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Fontes hídricas: mais baratas aos consumidores


As fontes hídricas são as que geram a energia mais barata para os consumidores, segundo aponta o presidente da Associação Gaúcha de Fomento às Pequenas Centrais Hidrelétricas (AgPCH), Roberto Zuch. De acordo com ele, além de pioneiro na área, o RS é exportador de conhecimento e tecnologia para todo o planeta. “Elas não dependem de grandes estruturas de linhas de transmissão, se posicionam próximas do centro de carga, têm pouca perda no transporte e a vida útil mais longa entre todas as fontes”, comenta o presidente da AgPCH.

A AgPCH, utilizando informações divulgadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), afirma que o Rio Grande do Sul tem 5.972 MW de fontes hídricas e é o terceiro estado da federação com maior potencial deste tipo de energia, se posicionando atrás apenas de Mato Grosso e Minas Gerais. O RS tem, atualmente, 150 usinas hídricas em operação, das quais 77 são PCHs, e que geram, no total, 913 MW. “O potencial operatório apenas das PCHs no Estado é capaz de abastecer em torno de 1,8 milhão de residências”, afirma Zuch.

A instalação de uma usina do gênero requer diversos trâmites, especialmente ambientais. O caminho é longo e a demora no licenciamento preocupa permanentemente o setor. Conforme a associação, a lentidão nos processos de implantação das PCHs e CGHs gera um atraso em investimentos que superariam R$ 4 bilhões apenas no Rio Grande do Sul. “O potencial de PCHs em licenciamento atualmente na Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) teria a capacidade de dobrar a potência instalada atualmente em operação no RS”, salienta o presidente da AgPCH.

A vantagem desta tecnologia, aponta ele, é que elas não dependem de grandes estruturas de linhas de transmissão, além de estarem posicionadas próximas dos centros de carga, têm pouca perda no transporte e logística e vida útil mais longa entre todas as fontes. “Usinas hídricas instaladas aumentam o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município onde estão situadas”, afirma Zuch. Há um círculo virtuoso relacionado a esta instalação, que gera, reforça a AgPCH, incentivo ao turismo, criação de empregos, atração de indústrias, melhoria na infraestrutura local e melhores oportunidades de negócios para toda a cadeia produtiva.

Conferência Nacional de PCHs CGHs discute energia renovável em Curitiba

(Dino)

As fontes de energia limpa e renovável com enfoque em Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) serão debatidas entre os dias 08 e 10 de maio, no Salão de Atos do Parque Barigui, em Curitiba.

A capital paranaense irá sediar a 3ª edição da Conferência Nacional de PCHs e CGHs – evento realizado pela Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas (Abrapch) – e que reunirá empreendedores do setor, autoridades do governo e especialistas.

As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) são empreendimentos de 5 até 30 megawatts (MW) de potência. Já as Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) vão de 1 até 5 (MW) e os seus reservatórios devem ter menos de 13 km² de área.

Números – Ao todo, o Brasil conta com 1.124 PCHs e CGHs em operação, que geram 420 mil empregos diretos. Porém, 493 empreendimentos aguardam licenciamento ambiental estadual para obtenção de autorização ou outorga junto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Considerando aquelas em operação, em construção, em estudos e inventariadas, totaliza-se algo em torno de 3 mil plantas.

Apenas para os projetos que podem ser viabilizados no Brasil – 737 CGHs e 1069 PCHs e que somam 1806 centrais – os investimento previstos são da ordem de R$ 49 bilhões. As PCHs estão situadas em 3º lugar entre as fontes de energia do país com 5.943 MW gerados.

De acordo como presidente da diretoria executiva da Abrapch, Paulo Arbex, durante o evento serão discutidas medidas a serem apresentadas ao novo governo. “A política equivocada dos últimos 20 anos resultou em um aumento explosivo de 450% acima da inflação nas tarifas de energia para a sociedade, um aumento de 700% nas emissões do setor elétrico, desemprego e desindustrialização”, enumerou.

Ele lembrou que os países mais desenvolvidos do mundo apoiam seus pequenos empreendedores e esgotaram seu potencial hidrelétrico antes de partirem para fontes fósseis e outras menos eficientes.
Demandas do setor – Entre as principais demandas da Abrapch estão a manutenção do mercado, ampliar a informação sobre os benefícios ambientais e sociais dos empreendimentos e a desburocratização do processo de licenciamento ambiental, tendo em vista que o tempo de espera para o licenciamento das PCHs tem sido, em média, de nove anos.

“Estes são temas fundamentais para que possamos garantir os investimentos em PCHs e reduzir os custos da energia no Brasil”, afirmou o presidente do Conselho Administrativo Abrapch, Valmor Alves.

A Conferência tem como objetivo fomentar o debate técnico e discutir aspectos regulatórios, socioambientais, econômicos e políticos da implantação e operação de PCHs e CGHs.

Programação – A programação está dividida em workshop, sessões executivas e plenária, abordando segurança de barragens e previsibilidade de acidentes, projeções econômicas para o setor e leilão de energia, licenciamento e gestão sócio ambiental, comunidades vizinhas, financiamentos e captação de recursos, políticas públicas para o fomento de PCHs e CGHs.

Inaugurações – Durante a Conferência será lançada a Frente Parlamentar Mista em Defesa das PCHs e CGHs, na Câmara Federal, e do Bloco Parlamentar das Energias Renováveis, na Assembleia Legislativa do Paraná.

Já a cidade de Curitiba ganhará da Abrapch uma central geradora hidrelétrica, que irá gerar 30 kilowatts de energia para abastecer toda a iluminação do Parque Barigui. A turbina, que está sendo instalada no lago do Parque, é utilizada em baixas quedas para geração de energia e contribui para melhoria da fauna aquática e nível de oxigênio da água. A inauguração será no dia 10 de maio, às 12h30 .

Cenário Nacional – O Brasil é o terceiro maior gerador de energias renováveis – aquelas que não liberam resíduos ou gases poluentes na atmosfera – de todo o planeta, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). O último relatório da Secretaria de Energia Elétrica (SEE) do Ministério de Minas e Energia (MME), apontou que até 2018 as energias limpas somaram 82,2% do total produzido no Brasil, sendo que mais de 70% são representadas pelas hidrelétricas.

Serviço:
3 ª edição da Conferência Nacional de PCHs e CGHs
Data : 08 a 10 de maio

Desde o início do ano, a produção de energia renovável na Ucrânia aumentou em 30%


Em janeiro-fevereiro, a geração alternativa - eólica, solar e pequenas centrais hidrelétricas, biomassa e biogás - aumentou a geração de eletricidade em comparação com o mesmo período de 2018 em 31,5%, para 465,62 milhões de kWh.

Isto é evidenciado pelos dados da filial "Comprador garantido" da SE "Energorynok", relatórios expro.com.ua. 

Em particular, em janeiro, foram produzidos 214,5 milhões de kWh e, em fevereiro, 251,12 milhões de kWh.

Em janeiro-fevereiro, 56,3% ou 262,1 milhões de kWh de eletricidade foram produzidos por parques eólicos, 24,1% (112,4 milhões de kWh) - SES, 10% (46,8 milhões de kWh) - HPS, 6% - biogás e 3,6% - biomassa.

Por que a conta de energia elétrica tende a aumentar

Geólogo diz que danos ao meio ambiente também devem ser maiores.Foto: Divulgação

Presidente da Associação de Pequenas Centrais Hidrelétricas de Goiás (APCH), o geólogo Sevan Naves faz um alerta preocupante: a conta de energia elétrica deve aumentar. De acordo com ele, os danos ao meio ambiente também tendem a ser maiores.

Sevan Naves indica que a razão por trás disso está no aumento da demanda gerada pelo reaquecimento da economia. “Se a indústria começar a reagir como está reagindo, aumentará a demanda e faltará energia. Dessa forma, o preço ficará mais caro”, argumenta.

Segundo o geólogo, o Estado já está no limite de geração de energia e, com o aumento da demanda, a solução será utilizar as usinas termelétricas que estão desativadas, resultando no acréscimo da conta a ser paga pela população.

Além disso, as usinas termelétricas acarretam em uma maior emissão de gases do efeito estufa, o que prejudica o meio ambiente. “Na hora em que forem reativadas, será queimado combustível fóssil.”

PCHs

Pioneiro na geração de energia elétrica após a abertura do governo federal para a área privada no final dos anos 1990, Sevan Naves defende o uso das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). “O impacto é pequeno e a energia é mais barata. Para diminuir o preço da energia, tem que estimular as hidrelétricas.”

Contundo, o geólogo lamenta que tenha sido criada uma “ojeriza contra as hidrelétricas”. “Se elas são combatidas, a saída será por meio de combustível fóssil”, frisa. “As termelétricas devem ser acionadas apenas em casos de emergência.”

Sevan Naves sublinha que o potencial hidráulico de Goiás é grande. “Há abundância”, garante. Mas este potencial, ressalta, é pouco utilizado. “Nos Estados Unidos, por exemplo, utiliza-se cerca de 90% do potencial hidráulico. No Brasil, nem 20%. E, em Goiás, nem 10%.”

O que dificulta a implementação das PCHs, para ele, é o licenciamento ambiental “muito complicado”. “Não é nem necessário dar incentivo fiscal. Basta ter um processo mais justo de licenciamento ambiental, assim como ocorre em outros Estados”, sugere.

O geólogo lembra que as PCHs podem contribuir também no combate à crise hídrica porque seguram a água nas cabeceiras. “A questão da crise hídrica é de gestão, e não de falta de água. Se houver uma barragem segurando, dá para administrar e fazer uma gestão melhor.”

Energias limpas

Sevan Naves enviou aos governadoriáveis uma carta em que ele trata sobre a geração de energia limpa, renovável, barata e de qualidade. Nela, o geólogo esclarece a diferença entre os dois tipos de fonte de energia, permanente e intermitente.

“A permanente é a que pode gerar 24 horas ao dia e conta. Em Goiás, com a hidrelétrica, a térmica à base de combustível fóssil (gás, diesel) e a nuclear. Já a intermitente é aquela que gera em períodos e modos específicos e, por isto, precisa ser complementada por uma energia permanente. É representada pela solar (fotovoltaica), eólica e a biomassa, podendo esta, bem planejada, ser permanente”, afirma.

O presidente da APCH pontua que cada fonte tem características próprias, como disponibilidade, preço e poluição. Em relação ao último, há tanto a energia limpa — hidrelétrica, solar, eólica e biomassa — quanto a energia suja — térmica (gás e diesel) a combustível fóssil e a carvão.

“Exemplificando, a energia intermitente solar, que, além de desmatar, só gera das 8 horas às 16 horas, é três vezes mais cara que a PCH e tem o problema do lixo de metais pesados nas placas após 20 anos, precisa ser complementada por fonte permanente”, diz trecho da carta.

Sevan Naves conclui que, para completar a geração pela fonte intermitente solar, é mais “equânime” e “razoável” que se utilize outra energia limpa, como a PCH, e não energia suja, como é feito com a térmica a combustível fóssil.

ENEL

Procurada pela reportagem, a Enel, antiga Celg, diz que está prevista uma revisão tarifária a vigorar a partir de 22 de outubro, conforme os percentuais propostos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que podem sofrer alterações até a aprovação final.

“A empresa reforça que o ajuste proposto pelo regulador na revisão tarifária se deve, em grande parte, a fatores externos não gerenciados pela distribuidora, como custo de compra energia e encargos setoriais”, explica.

Além de considerar na definição da tarifa os custos de geração da energia, os de transporte até o consumidor — transmissão e distribuição — e os encargos setoriais, a revisão tarifária tem como objetivo estabelecer o equilíbrio econômico-financeiro da concessão.

Sevan Naves considera a vinda da Enel a Goiás como algo positivo porque, de acordo com ele, a capacidade de investimento do Estado diminuiu. “O importante é o que a sociedade precisa, ou seja, energia barata, de qualidade e disponível. E a Enel tem capacidade a médio e longo prazo para trazer benefícios.”

Dicas para economizar energia

A pedido do Jornal Opção, a Enel elaborou uma série de dicas para a população economizar energia. Confira:
Acostume-se a aproveitar a luz natural durante o dia
De preferência para lâmpadas fluorescentes compactas em locais que ficam com as luzes acesas mais de quatro horas; elas consomem menos e duram dez vezes mais.
Na hora de comprar um eletrodoméstico, verifique se ele possui o Selo Procel de Economia de Energia classe A, que são os campeões da economia.
Não ligue muitos aparelhos na mesma tomada com o uso de T’s, pode provocar aquecimento nos fios, causando desperdício de energia e até mesmo acidentes graves.
Verifique as condições de suas instalações elétricas periodicamente.
Instalações antigas, com muitas emendas ou feitas com fios de telefone, causam desperdício de energia e podem causar incêndios.
Pinte as paredes e tetos com cores claras, que refletem melhor a luz.
Use iluminação dirigida para leitura, como abajures e luminárias.
Em uma viagem longa, desligue a chave geral da casa.

Geladeira

– Não utilize a parte de trás para secar objetos.
– Degele e limpe a geladeira com frequência.
– Não forre as prateleiras do seu refrigerador, isso dificulta a circulação interna do ar.
– Instale o aparelho em um local bem ventilado, longe do fogão, aquecedor e áreas expostas ao sol.

Ferro de passar roupa

– Junte o máximo de peças de roupas para passá-las de uma única vez.
– De preferência aos ferros a vapor, que são mais econômicos.
– Comece passando os tecidos mais delicados, que necessitam de menos calor, até chegar às peças mais pesadas.
– Sempre que precisar interromper o serviço, desligue o ferro.

Chuveiro elétrico

– Feche a torneira para se ensaboar.
– Tome banhos rápidos e, se possível, com a chave de temperatura na posição “verão”, o que pode reduzir o consumo em até 30%.
– Compre sempre chuveiros de menor potência (2 a 6 kW), que são eficientes e consomem menos.
– Limpe com frequência os orifícios de saída de água. Se eles não estiverem limpos, você terá menos água e o chuveiro terá que ficar mais tempo ligado.

Ar-condicionado

– Evite a entrada de sol no ambiente refrigerado e instale o aparelho em um ambiente com boa circulação de ar.
– Mantenha os filtros de ar limpos.
– Compre o equipamento com potência adequada ao tamanho do ambiente onde você pretende instalá-lo.

Máquina de lavar roupas

– Procure lavar de uma só vez a quantidade máxima de roupas indicada pelo fabricante.
– Use a dose certa indicada no manual para reduzir o número de enxágues.
– Mantenha o filtro limpo.

Fonte: Jornal Opção

Brasileiros criam mini-hidrelétrica que permite gerar energia elétrica em casa


Dois jovens curitibanos desenvolveram uma inovação tecnológica que traria tranquilidade a muitos brasileiros: o sonho da usina elétrica própria. Conforme apurou a Tribuna do Paraná, os engenheiros mecânicos Felipe Wotecoski, 31, e Juliano Rataiczyk, 30, desenvolveram um equipamento capaz de gerar energia no quintal de casa com impacto reduzido ao meio ambiente.

Com o tamanho similar ao de um fogão de quatro bocas, a microusina é capaz de gerar até 720 Kilowatts/hora por mês, energia suficiente para abastecer de três a quatro residências e ainda devolver um pouco de energia à rede elétrica. A economia, com essa quantidade de energia, é de aproximadamente R$ 500 mensais com a conta de luz, de acordo com os engenheiros.

A alternativa é sustentável e parte do princípio da energia renovável. “As megausinas hidrelétricas são muito grandes e difíceis de gerenciar. A ideia é descentralizar esta produção, com equipamentos simples de instalar, operar e fazer manutenção, para dar conta da crescente demanda de energia que temos visto a cada ano. Temos cada vez mais aparelhos eletrônicos dentro de casa”, conta Felipe.


Limitação geográfica

Embora seja inovadora, a ideia das microusinas tem uma limitação: para instalar uma do tipo em casa, é preciso ter uma fonte de água perto da propriedade – um rio ou riacho, até mesmo um vertedouro, ou seja, uma disponibilidade mínima de água – e uma queda natural de pelo menos 15 metros de altura, para que a correnteza tenha força suficiente para acionar a turbina da usina.

Conforme Felipe Wotecoski, um dos criadores do equipamento, nestas condições, o fluxo de cinco litros de água por segundo é suficiente. É uma quantidade pequena, visto que uma descarga consome nove litros por segundo. Um cano de PVC de tamanho médio (40 milímetros) poderia ser suficiente. Mas, para evitar travamentos no caminho e a água fluir mais rápido, os engenheiros optaram por utilizar um cano maior, como os usados em instalações sanitárias de uma residência. Indústrias que possuem pontos de água sob pressão também podem ter os equipamentos.


A operação para instalação da usina é simples: é preciso substituir o relógio comum da concessionária de energia por outro bidirecional, que mede a quantidade de energia usada na rede da operadora e o volume devolvido à rede.

O relógio calcula a diferença e, se a pessoa consumiu mais energia da rede do que da microusina, paga só esta diferença.

Mas se não consumiu nada da rede e ainda jogou energia da micro usina para ela, vai ganhando créditos, que podem ser usados ao longo de 60 meses. O usuário pode aproveitar estes créditos em quaisquer outros imóveis sob o mesmo CPF ou CNPJ.

E o que sobra da energia produzida é jogada de volta na rede, que pode ser usada pela vizinhança (igual como acontece com outros sistemas, como os de energia solar e eólica). Uma micro usina hidrelétrica “caseira” pode ter quantos módulos forem necessários, multiplicando a produção. E a vantagem de ter mais módulos é que, se um dos equipamentos para de funcionar por algum motivo, os outros continuam suprindo a demanda, pois apesar de interligados, agem independentes.


O custo da instalação de cada módulo é de R$ 19.900, mas o valor reduz se forem instalados mais do que um. E a expectativa é que o custo reduza em breve, tão logo as encomendas e a produção em série aumente.

Quem já enxerga as vantagens do projeto é o empresário Daniel Collere. Ele mora no município de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, e tem uma chácara em Antonina. Foi na chácara dele que os jovens engenheiros instalaram os primeiros protótipos, testaram e conseguiram as devidas licenças e homologações para produzir e comercializar as micro usinas em larga escala.

Daniel conta que o fornecimento de energia na região, à beira do Rio do Nunes, é muito instável, principalmente quando chove ou venta muito. E a chegada do equipamento hidrelétrico veio em boa hora. Reduziu as perdas de aparelhos elétricos queimados (antena parabólica, antena da Sky, geladeira, etc.) e deu um “alívio” pro bolso. “Vou para lá só aos fins de semana. Mas fim de tarde e noite sempre falta luz. Ficávamos à luz de velas. Chegava até a ser romântico”, brinca Daniel, que gasta cerca de 300 Kw/h por mês na propriedade. A usina é capaz de pagar a conta de luz da chácara e ainda manda créditos para abater da residência do empresário, em Colombo.


“É um investimento que, pra mim, se paga em menos de três anos. É um projeto legal e que ainda ajuda a natureza. Tenho tanques de peixes e, antes, eu oxigenava a água com a queda natural da água, de um rio que passa em cima da chácara. Como agora a água passa pela turbina da micro usina, desce bem mais oxigenada para o tanque. E o equipamento não altera em nada as propriedades da água, nem polui”, afirma ele, que conseguiu otimizar a produção de tilápias.

Startup

A Metha, empresa aberta por Felipe e o sócio Juliano para o desenvolvimento da microusina, foi a única do Paraná selecionada no programa Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) para receber R$ 1 milhão, dinheiro que irá permitir à startup instalar sua linha de montagem e selecionar distribuidores do equipamento em todo o país.

A iniciativa está sendo desenvolvida dentro do Vale do Pinhão, o movimento da Prefeitura e do ecossistema de inovação da capital para tornar Curitiba a cidade mais inteligente do país, e acelerado pela Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

Via Haus.

Além de sustentáveis, energia eólica e pequenas centrais hidrelétricas são ótimos investimentos

No cenário internacional, o Brasil é destaque no segmento e pioneiro nas instalações de empreendimentos eólicos na América Latina.


O ar em movimento que leva o barco a vela e embala com poesia a canção de Arnaldo Antunes (“Do Vento”, álbum Paradeiro – 2001) é hoje um negócio de US$ 28 bilhões no país. Segundo a ABEEOLICA (Associação Brasileira de Energia Eólica), cerca de 35% dos US$ 80 bilhões investidos em energias renováveis no Brasil de 2006 até 2015 foram direcionados para o segmento eólico. Isso com um investimento acumulado de 1998 a 2015.

No cenário internacional, o país é destaque no segmento e pioneiro nas instalações de empreendimentos eólicos na América Latina. No continente, foi o primeiro a pôr em prática políticas de incentivo a essa tecnologia. O mercado eólico brasileiro apresenta posição de destaque no cenário mundial. Conquistou desde 2015 as posições de 9ª maior capacidade instalada, 5° maior gerador de empregos e 4° maior volume de investimentos.

A geografia brasileira é claramente um ponto forte, que se apoia na capacidade complementar do sistema energético já existente no país. O movimento que incrementou o crescimento do parque eólico no Brasil data de 2008. A isso soma-se a queda nos custos de produção e uma oferta relevante de fornecedores. 

A inconstância dos ventos em determinadas regiões têm sido equacionadas com sistemas complementares nas plantas energéticas, o que em um futuro breve tende a ser estabilizado com uso constante de fontes despacháveis para compensar as oscilações dos ventos (o que em certos lugares ainda é um desafio para operação do sistema). Regiões como o Ceará, com grande potencial eólico, por exemplo, tem aumentando cada vez mais o percentual do setor em sua matriz energética.

No clima do Acordo de Paris

Muito além de produzir resultados financeiros para os investidores, a energia eólica segue a tendência mundial de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, o que contribui para a sustentabilidade e para proteger o futuro do planeta. O ganho para o segmento foi enorme com os acordos internacionais firmados em atenção às mudanças climáticas. É fato que a redução das emissões de gases de efeito estufa passa a ter maior protagonismo nas agendas nacionais. A adoção do Acordo de Paris na 21ª Conferência das Partes (COP 21) da UNFCCC, em 2015, sabe-se, representou um marco.

O Acordo de Paris fortaleceu a resposta global aos desafios impostos pela ameaça do aquecimento global. E estabelece a audaciosa meta de limitar o aumento da temperatura média do planeta a um patamar inferior a 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais, com esforços para que o limite de 1,5 grau Celsius não seja ultrapassado. O acordo estabelece as bases para a cooperação internacional, a partir de 2020, por meio da adoção de compromissos nacionais – as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs – Nationally Determined Contributions) – e pela adoção de um processo sistemático para o cumprimento desses compromissos.

A contribuição brasileira inclui a redução de 37% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) nacionais até 2025 (1.346 milhões de toneladas equivalentes de carbono – tCO2e), além de uma indicação de redução de 43% das emissões nacionais até 2030 (1.208 milhões tCO2e) com base nos níveis registrados em 2005.

Além do vento, pequenas hidrelétricas: menos é mais

Assim como o parque eólico, as pequenas centrais hidrelétricas (“PCHs”) são uma tendência em um tempo em que menos é mais. Exatamente para garantir o mínimo de impacto ambiental, cresce o investimento em PCHs, usinas de pequeno porte com capacidade instalada entre 3 MW e 30 MW e área de reservatório de até 3 quilômetros quadrados, segundo definição da ANEEL. Por conta de suas características e possibilidade de implantação perto de grandes centros, esse tipo de empreendimento representa uma opção promissora para complementar a matriz elétrica brasileira.

Desde que publicou em 2015 a resolução que autoriza a implantação e exploração de aproveitamento de potencial hidráulico com características de Pequena Central Hidrelétrica, 51 outorgas foram publicadas e 505 atos foram emitidos pela ANEEL. Somando-se todas as PCHs, a potência total é de 7.660,40 MW – o equivalente a duas usinas hidrelétricas de grande porte como Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Os investimentos são da ordem de R$ 58,6 bilhões, o que fortalece a economia dos Estados. Há estados brasileiros campeões de PCHs com plantas aprovadas: Paraná, com 84, Goiás, com 82, Minas Gerais, com 69, e Mato Grosso, com 64 unidades.

Tendo como foco oportunidades de investimento em ativos reais no Brasil, a Vision Brazil Investments investe desde 2008 no setor de energia renovável do país. Atualmente a gestora investe em três projetos de PCH em processo de emissão de outorga perante a ANEEL (todos com projeto básico já aprovado pelo órgão regulador), representando mais de 50 MW de potência instalada.

A Vision Brazil Investments acredita no setor e na importância das PCHs para a base energética do Brasil, principalmente com a perspectiva de o país retomar o crescimento nos próximos anos. O que se espera é que a economia e o governo brasileiros voltem a oferecer condições compatíveis que permitam aos empreendedores continuar investindo e desenvolvendo projetos de geração de energia.

No longo prazo, como todos os países do mundo preocupados com as mudanças climáticas, o Brasil tende a aliar ainda mais a ampliação de seu parque eólico com investimentos nas PCHs. É uma tendência que certamente se expandirá. O investimento, não há dúvida, será uma grande contribuição para a sustentabilidade energética do mundo.

É o que se vislumbra, nos próximos anos, nas diretrizes do planejamento energético brasileiro: investimentos sustentáveis e eficientes. Sejam pequenas centrais hidrelétricas, que não apenas impactam menos o meio ambiente mas reduzem as perdas energéticas nas linhas de transmissão, seja a energia solar – outra alternativa com forte potencial de investimentos. E, claro, os sopros eólicos, tão ecológicos e potencialmente sustentável quanto poéticos. Afinal, das nuvens de areia às folhas no quintal, do vento vem tudo.

Fonte: Terra

Cemig vai fornecer energia solar fotovoltaica dentro de um ano

Com investimento de R$ 24,4 milhões, Cemig vai instalar painéis fotovoltaicos flutuantes em cima de espelho d’água de reservatório localizado no Norte de Minas.
Projeto será implantado em Santa Marta, no município de Grão Mogol, onde já existe uma PCH 
(foto: Cemig/Divulgação)

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vai instalar a primeira usina híbrida de geração de energia do país, com a geração de energia solar fotovoltaica. O projeto será implantado na localidade de Santa Marta, no município de Grão Mogol (Norte de Minas). O investimento é de R$ 24,4 milhões, envolvendo também os recursos aplicados em pesquisa e desenvolvimento.

A principal inovação é que serão instalados painéis fotovoltaicos flutuantes, em cima do espelho d’água do reservatório de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) já existente. O projeto vai permitir o estudo da conexão de duas fontes de energia diferentes no Sistema Interligado Nacional (SIN), objetivando promover o desenvolvimento sustentável da região.

A usina híbrida será instalada em parceria com o Movimento dos Atingidos por Barragens (Mab), sendo o maior projeto desenvolvido pela estatal em conjunto com os movimentos sociais. O prazo de implementação é de quatro anos, mas a geração deverá ser iniciada dentro de um ano, com a conexão com o SIN. De acordo com a Cemig, o projeto visa “promover, de forma social, a região onde será inserido o desenvolvimento econômico, que vai permitir o estudo da conexão de duas fontes de energia diferentes no sistema.

O convênio com o Mab foi assinado pelo governador Fernando Pimentel na quinta-feira. A iniciativa também terá a participação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e das subsidiárias da Cemig, Axxiom Soluções Tecnológicas e Efficientia S.A, que ficarão responsáveis pela instalação das células fotovoltaicas e a supervisão, controle e automação da conexão das fontes de energia com o sistema nacional.

O projeto visa aproveitar as boas condições de luminosidade da região para a produção de energia elétrica. Conforme revelou reportagem publicada pelo Estado de Minas, o estudo Atlas Solarimétrico de Minas Gerais, realizado pela Cemig ao longo de cinco anos, mostrou que o Norte de Minas tem o melhor potencial para a geração de energia solar do estado. O mesmo estudo revela que seis microrregiões mineiras têm potencial para geração solar em um patamar que é praticamente o dobro da capacidade da Alemanha, país que há anos recorre a esse tipo de energia.

EMPREGO E RENDA - Santa Marta tem uma Pequena Central Hidrelétrica, construída há mais de 60 anos e que tem 1MW de potência de geração hídrica. Conforme a Cemig, serão instaladas células fotovoltaicas com potência total de 1,2 MWp (megawatt-pico) no espelho d’água do reservatório da pequena hidrelétrica, que abrange uma área de 27 hectares (27 campos de futebol).

Com a instalação da planta-piloto fotovoltaica flutuante, a usina híbrida passará a uma potência total de 2,2MW no momento de maior radiação solar do dia. Essa energia será usada para abastecer 1,25 mil famílias de 21 municípios, localizados numa região semiárida, próxima do reservatório. Além disso, serão gerados emprego e renda, com o aproveitamento de mão de obra oriunda das cidades do entorno.

Fonte: em.com.br

Projeto de lei prevê fim de desconto em taxa para pequenos geradores de energia limpa


Está na pauta de votações da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) projeto de lei que define o ano de 2027 como prazo final para o desconto de 50% no uso dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica concedido aos pequenos geradores de energia a partir de fontes de energia limpa.

O projeto (PLS 622/2015) também elimina a possibilidade de a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) custear o desconto. Apresentada pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), a proposta foi modificada pelo relator na CAE, Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE).

As pequenas hidrelétricas (com potência de até 3 mil kilowatts) e as usinas solares, eólicas, de biomassa e de cogeração qualificada com potência de até 30 mil kilowatts pagam pelo uso dos sistemas de transmissão e distribuição tanto sobre a energia que produzem como sobre a que consomem.

Esses produtores, que incluem os pequenos sistemas de energia solar instalados em residências e prédios comerciais, por exemplo, vendem o excesso da energia gerada à respectiva distribuidora e constituem o que o setor chama de geração distribuída.

Segundo o autor do projeto, com o avanço das fontes alternativas, o subsídio concedido pela Lei 9.427/1996 e pago pela CDE vai ficando cada vez maior. E, como a CDE é mantida por tarifa paga pelos consumidores finais, em especial os grandes consumidores, ou seja, as indústrias, ele adverte que, “sem o ajuste proposto, empresas responsáveis pela geração de emprego e renda custearão ainda mais parte da energia direcionada aos consumidores regulados [pequenos consumidores, que não podem escolher de qual produtor comprar]”.

Cálculo da tarifa

O PLS 622/2015 também modifica o cálculo da tarifa de compra de energia pelos consumidores finais. Pela Lei 10.438/2002, o custo de aquisição de energia elétrica e o de contratação de capacidade de geração pelo Executivo são divididos entre todos os consumidores, na proporção do consumo de cada um, sem considerar a fonte da energia adquirida ou o tipo de consumidor, se regulado ou livre (grandes consumidores que têm liberdade para escolher de quem comprar, na maior parte, indústrias).

Otto Alencar propõe que o cálculo do valor de referência do custo da aquisição de energia proveniente de geração distribuída — que integra o cálculo global da tarifa — seja feito segundo a fonte, levando em conta também a quantidade adquirida de cada fonte.

Segundo o autor, o fim do desconto em 2027 coincide com o fim do subsídio da CDE às usinas elétricas que usam carvão, o que corrigiria distorções.

Para Alencar, os benefícios das alterações seriam a redução da necessidade de construir grandes hidrelétricas, termelétricas e linhas de transmissão e das perdas elétricas. Além disso, argumenta, com a eliminação dos descontos concedidos pela Lei 9.427/1996 e a proibição de que eles sejam cobertos pela CDE, seriam reduzidas as distorções econômicas causadas pelo modelo brasileiro de encargos setoriais pagos pelos consumidores, que impedem um maior crescimento da geração de energia a partir de fontes alternativas. Outra consequência seria a redução do custo da energia para os grandes consumidores que, no atual modelo, acabam subsidiando as tarifas do mercado regulado.

Em seu substitutivo à proposta, Bezerra concorda com o fim do desconto, sob o argumento de que a “manutenção indevida pode significar que essa política estatal fracassou e que recursos públicos estão sendo gastos sem uma contrapartida benéfica para a sociedade, além de impedir o setor de continuar se desenvolvendo.

O desconto em questão remonta ao ano de 1998 e, entre diversos sinais de que já atingiu seu objetivo, pode ser citado que em recentes leilões a energia eólica obteve preço de venda inferior ao de diversas hidrelétricas”. Ele acrescentou, no entanto, que a norma deve valer apenas para os contratos feitos após a publicação da lei.

Quanto à retirada da CDE do ônus de arcar com o desconto, Bezerra reconhece que há subsídio cruzado, mas lembra que, como o desconto incide tanto na produção quanto no consumo de energia elétrica, os consumidores livres que compram energia das fontes incentivadas também recebem o desconto. Além disso, como o PLS 622 não prevê outra fonte de recursos para o pagamento do desconto, o relator propõe a supressão desse item do projeto.

Valor de referência

Outra alteração importante feita pelo relator refere-se ao cálculo do valor de referência da energia adquirida da geração distribuída. Ele esclarece que, após a apresentação da proposta, o Ministério de Minas e Energia editou portaria que adota, entre outros critérios, o de fixar um valor de referência para cada fonte de geração de energia elétrica.

Bezerra argumenta, no entanto, que o cálculo de uma média ponderada das quantidades adquiridas de cada fonte de geração de energia elétrica não está prevista na portaria e que se trata de tema muito técnico e minucioso para ser tratado em lei. Ele mantém o cálculo do valor de referência com discriminação da fonte de energia, mas retira a previsão de média ponderada.

Depois de analisado pela CAE, o PLS 622/2015 segue para a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), que terá decisão final, caso não haja recurso para votação em Plenário.

FONTE: Ambiente Energia

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EPE habilita 64 projetos para o 1º Leilão de Reserva


A Empresa de Pesquisa Energética habilitou 64 projetos dos 133 cadastrados anteriormente para o 1º Leilão de Energia de Reserva, que deve acontecer no dia 23 de setembro. Do total, 47 são Pequenas Centrais Hidrelétricas e 17 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). Essa é a primeira vez que a energia das CGHs será comercializada em leilões do governo.

Ao todo, segundo a EPE, foi habilitada uma oferta de 641 MW, mas o total de energia disponível no leilão dependerá ainda do depósito das garantias de participação, que será feito na Agência Nacional de Energia Elétrica até 13 de setembro de 2016. A energia comercializada terá início de suprimento em 1º de março de 2020 pelo prazo de 30 anos. O preço-teto estabelecido para o leilão foi de R$ 248/MWh.

Pela primeira vez, a EPE está publicando os motivos que levaram à inabilitação de projetos. No documento também é explicada a metodologia de contabilização, antes aplicada apenas às usinas eólicas e fotovoltaicas e agora estendida às PCHs e CGHs, com o objetivo de minimizar o risco do negócio. Por essa metodologia, o empreendedor terá maior flexibilidade na geração de energia, sendo possível compensar períodos de baixa e alta produção.

Fonte: Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, Planejamento e Expansão

Primeiro leilão de reserva terá preço inicial de R$ 248/MWh para PCHs e CGHs

Certame destinado a PCHs e CGHs está previsto para 23 de setembro de 2016.

Por Sueli Montenegro

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou o edital do primeiro leilão de reserva de 2016, que será destinado exclusivamente a pequenas centrais hidrelétricas (até 30 MW) e a centrais geradoras hidrelétricas (até 3 MW). O preço teto dos contratos por quantidade desses empreendimentos será de R$ 248/MWh.

O certame está previsto para o dia 23 de setembro, quando serão negociados contratos com início de suprimento em 1º de março de 2020. Estão inscritas para leilão 73 PCHs com 889 MW de potência total e 60 CGHs, com 96 MW.

No caso da CGHs, a novidade é que será exigida a outorga para eventuais vencedoras do leilão. Pelas regras atuais, esses empreendimentos precisam apenas de um registro simplificado na Aneel para produzirem energia.

O governo planeja um segundo leilão de reserva para 16 de dezembro. Ele vai incluir empreendimentos de fontes solar e eólica. A Empresa de Pesquisa Energética cadastrou 1.260 projetos no total para os leilões deste ano.

Federal Energia lança índice de atratividade do Mercado Livre

Rio de Janeiro lidera o ranking entre os mercados mais atrativos para fontes incentivadas.

O Grupo Federal, empresa de geração, comercialização e gestão de energia elétrica, acaba de lançar o Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia. O levantamento dos primeiros seis meses do ano revela uma nota média de 0,853 no período. 

A nota, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organizações das Nações Unidas (ONU), é calculada em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade. O índice foi calculado com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas 50 (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro. 

Por meio do índice, verifica-se que os meses de fevereiro e março registraram os picos de atratividade para as matrizes limpas de energia.  

O levantamento incluiu também um ranking para medir o Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia em cada estado da Federação. Com a nota máxima, o Rio de Janeiro lidera o primeiro levantamento do Grupo Federal. Entre os Top 10, além dos consumidores fluminenses, estão por ordem: Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina, Goiás, Pará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. Os únicos estados fora da lista são Rondônia e Roraima. 

“Podemos perceber como as tarifas do mercado cativo de energia variam bastante entre as distribuidoras. Porém, em todos os casos, em grau maior ou menor, há vantagens dos consumidores migrarem para o ambiente de comercialização livre”, afirma Erick Azevedo, sócio-diretor da Federal Energia.

Fonte: CanalEnergia