credores internacionais para o desenvolvimento fornecerá 38 milhões de euros em empréstimos para financiar duas usinas solares de 30 MW no Senegal.

A unidade Proparco da Agência Francesa de Desenvolvimento, o Banco Europeu de Investimentos (EIB) e a Corporação Financeira Internacional (IFC) disponibilizaram os fundos para parceiros de desenvolvimento de projetos, a francesa Engie e Meridiam, uma investidora global parisiense e gestora de ativos. O Fundo Soberano para o Investimento Estratégico, criado em 2012 para impulsionar o investimento do setor privado no Senegal, também estará envolvido.

“A Proparco, com a experiência adquirida no financiamento concedido em 2016 para a construção das usinas de energia solar Senergy e Ten Merina no Senegal, coordenou as operações do IFC e do BEI nesta operação”, disse a Proparco em um comunicado.

O programa de escala

Os dois projetos de 30 MW serão os primeiros desenvolvidos no Senegal sob o programa Scaling Solar, supervisionado pelo Banco Mundial, que opera o IFC como braço de investimentos do setor privado. "Com a assinatura deste financiamento, o Senegal está mais uma vez demonstrando que a abordagem da Scaling Solar está atingindo preços recordes, atraindo jogadores líderes mundiais enquanto também permite a competição", disse Aliou Maiga, diretor regional da IFC para a África Ocidental e Central.

A iniciativa Scaling Solar visa criar mercados viáveis ​​para a energia solar no mundo em desenvolvimento, com o IFC como principal consultor de transações.

Através de um concurso para ambas as fábricas finalizado pela Comissão Regulamentar do Sector Eléctrico do Senegal (CRSE) em Abril de 2018 , a Engie e a Meridiam asseguraram contratos de compra de energia a longo prazo com a empresa pública de electricidade Société d'Electricité du Sénégal.

O primeiro projeto de 30 MW, planejado pelo consórcio francês em Kahone, no oeste do Senegal, vai vender energia por € 0,03801 / kWh e a segunda planta - em Touba, no centro do Senegal - garantiu uma tarifa de € 0,03983. A CRSE pré-qualificou 13 das 14 propostas apresentadas para o concurso, mas pré-classificou apenas oito promotores para a fase final do concurso.

Conquistas anteriores

Em janeiro de 2016, o Senegal tornou-se o segundo país africano a aderir ao programa Scaling Solar. A nação tinha cerca de 134 MW de capacidade de geração de energia solar instalada no final do ano passado, de acordo com a Agência Internacional de Energia Renovável.

Os ativos solares operacionais em grande escala do país incluem as já mencionadas plantas Senergy e Ten Merina, desenvolvidas pela Engie e cada uma com capacidade de 30 MW. O primeiro é em Santhiou Mékhé, perto de Méouane, a nordeste de Dakar. Ten Merina foi construído em Merina Dakhar, 120 km a nordeste da capital e foi inaugurado em janeiro do ano passado . Ambas as plantas foram construídas pela unidade Engie Solairedirect.

Esses projetos de escala de utilidade pública não são as únicas instalações solares que estão fazendo manchetes no Senegal, já que projetos PV off-grid também estão sendo desenvolvidos em áreas mais remotas.

O Senegal tem cerca de 650 MW de capacidade instalada de geração de energia e planeja implantar 200 MW de energia solar até o próximo ano.

Financiamento islâmico inclinado a emergir como grande participante no investimento fotovoltaico

Em todos os cantos do globo, os mercados estão experimentando uma necessidade crescente de capital para apoiar os ativos de energia renovável. Além dos empréstimos convencionais, títulos e esquemas de ações, os instrumentos de financiamento em conformidade com a sharia, como o Sukuk, servem como um catalisador para o financiamento de projetos de PV, segundo a Deloitte.

Imagem: Scatec Solar

Como o financiamento sustentável continua sua tendência ascendente em todo o mundo, o Sukuk verde emergiu como um instrumento correspondente no campo das finanças islâmicas. De acordo com a firma de contabilidade Deloitte, o aumento na adoção do Sukuk verde para financiar renováveis ​​é atribuível a vários fatores, incluindo: o aumento de projetos de energia renovável, particularmente projetos de energia solar, baixos custos de capital, políticas favoráveis ​​de energia verde eo fato de que é um instrumento compatível com a sharia.

Uma vez que a lei islâmica proíbe juros e, portanto, instrumentos de dívida ocidentais tradicionais, a Sukuk foi criada para vincular os retornos e fluxos de caixa do financiamento da dívida a um ativo específico que está sendo comprado. Ao contrário dos detentores de bônus, os detentores da Sukuk recebem uma parte dos lucros gerados pelos ativos subjacentes.

Com as decisões de financiamento de energia solar e verde afetadas pelo contínuo impacto global de esmagamento de crédito, como as exigências de capital regulatório bancário, as empresas estão buscando ativamente fontes alternativas de financiamento, como títulos verdes ou Sukuk verde, afirma a Deloitte. Enquanto a energia solar continua a entrar em uso corrente em vários países da Organização da Cooperação Islâmica (OCI), um relatório intitulado Can Sukuk se tornará um impulsionador do crescimento da energia solar? analisa 10 casos de países na Ásia (Malásia, Indonésia, Paquistão), Oriente Médio (Reino da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia e Marrocos) e Europa (Turquia e Cazaquistão) e considera que o financiamento islâmico será considerado um das principais estratégias de financiamento no próximo ano.

Primeiros motores

Com o investimento global em energia renovável na trajetória ascendente - crescendo de US$ 200 bilhões em 2008 para US$ 332 bilhões em 2018, de acordo com a Bloomberg NEF, novos veículos de financiamento são cada vez mais adotados. O mercado de dívida sustentável em si tem se fortalecido nos últimos dois anos. Segundo a BNEF, a emissão de produtos de dívida sustentáveis ​​subiu 26% para um recorde de US$ 247 bilhões no ano passado, com títulos verdes emitidos no valor de US$ 182,2 bilhões.

Os novos veículos de financiamento estão sendo acoplados a políticas favoráveis ​​em alguns países. Olhando para a região do Conselho de Cooperação do Golfo, os mercados observaram uma tendência crescente nos últimos anos, à medida que todos os países incorporaram metas de energia renovável em suas Contribuições Nacionais Determinadas (NDCs) sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática.

Como uma das técnicas de financiamento alternativo para projetos de energia verde, a Sukuk foi usada em cinco projetos de energia renovável na Malásia (em dezembro de 2018), incluindo três painéis solares desenvolvidos pela Scatec Solar da Noruega após emitir 1.000 milhões de ringgits (US$ 237 milhões). vínculo islâmico verde. Enquanto isso, a Indonésia lançou o primeiro título soberano Sukuk verde do mundo, no valor de US$ 1,25 bilhão, em fevereiro de 2018, cujos recursos financiarão parcialmente os projetos de energia renovável.

A Deloitte espera que a busca por mais Sukuk e outras estruturas de financiamento islâmico, como Murabah, Ijarah e Mudaraba, em projetos greenfield, continuem a desempenhar um papel importante no cenário de investimento da indústria de energia solar. Os Emirados Árabes Unidos e o Reino da Arábia Saudita estão inclinados a liderar na região do GCC, seguidos pela Jordânia, Egito, Malásia, Indonésia e Paquistão. "Outros países seguirão o exemplo, à medida que o mercado amadurecer e se tornar um motor da economia verde nessas regiões", afirma o relatório.

Indústria de topografia 

Embora o relatório argumente que os instrumentos de financiamento islâmico assumirão um papel fundamental na indústria, os resultados de uma pesquisa on-line realizada pela Deloitte entre líderes de negócios e finanças não mostram que a tendência ainda está em andamento.

A pesquisa constatou que menos de 20% dos entrevistados estavam envolvidos no financiamento islâmico de um projeto solar, mas 16,55% planejavam explorar em um futuro próximo. Apenas 7% dos entrevistados achavam que instrumentos financeiros islâmicos como Mudarabah e Sukuk seriam a maneira ideal de investir em projetos de energia solar, com 43% acreditando que as Parcerias Público-Privadas (PPPs) eram as mais adequadas para financiar projetos, seguidos pelos sindicatos bancários tradicionais e financiamento público.

Para aqueles que consideram as finanças islâmicas, os investimentos baseados em capital (62,9%) e os baseados em dívida (28,78%) foram considerados pelos entrevistados como as melhores opções para investir em energia solar. Um pequeno número de entrevistados sugeriu que a opção diversificada entre dívida e patrimônio líquido poderia ser um bom método, em vez de investir apenas em um tipo de instrumento financeiro.