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Projeto piloto em Israel abraça a grade de energia do futuro

Kibbutz Maale Gilboa, piloto da microgrelha do Fsight. Imagem: Fsight

As empresas de energia internacionais e a Fsight lançaram um dos mais avançados projetos-piloto de energia distribuída do mundo.

No mundo energético multifacetado de hoje, um número crescente de ativos prosumer está aumentando a complexidade das redes elétricas. Sistemas descentralizados com geração solar, turbinas eólicas e veículos elétricos prometem um futuro descarbonizado, mas também trazem desafios para as concessionárias e prosumers.

Uma empresa, a Fsight, está fornecendo informações para a rede de energia do futuro com o desenvolvimento de um projeto piloto em Israel usando sua solução Energy AI.

"Estamos vendo um mercado muito complexo emergindo, onde a empresa de distribuição precisa permitir que mais e mais recursos renováveis ​​e ativos de energia flexíveis sejam instalados por trás do medidor, mantendo uma rede local estável", disse Emek Sadot, CEO da Fsight à revista pv. "Ao mesmo tempo, os prosumers que instalaram esses ativos flexíveis querem otimizar seu fluxo de energia para maximizar o valor de seus investimentos".

O Energy AI é uma plataforma integrada de aprendizado de máquina que fornece previsão preditiva, otimização e negociação peer-to-peer. O modelo de IA aprende e prevê consumo e produção de vários ativos de grade para produção. Em seguida, o mecanismo de otimização gerencia o fluxo de energia de cada usuário final e toma decisões em tempo real sobre a compra, venda e armazenamento de energia. O sistema realiza negociações peer-to-grid e peer-to-peer para conectar prosumers independentes em toda a comunidade ou grade.

"É muito lógico gerenciar o consumo de eletricidade para que você venda quando é caro e compre quando for barato", diz Christian Kern, ex-chanceler da Áustria e presidente da Fsight. “A inteligência artificial e o aprendizado profundo podem ser aplicados no setor de energia de maneira muito interessante neste contexto.”

A Fsight foi fundada em 2015 por pesos pesados ​​da indústria de energia; o ex-chefe de energia CEE Siemens e ex-presidente e CEO da Israel Electric Company, que atuam como diretores em exercício da empresa. Desde então, a empresa implantou dez projetos comerciais. No início de 2019, a empresa lançou seu carro-chefe, o Gilboa Iris Project. Localizado em uma comunidade de energia avançada no norte de Israel, o projeto piloto funcionará com fluxos maciços de sistemas solares, eólicos e de armazenamento, veículos elétricos, vários dispositivos inteligentes e qualquer coisa com flexibilidade de grade significativa - tudo sobreposto à plataforma Energy AI.

"Energia AI pontes entre as necessidades da empresa de distribuição e os interesses dos consumidores, calculando a cada momento o incentivo certo que irá equilibrar a rede local e, ao mesmo tempo, otimizar os ativos flexíveis em conformidade", disse Sadot.

O projeto comunitário sustentável está atualmente sob simulação e a primeira fase do piloto está prevista para dois anos, com possibilidade de extensão. A Fsight diz que atualmente tem um punhado de parceiros, mas está procurando por mais três a cinco para se juntar ao consórcio. A empresa está em discussões com empresas de serviços públicos, fornecedores de hardware, instituições de pesquisa e empresas para participar. Os parceiros receberão acesso total a insights, todos os dados coletados e análises com a capacidade de testar seus casos de negócios, condições de mercado e esquemas regulatórios.

“Acredito que estamos enfrentando os desafios mais complexos da história de nossa civilização, mas se concentrarmos nossa energia e agirmos juntos, vamos superá-la”, concluiu Sadot.

Israel vai ter a maior torre solar do mundo

Em Israel, vai ser construído uma das maiores torres solares do mundo. Como você pode ver na foto, a construção é muito avançada.


Você quer saber o que envolve a torre? Não, não é um círculo de culturas de alta tecnologia. Há 50.000 espelhos, cobrindo o comprimento de 665 campos de futebol, o que ajudará a aumentar a produção da torre.

Quando concluída, a energia renovável que produz alimentará 130 mil residências na área. E com isso irá apoiar o compromisso de Israel de atingir 10% da produção de eletricidade do país a partir de fontes renováveis ​​até 2020.

A torre conhecida como o projeto solar Ashalim é verdadeiramente um esforço internacional. A empresa de engenharia francesa Alstom está supervisionando a construção usando partes da BrightSource Energy, com sede na Califórnia, e da General Electric, com sede em Boston.

A usina de Ashalim é uma futura usina solar a ser instalada no deserto de Negev, perto de Kibbutz Ashalim, (ao sul da cidade de Be’er Sheva) em Israel. A estação fornecerá 121 megawatts de eletricidade (2,0% do consumo israelense).

A estação combinará 3 tipos de energia: energia solar térmica, energia fotovoltaica e gás natural. Uma usina fotovoltaica de 30MW e, além disso, uma usina de 121 MW CSP são planejadas pela Megalim Solar Power. Uma segunda fábrica de CSP também será construída. A estação deverá iniciar a produção de eletricidade em 2019. A torre solar de Ashalim será a mais alta do mundo, com 250 metros.

Dispositivo Solar vai impedir afogamentos em piscina


A empresa israelense Coral Detection Systems apresentou na Consumer Electronics Show em Las Vegas na semana passada um dispositivo que é capaz de detectar rapidamente o afogamento em piscinas e emitir alertas.

O produto, Coral Manta, que a empresa chama de “o primeiro de seu tipo,” é um dispositivo com forma hexagonal e em parte é alimentado por painéis solares que cobrem sua superfície. Quando colocado na borda de uma piscina, o dispositivo monitora a piscina através de uma câmera de vídeo subaquática embutida que usa visão artificial e inteligência artificial para detectar movimento.

O dispositivo monitora a piscina 24 horas por dia e usa inteligência artificial para analisar o vídeo em tempo real capturado pela câmera. Em caso de afogamento ou circunstâncias perigosas, o dispositivo emite um alarme para alertar as pessoas próximas para ajudar a vítima e, ao mesmo tempo, envia um alerta para os proprietários da piscina através de seus smartphones.

A resposta imediata é essencial, pois quatro a cinco minutos sem oxigênio podem causar danos cerebrais irreversíveis para as crianças, e para os adultos esse tempo diminui em três a quatro minutos, explica o site da empresa. Na maioria dos casos, quando as pessoas se afogam, afundam rapidamente no fundo, apenas alguns segundos depois de pararem de respirar. Coral Manta é programado para identificar tais situações e ativar alarmes aumentando as chances de resgatar pessoas com vida.

O Coral Manta, que custará cerca de US $ 2.000, foi testado “em milhares de cenários que simulam afogamento” em muitos tipos diferentes de piscinas, adultos e crianças, de acordo com a empresa.

Pesquisadores de Israel avançaram no processo de produção de hidrogênio combustível


Pesquisadores da Universidade do Negev (BGU) e do Instituto de Tecnologia de Israel quebraram o mecanismo químico que permitirá o desenvolvimento de um novo e mais eficiente processo fotoquímico para produzir hidrogênio a partir da água, de acordo com um novo estudo publicado na Nature Communications.

Esta é a primeira pesquisa a revelar com sucesso a reação química fundamental presente na energia solar que poderia formar o elo perdido para gerar a eletricidade necessária para transportar este processo, permitindo que ele se desenvolva naturalmente em vez de depender de grandes quantidades de fontes de energia. energia feita pelo homem ou metais preciosos para catalisar a reação.

A produção de hidrogênio não emite gases de efeito estufa, mas o processo exigiu até agora mais energia do que é gerado e, como resultado, tem viabilidade comercial limitada.

A produção de hidrogênio para combustível requer dividir as moléculas de água (H2O) em dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio. A pesquisa revela um grande avanço no entendimento do mecanismo que ocorre durante a divisão fotoquímica do peróxido de hidrogênio (H2O2) em fotoeletrodos de óxido de ferro, o que envolve dividir a reação de fotooxidação de linear para dois sítios.


Veículos mais eficientes

“Esta descoberta pode ter um impacto significativo nos avanços para substituir os combustíveis baseados em carbono por combustíveis de hidrogênio mais ecologicamente corretos”, segundo a equipe de cientistas, que acrescenta: “Os fabricantes de automóveis buscam desenvolver veículos movidos a hidrogênio. que são considerados eficientes e respeitosos com o meio ambiente e, ao contrário dos veículos elétricos, permitem um rápido reabastecimento e uma maior quilometragem “.

A energia solar é limpa e abundante. Mas para que esse recurso funcione quando o sol não está brilhando, a energia deve ser armazenada em baterias ou por um processo chamado fotocatálise, no qual a energia captada do sol é usada para fabricar combustíveis. De acordo com um artigo publicado na Applied Physics Letters, as perovskitas de duplo haleto podem ter as propriedades certas para dividir a água e produzir combustível a partir do hidrogênio e do oxigênio.

Energia Solar é a aposta para equipamentos de irrigação


Pivôs funcionando 24 horas na fazenda sem estarem conectados à energia elétrica e novas tecnologias para controle e gestão do processo são algumas das soluções apresentadas na Agrishow, em Ribeirão Preto, por empresas fabricantes de equipamentos de irrigação.

O sistema integrado, que envolve energia gerada por painéis fotovoltaicos quando há luminosidade e por biomassa nos intervalos sem luz, está sendo desenvolvida pela Fockink, empresa gaúcha há 76 anos no mercado, que participa da feira desde a primeira edição, em 1994.

O sistema foi criado dentro da empresa de 800 funcionários, que tem 25 engenheiros trabalhando apenas com projetos de inovação. Os primeiros equipamentos integrados devem ser instalados no segundo semestre em fazendas do Mato Grosso.

A vedete da Fockink, empresa 100% nacional, no entanto, é um novo pivô com movimento contínuo, com mais vida útil e eficiência energética, utilizável em áreas de 3 a 250 hectares. “O equipamento gera uma economia de 50% em energia”, garante Oscar Strucker, gerente de marketing.

Pelo menos 15% dos negócios fechados pela marca no ano nascem na Agrishow, considerada a principal vitrine para a empresa que participa também de outras 10 feiras agrícolas por ano. Segundo Oscar, o produtor geralmente estuda dois ou três anos antes de colocar o primeiro pivô na fazenda. “O custo benefício é tão alto que, já no ano seguinte, ele volta com o mapa de sua área perguntando onde consegue instalar mais pivôs.”

A novidade em controle e gestão do processo de irrigação é o destaque do estande da Netafim, empresa de Israel fundada em 1965 e que atua em mais de 110 países, com soluções de irrigação por gotejamento ou aspersão. O equipamento NetBeat, lançamento global, recebe os dados enviados pelos sensores instalados no campo, transforma em sinais de rádio e envia para a nuvem, onde estão também os dados agronômicos sobre irrigação disponibilizados pela Netafim.

Segundo Danilo Silva, gerente de distribuição, com o NetBeat o produtor terá em mãos todos os dados necessários para programar a irrigação ou gerenciar a aplicação pelo celular ou computador. O equipamento será comercializado a partir do próximo semestre.

A Irrigabras, empresa de Barueri que vende pivô central há mais de 30 anos, aposta na eficiência e alta resistência de seus equipamentos para conquistar o cliente na feira. O equipamento também pode ser controlado à distância por internet.

A Irrigabrasil, de Pinhais (PR), apresenta como destaque na feira a barra irrigadora que substitui o aspersor canhão, gerando mais eficiência na aplicação.

Fonte: Revista Globo Rural

Conheça a maior torre térmica do mundo, capaz de gerar energia 24 horas por dia


Prevista para ficar pronta em 2020, a maior torre térmica que gera energia do mundo está localizada no sul da Austrália. O projeto, batizado de Solar Reserve, está sendo construído pela Aurora Solar Energy e irá gerar energia 24h por dia graças a uma turbina movida à vapor.

A capacidade de toda usina é de 150 megawatts, o que consegue abastecer 90 mil residências locais – ou o equivalente a 5% da demanda total do sul da Austrália. O empreendimento terá também tecnologia capaz de armazenar 1.110 megawatts de energia por oito horas.

Israel também está construindo uma usina solar parecida, que utiliza o vapor d’água para produzir energia limpa. O potencial da usina é de 310 MW e irá abastecer 130 mil residências.

A Solar Reverse, apesar de ter menor capacidade, contempla não apenas usina termal como também fotovoltaica. A termal utiliza mais de 10 mil espelhos que refletem e centralizam o calor do sol em uma torre. Veja abaixo como funciona a tecnologia.

Veja o vídeo abaixo:


Israel testa ônibus elétricos capazes de se recarregar sozinhos em movimento



Em fase de teste no Reino Unido, já existe uma estrada que é capaz de abastecer veículos elétricos enquanto andam em uma faixa específica. Agora a startup israelense Electroad está trabalhando para aprimorar a tecnologia e viabilizá-la de maneira escalável para que contemple todo o transporte público de sua capital, Jerusalém.

A novidade permitiria reduzir a quantidade de emissões de gases de efeito estufa de maneira mais eficiente e ainda transformaria o transporte público em uma alternativa ainda mais sustentável para os cidadãos.

Com base em indução eletromagnética – o mesmo princípio usado, por exemplo, para recarregar smartphones sem a utilização de fios –, a startup criou uma tecnologia flexível (diferente das já existentes), que só precisa de cobre e borracha como matéria-prima para funcionar. “Você consegue implementar em uma rua já existente da noite para o dia”, explica Oren Ezer, CEO da companhia.

Para aplicar a nova tecnologia em ruas existentes, é preciso cavar o asfalto em oito centímetros de profundidade e adicionar o dispositivo de carregamento sem fio. Depois, é só cobrir novamente com asfalto. Inversores inteligentes com comunicação em tempo real são então instalados em ambos os lados das ruas – e a radiação é minimizada para proteção dos motoristas e passageiros. Entenda melhor abaixo!



Após cinco meses de testes bem sucedidos em Tel Aviv, com 20 metros de rua adaptados fora de seus laboratórios, os ônibus públicos começarão a ser testados em breve em grande escala. Será?

A usina solar em Israel que funciona à base de vapor de água


Prevista para começar a funcionar em 2018, a usina solar promete abastecer 130 mil famílias israelenses quando começar a operar em sua capacidade máxima. O empreendimento, batizado de Ashalim Solar Thermal Power Station, é o maior projeto de energia solar do país e será responsável pela produção de 10% de toda energia consumida em Israel.

A construção já começou há três anos e o prazo para o início das operações estava previsto para 2017 – mas foi prorrogado para o ano que vem. No total, são 50 mil espelhos espalhados em 740 acres de terreno. Todos eles direcionam os raios solares para uma torre de 250 metros de altura, em que há caldeiras com água. Com o calor do sol, a água ferve e seu vapor movimenta as turbinas da usina.

Esse tipo de usina solar é cada vez mais comum no exterior, uma vez que aproveita o potencial fotovoltaico em larga escala. Estima-se que a torre produzirá 310 megawatts hora, o que representa 1,6% da demanda de toda Israel.

Apesar do projeto ter potencial, ainda precisa comer mais feijão com arroz. A maior usina solar do mundo fica na Califórnia (EUA) e é uma iniciativa privada do Google. Seu tamanho é equivalente a 1.300 campos de futebol.

Transforme lixo orgânico em biogás limpo para cozinhar e em fertilizante natural para o jardim!


HomeBiogas® é a mais nova geração de "off the grid", sistema de biogás que converte os resíduos orgânicos em energia. Esta tecnologia limpa converte resíduos alimentares e esterco animal em gás limpo garantindo gás o suficiente para 3 refeições e 10 litros de fertilizante líquido natural limpo todos os dias.

Cozinhar alimentos com combustíveis sólidos como madeira e carvão vegetal parece ser uma das opções mais saudáveis, mas… a Organização Mundial da Saúde afirma que até 4,3 milhões de mulheres e crianças morrem anualmente direta ou indiretamente pelos efeitos causados por estes combustíveis.

Esta informação chegou até os israelenses da HomeBioGas através do secretário geral das Nações Unidas Ban Ki-moon, durante uma visita ao presidente israelense Reuben Rivlin em 2014, onde ele expressou a necessidade global de uma solução sustentável e segura para questão, nomeando o biodigestor criado pela companhia, HomeBioGas TG, a resposta para tal problema.


O biodigestor funciona através da energia gerada por alimentos orgânicos, como restos de comida, que é convertida em combustível biogás, uma combinação de gás metano e dióxido de carbono. Este combustível pode ser usado para cozinhar ou aquecer ambientes, sem gerar odores desagradáveis, já o líquido gerado após o uso do gás pode servir como fertilizante para a terra.

HomeBioGas TG é resultado de anos de pesquisas sobre outros biodigestores existentes na China e na índia. A equipe israelense chegou à conclusão de que as populações carentes precisavam de um modelo inteiramente novo, a fim de ser lançado na América Latina, Ásia e África. O produto foi testado primeiramente numa comunidade beduína em Israel e hoje é vendido separadamente por $1,500 dólares.

  • Energia limpa - Produz biogás que pode ser usado para cozinhar, aquecimento de água e iluminação
  • Família Bem-estar - Mantém um lar saudável e ambientalmente amigável
  • Melhoria da saúde - Elimina a poluição do ar interior prejudiciais de cozinhar fogo aberto
  • Ambiente limpo - Trata os resíduos orgânicos gerados de forma local e sustentável. Reduz o desmatamento e a contaminação das águas subterrâneas .
  • Aumentar o rendimento - Oferece fertilizante líquido limpo para ajudar as plantas frutíferas e legumes a crescer de forma sustentável em casa
Assista o vídeo:


Israel pode ter o primeiro táxi voador do mundo

SkyTran Os veículos terão capacidade para carregar até quatro pessoas e ficarão a seis metros do nível das ruas.

A empresa norte-americana SkyTran está desenvolvendo um táxi voador que mais parece uma tecnologia saída de desenhos animados, como os Jetsons. O táxi será alimentado por levitação magnética e está programado para ser lançado em 2016.

A IAI de Israel (fabricante de produtos aeroespaciais e aeronáuticos), é associada do projeto e, junto com a SkyTran, está desenvolvendo as estratégias de transporte do táxi. Yosef Melamed, diretor da IAI, explicou ao site Times of Israel que o projeto abrange áreas de engenharia, robótica e controle e que esse tipo de transporte será o primeiro já feito em Israel.

O sistema consiste em uma rede controlada por computadores e em um veículo do tipo “Jet-like”, com capacidade para quatro pessoas sem necessidade de motoristas. A tecnologia faz com que o veículo corra pela rede impulsionado por levitação magnética. A princípio, ele será movido por energia elétrica, mas já está prevista no projeto a implementação de painéis solares para gerar a energia necessária. Nesta etapa, o projeto se tornará 100% sustentável.

Melamed explica também que os táxis circularão a 100 Km/h e o sistema passará acima da superfície de tráfego, sem parar em estações, o que faz do transporte um meio muito mais rápido e que não interfere no trânsito normal. Que essa ótima ideia se espalhe por todo o mundo e chegue em breve no Brasil!

SkyTran Jerry Sanders, diretor-executivo da SkyTran, ao lado de um dos veículos pilotos que pode estar nas ruas até 2016.

ECO WAVE POWER: ENERGIA GERADA PELAS ONDAS DO MAR


Cada vez mais as empresas de energia estão percebendo que a água do mar pode ser aproveitada para gerar eletricidade. Israel’s Eco Wave Power anunciou que iniciou teste inicial de dois dispositivos geradores de energia por meio das ondas, o “Clapper Wave” e a “energia eólica,” tem sido bem sucedida. A empresa pretende continuar a trabalhar para produção em larga escala dos dispositivos indo para a próxima fase de testes, com dispositivos maiores que poderão produzir em torno de 5 kW de eletricidade.

“Somos uma empresa jovem e inovadora no campo da energia dos oceanos”, disse David Leb, fundador do Wave Power Eco. “Nós acreditamos em um rápido, mas confiável, progresso. Nossos concorrentes na área de energia do oceano passaram 15 anos pesquisando este sem resultados em escala comercial disponíveis para venda e implementação. Queremos ser diferente. Queremos ser capazes de oferecer os nossos dispositivos em escala comercial em curto prazo, e os preços mais atraentes”.

O teste dos dois dispositivos iniciais ocorreu em uma piscina de ondas na Hydro-Mechanical Instituto Nacional de Kiev. A empresa obteve sucesso ao produzir um fluxo constante de eletricidade a partir do movimento das ondas.


A ATME Eco Solutions, empresa especializada em eficiência energética e recursos hídricos, está trazendo para o Brasil uma tecnologia para produzir eletricidade a partir da energia das ondas do mar, a um preço inferior em relação a geração por outras fontes de energias renováveis, como eólica e solar.

O princípio desta nova tecnologia é um conversor de energia criado pela Eco Wave Power (EWP), de Israel. Projetado para ser simples e robusto, o equipamento oferece vantagens técnicas, quando comparados a sistemas concorrentes, entre outras razões, por utilizar materiais de baixo custo, despesas reduzidas com manutenção e expectativa de longa durabilidade.

Ainda ausente da matriz energética brasileira, a energia das ondas, ou maremotriz, pode gerar eletricidade a partir da energia cinética produzida pelo movimento das águas ou pela energia derivada da diferença do nível do mar entre as marés alta e baixa.


Estudos realizados pela Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro apontam para um potencial de 40 GW (gigawatts) para produção deste tipo de energia no Brasil.

Teoricamente é possível extrair até 40 MW de potência por quilômetro de litoral onde há ondas suaves, de um metro de altura, e até 1.000 MW onde as ondas chegam a 5 metros de altura. Ao contrário da energia eólica e da solar, que podem ser interrompidas por causa dos ciclos do vento ou do sol, a maremotriz é gerada ininterruptamente e proporciona maior estabilidade.

O primeiro projeto de energia maremotriz no mundo foi a barragem La Rance na França, há 50 anos. Desde então, outros projetos foram implantados com a preocupação de superar desafios como reduzir o custo de investimento, o impacto ambiental e os riscos para a navegação.

Tecnologia Eco Wave Power – Produção eletricidade a partir da energia das ondas

Na corrida por melhorias, o último avanço foi a tecnologia da EWP, que agora está disponível no Brasil através da ATME Eco Solutions. “Esta tecnologia que estamos trazendo representa um marco na geração energética pelas ondas porque apresenta soluções sustentáveis, por preços acessíveis, para todos os pontos que eram considerados críticos na geração desse tipo de energia, afirma Avi Meizler, presidente da ATME Eco Solutions.

Um exemplo de ponto crítico é o funcionamento de equipamentos mar adentro liberando óleo e outros resíduos que poluem as águas. No caso da nova tecnologia este risco não existe porque tanques de óleo e equipamentos hidropneumáticos são instalados em terra firme, com total segurança. Desta forma, além de reduzir o impacto ambiental causam menos interferência na navegação.


Como funciona a Tecnologia de produção de eletricidade

Conversores extraem energia por meio de flutuadores exclusivamente projetados pela EWP, o “Wave Clapper” e o “Power Wing” , que sobem e descem acompanhando a movimentação das ondas e movimentando cilindros hidráulicos de alta pressão, que por sua vez acionam uma bobina elétrica.

Os flutuadores são presos por braços robustos para qualquer tipo de estrutura, tais como, (mas não se limitando a) quebra-mares, ancoradouros, mastros e plataformas fixas ou flutuantes. Uma das grandes vantagens deste sistema é que apenas os flutuadores e pistões ficam localizados na água e os demais equipamentos técnicos operam em terra, melhorando a e facilitando acesso para manutenção e reparos.

Comparação de custo de instalação


* De acordo com a altura das ondas, e não incluindo instalação e ligação à rede Flutuador Tipo Wave Clapper.


eTree é a árvore do futuro


Uma árvore que gera energia e luz, permite acesso wi-fi gratuito e mantém água potável gelada. Essa é a eTree, a “árvore do futuro”, criada pelo designer Yoav Bem-Dov, da startup Sologic. A invenção, que já está “plantada” em Israel, promete revolucionar a maneira de se pensar em sustentabilidade.

No lugar de folhas, a árvore dá lugar a painéis solares. Eles são suspensos por uma estrutura semelhante a tronco e galhos, tornando-se responsáveis não apenas por conceder sombra, mas por fornecer energia suficiente para carregar dispositivos móveis, como Smartphones e tablets, conexão de Internet sem fio e até mesmo luz para o período noturno.

Além disso, a eTree acompanha um chafariz com água potável para as pessoas se refrescarem em um dia de calor. Em breve, deve ser colocada na França, na cidade de Nice, e na China, em Shangai. O custo desse sistema gira em torno de 20 a 100 mil dólares.

Assista ao vídeo e veja como a eTree funciona:


Projetos com Painéis Solares Flutuantes.

Em parceria com a EDF, uma empresa israelense lançará, em setembro próximo, a experimentação de painéis solares flutuando na superfície da água. Foi escolhida a cidade de Cadarache (França), para a realização do experimento.

Este extraordinário conceito foi desenvolvido por uma start-up israelense, criada há dois anos: Solaris Synergy. Os painéis solares flutuantes são compostos de módulos fotovoltaicos articulados. A fim de não prejudicar as paisagens, esta inovação é destinada a reservas de águas industriais e agrícolas, não devendo, portanto, ser instalada em locais turísticos ou em pleno mar. Além disso, as plataformas são concebidas de modo a que a circulação de oxigênio não seja prejudicada para, assim, assegurar a sobrevida dos ecossistemas aquosos.

Painéis solares flutuantes. - Créditos: Maxisciences.

O primeiro protótipo do projeto será testado a partir de setembro, em colaboração com a EDF (companhia de eletricidade francesa). Ele será instalado sobre um espelho de água, situado nas proximidades de uma instalação hidroelétrica, em Cadarache (França). O sistema será experimentado durante nove meses, para uma comercialização prevista para o meio do ano 2012.

O interesse ecológico dessa tecnologia é duplo, uma vez que, além de produzir uma energia de origem renovável, os painéis flutuantes não necessitam da destruição de florestas ou de terras agrícolas, principais problemas na instalação de centrais solares clássicas que ocupam grandes superfícies.

FONTE: Maxisciences (Tradução - MIA).

A nanotech "invade" novas aplicações em energia

Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv (TAU) anunciam ter concebido, graças às nanotecnologias, novos procedimentos aplicáveis em diferentes áreas tais como fabricação de um novo tipo de vidraça autolimpante ou ainda o desenvolvimento de baterias recarregáveis de forte potência.

Florestas artificiais: nanotubos de peptídeos.
Créditos: Nature Nanotechnology.
A automontagem de nanotubos de peptídeo (proteína) é obra do professor Ehud Gazit e de sua equipe do Departamento de Microbiologia Molecular. 

A nanotecnologia é o estudo do controle da matéria em escala molecular e implica estruturas de tamanho inferior a 100 nanômetros - bilionésima parte do metro. Uma cadeia curtíssima e barata de peptídeos, compostos de dois aminoácidos e fácil de ser sintetizada em larga escala de produção é a base da tecnologia.

"A automontagem é efetuada a vácuo e em temperaturas elevadas. O peptídeo utilizado também é simples como aquele do aspartame, o edulcorante artificial", disse o professor Adler-Abramovich. Acrescentou ainda que "os nanotubos têm a incrível particularidade de se automontar para se parecerem com "florestas de ervas artificiais" e são hidrófobos, o que significa que repelem a água, assim como partículas de poeira".

Os painéis solares instalados em zonas desérticas estariam, assim, em condições de repelir a poeira e de aumentar sua eficiência. "Se os vidros precisam estar perfeitamente limpos, um complemento de água poderá eliminar completamente a sujeira, sem necessidade da intervenção de ninguém", precisa o pesquisador.

Os supercondensadores se constituirão em outra aplicação para esses nanotubos, capazes de se arranjar em grande densidade e de, enfim, produzir uma bateria elétrica recarregável onde serão estocadas grandes quantidades de energia.

Pela primeira vez neste ano, o orçamento de pesquisa da TAU ultrapassou os 100 milhões de dólares. A Comunidade Européia participa com 18% desse financiamento enquanto os Estados Unidos com 11%.

FONTE: Enerzine

Israel criará a primeira rede de carros elétricos do mundo graças ao Better Place

A instalação de 500 mil entradas em Israel permitirá a recarga de baterias em todo o país. Os veículos serão entregues para aluguel, mecanismo semelhante ao que acontece com os cartões de celular. A tecnologia revolucionária estará disponível a partir de 2011 e visa mudar o paradigma energético global. Viva sem óleo. É o sonho da legião de países importadores que aspiram reduzir as emissões de gases poluentes, deixar de depender de países politicamente instáveis ​​e limpar os bolsos dos consumidores. No caso de Israel, um país em conflito com seus vizinhos do Oriente Médio, as aspirações por suficiência energética vão muito a sério.


E eles pretendem realizar com o lançamento da primeira rede de carros elétricos no mundo, que terá 500.000 pontos de recarga em todo o país e cujos carros a baterias começam a sair no próximo ano. Para alimentar a rede elétrica, o governo central solar do deserto painéis Negev, vai construir várias centrais térmicas solares e vai lançar uma bateria de medidas legislativas.

"No passado, já fazíamos isso com alta tecnologia, com software e, no futuro, lideraríamos o mundo das energias renováveis", explica Hezi Kugler, diretor geral do Ministério de Infraestrutura de Israel.

Até agora, os carros elétricos não foram colocados no mercado, em parte por causa da falta de autonomia e apontam para recarregar as baterias. Israel considera que, devido às suas características, pode ser o local ideal para este tipo de projeto. Neste pequeno país, a distância entre os centros urbanos não excede 150 quilômetros. Além disso, parte de suas fronteiras - com o Líbano e a Síria - são intransitáveis ​​para os israelenses por razões políticas, o que reduz as viagens de longa distância. "Não temos paz com nossos vizinhos, e esse infortúnio se torna uma oportunidade para experimentar novas tecnologias", disse Mark Regev, porta-voz do primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert.

O carro pode ser carregado em casa à noite, aproveitando os excedentes de energia do dia ou em pontos espalhados pelo país, bem como nas estações de serviço. Nissan e Renault se comprometeram a produzir esses veículos em massa em 2011, mas o primeiro começará a circular no ano que vem.

Os israelenses procuram deixar para trás o conceito de motorista de carro / proprietário. O novo modelo econômico é muito semelhante ao dos celulares. Os carros seriam os dispositivos e a rede de baterias, a companhia telefônica. "Você vai parar de comprar carros, assim como parou de comprar telefones, o que você contrata é o uso do dispositivo por um número máximo de quilômetros, assim como o serviço técnico", explica Dafna Berezovski, diretora de marketing da Better Place. a empresa que está por trás da invenção. O preço mensal do contrato de carro elétrico, eles dizem, sempre será mais baixo que o que os motoristas investem agora todos os meses em gasolina. O pai da criatura é o empresário israelense-americano Shai Agassi, um sedutor que percorre fóruns como o de Davos e já conseguiu convencer os governos de Israel e da Dinamarca. e está a caminho de seduzir outros países europeus, inclusive o Reino Unido. 

Seu primeiro ministro, Gordon Brown, ficou muito interessado. "Israel é apenas um primeiro passo, aspiramos a uma revolução energética em todo o mundo", diz Berezovski. Será a Better Place, uma empresa privada, que será responsável pelas despesas deste projeto, pelo qual tem pelo menos a primeira fase de financiamento (130,5 milhões de euros, à qual serão posteriormente adicionados outros 533). Por seu lado, o governo irá alterar as leis e incentivar o uso de carros novos. Hoje, os israelenses pagam até 80% de imposto ao comprar um carro; O executivo irá reduzi-los a 20% para a compra de veículos elétricos. 

Ele ficou muito interessado. "Israel é apenas um primeiro passo, aspiramos a uma revolução energética em todo o mundo", diz Berezovski. Será a Better Place, uma empresa privada, que será responsável pelas despesas deste projeto, pelo qual tem pelo menos a primeira fase de financiamento (130,5 milhões de euros, à qual serão posteriormente adicionados outros 533). Por seu lado, o governo irá alterar as leis e incentivar o uso de carros novos. Hoje, os israelenses pagam até 80% de imposto ao comprar um carro; O executivo irá reduzi-los a 20% para a compra de veículos elétricos. Ele ficou muito interessado. "Israel é apenas um primeiro passo, aspiramos a uma revolução energética em todo o mundo", diz Berezovski. Será a Better Place, uma empresa privada, que será responsável pelas despesas deste projeto, pelo qual tem pelo menos a primeira fase de financiamento (130,5 milhões de euros, à qual serão posteriormente adicionados outros 533). Por seu lado, o governo irá alterar as leis e incentivar o uso de carros novos. 

Hoje, os israelenses pagam até 80% de imposto ao comprar um carro; O executivo irá reduzi-los a 20% para a compra de veículos elétricos. para o qual eles têm financiamento pelo menos para a primeira fase (130,5 milhões de euros, ao qual devem adicionar outros 533 abaixo). Por seu lado, o governo irá alterar as leis e incentivar o uso de carros novos. Hoje, os israelenses pagam até 80% de imposto ao comprar um carro; O executivo irá reduzi-los a 20% para a compra de veículos elétricos. para o qual eles têm financiamento pelo menos para a primeira fase (130,5 milhões de euros, ao qual devem adicionar outros 533 abaixo). Por seu lado, o governo irá alterar as leis e incentivar o uso de carros novos. Hoje, os israelenses pagam até 80% de imposto ao comprar um carro; O executivo irá reduzi-los a 20% para a compra de veículos elétricos.

A ideia surgiu há um ano, quando Agassi obnubiló ao presidente Peres durante uma reunião de empresários. Excitado Peres, Agassi informou-o sobre as reformas legislativas necessárias, incluindo poderosos incentivos fiscais. O diretor-geral detalha Kugler, que afirma que os carros são apenas mais um pedaço da engrenagem da revolução energética que, em 2020, afirma ter reduzido pelo menos 25% das importações de petróleo. "Esses carros precisam ser alimentados com energia limpa, não faria sentido reduzir as emissões por um lado, mas aumentá-las por outro para produzir a eletricidade que consomem." Nesta mesma semana, o governo aprovou um pacote legislativo milionário para incentivar as energias renováveis. Eles têm em mente tirar o máximo de energia do deserto de Negev, no sul do país, onde projetos de energia solar serão instalados até 4.000 megawatts. Até cinco ministérios devem se coordenar para realizar esses projetos.

Better Place, um operador de mobilidade que visa reduzir a dependência do petróleo, oferecendo transporte pessoal como um serviço sustentável, chegou a um acordo com 19 empresas israelenses de primeira classe para se tornar os primeiros clientes a testar e avaliar o veículo elétrico em Israel. Empresas como Pelephone, Orange Israel, ou Israel TEVA Corp. decidiram aliar-se a Better Place, que já é instalar e testar sistema de gestão e recarrega em Israel. Graças a este acordo, dará prioridade a essas empresas para adquirir seus veículos elétricos, uma vez que eles começam a comercializar em 2011.

Como parte do acordo, a Better Place trabalhará com seus novos aliados para projetar, planejar e instalar a rede de recarga de veículos nos estacionamentos da empresa e nas residências dos funcionários, de modo a garantir facilidade e conforto do uso do sistema. Desta forma, eles podem se beneficiar de importantes vantagens econômicas e ambientais. Além disso, a Better Place convidará os funcionários dessas empresas a participar de seminários nos quais será explicado o conforto e a segurança do veículo elétrico, tendo a oportunidade de testar e sentir a experiência de pilotá-los.

90% das famílias israelenses têm um sistema solar térmico, mas este país importa a maior parte de seus combustíveis fósseis. O estado de Israel tentará mudar essa situação incentivando o uso de energias renováveis. Israel tem que importar 99% dos combustíveis fósseis que consome. Neste momento, menos de 1% do mix de energia neste país é fornecido por energias renováveis; mas o governo quer mudar isso drasticamente nos próximos anos. O Ministério das Infraestruturas Nacionais anunciou recentemente que irá produzir 10% da electricidade a partir de energias renováveis ​​até 2020. Alcançar esse objetivo exige 2.000 construção MW de grandes usinas de energia solar e eólica, bem como o uso generalizado de sistemas fotovoltaicos pequenas e de biomassa. Para alcançar,

Os principais projetos de energia solar já planejados para Israel são os seguintes:

- Um projeto solar de 250 MW perto de Ashalim, um dos maiores do mundo. Este projeto consiste na criação de duas usinas térmicas solares que terão entre 80 e 125 MW cada uma e produzirão 2% da eletricidade consumida em Israel. Uma terceira usina terá 15 MW expansíveis para outros 15 MW, o que alcançaria a potência total de 30 MW. O custo total deste megaprojeto será superior a 650 milhões de dólares e deverá estar operacional em 2011. A empresa espanhola Abengoa participa como investidor.

- Outro projeto de 200 MW perto de Timna, no sul do deserto de Negev. Neste caso, a iniciativa é estruturada na forma de duas plantas de 50 MW cada, além de outros projetos menores. Com este projeto, espera-se alcançar independência energética no deserto de Negev; Aqui, as técnicas mais recentes disponíveis na geração de eletricidade usando energia solar serão aplicadas.

Em relação à energia eólica, de acordo com o Ministério de Proteção Ambiental de Israel, Israel tem uma potência de 600 MW de energia eólica, e já existe um projeto eólico de 80 MW. Neste momento já existe um parque eólico de 6 MW nas Colinas de Golan, que está sendo expandido para 12,5 MW.

Segundo Zahal Harel, fundador deste parque eólico, "o potencial eólico em Israel é quatro vezes maior do que a estimativa do ministério. Neste momento, mapas de vento confiáveis ​​não estão disponíveis e acreditamos que os cálculos estão errados. Mas mesmo que a potência real seja de 600 MW, ainda há muito a ser feito no vento israelense."